Tetonas vomitadas

Clique e veja a galeria (18 fotos).Certa vez fui com um grande amigo de quem gosto muito, a um puteiro que costumava freqüentar. Era um puteiro-sítio, com uma casa enorme, no meio de uma área bem grande. A dona do puteiro, uma senhora, me recebia muito bem e gosto dela. Na espaçosa varanda da casa tinha uma mesa de snooker onde várias putinhas jovens ficavam sentadas quando ninguém estava jogando. Ao entrar na casa, um grande salão com mesas e cadeiras, tendo à esquerda um bar (meu lugar favorito) e uma máquina jukebox, para se colocar música. Mais ao fundo, banheiros e os quartos para a putaria geral. Numa outra casa, atrás da principal, moravam as putinhas da casa. As putas de lá moravam todas nessa casa, que era cheia de quartos, uma para cada. Eu gostava de chegar lá no início da tarde para ir até a casa das putas e encontrar com elas, que estavam nessa hora recém acordando. Putas nuas pra todo lado, com cara de sono, escovando os dentes, ou simplesmente se espreguiçando na cama. Era uma atração à parte, a casa das putas.
Ao chegar, depois de cumprimentar a tia, fui direto para a mesa de snooker jogar com o meu amigo. “- Ô tia! Por favor, manda duas cervejinhas pra nós!” E ficamos jogando, bebendo e conversando com a putinhas que ficavam alí em volta da mesa. Convidei duas delas para jogar em dupla conosco. “- Mas vamos jogar apostado.” disse eu. “- Se nós ganharmos nós mamamos nas tetas de vocês, se vocês ganharem mamam na nossa piça.” Bom, de qualquer forma, a putaria sairia ganhando. Era uma melhor de três partidas e, meu amigo que jogava bem, assegurou a nossa vitória. “- Agora mostrem as tetas! Quero o meu prêmio!” E nós dois nos grudamos nas tetas das duas vadiazinhas. A que eu peguei pra mamar tinha as tetinhas bem pequeninhas, como gosto. Tetinhas juvenis na boca e bundinha dura nas minhas mãos. Encerramos a jogatina por alí e fomos para o bar. Ainda tinha muito álcool a ser derramado.
Depois de várias cervejas, chega a putinha que costumava ficar comigo. Cabelos negros, muito lisos e compridos, rostinho de anjo e tetonas absurdas (as tetonas parecem me perseguir só porque eu gosto de tetinhas). Tinha um corpo cheinho, bom para agarrar e morder. O seu sorriso era virginal e, para quem não a conhecia, pensaria certamente que era uma putinha amadora de família. Para mim que a conhecia bem, sabia que era uma safadinha de primeira, da melhor qualidade.
Já bêbo, gritei: “Ô tia! Tô querendo dançar Julio Iglesias com a minha putinha! Bota alí na jukebox!” Quando ficava bêbo lá nesse puteiro, só queria dançar ao som do Julio Iglesias, até hoje não sei por quê. Deve ser coisa de bêbo. Agarrei a minha puta super tetuda e fiquei dançando coladinho, com as mãos agarradas na bunda gostosa dela. O sorriso dela faria qualquer incauto se apaixonar, uma maravilha. Nos beijávamos enquanto dançávamos e eu acariciava seus cabelos de seda, mas sem deixar a outra mão fora da sua bunda. Que bunda! E ainda por cima a vadiazinha era coxuda. O meu cacete já estava empedrado e eu roçava ele na sua coxa grossa e roliça, me molhando todo. Bêbo, me agarrando e esfregando numa puta, que eu queria mais? Essa vida é boa!! Mas a festa ainda estava longe de terminar.
Voltamos para o bar e encontramos o meu amigo de papo com uma putinha bem bonitinha. “- Daí, cara, já rolou tetinha?” “- Que é isso, não é assim não!” “- Ah, deixa disso! Meu amor, mostra as tetinhas pra nós vermos se são bonitinhas mesmo.” Ela levantou a blusa, mostrando as tetas de tamanho médio, durinhas e bem feitas. “- É, parecem mesmo durinhas, mas preciso fazer os teste…” E peguei nas tetas da vadiazinha, que ficou logo com os biquinhos durinhos. “- Boas tetas! Pode pegar cara, não paga nada.” Ele segurou nas tetas delas, com o olhar vidrado, e eu pensei que ele não iria mais sair daquela posição. Parece que gostou.
Avistei do outro lado do salão uma puta que me agradou e chamei ela. Aproximou-se de mim e apalpei sua bunda, tetas e coxa. Em seguida beijei a safadinha. A putinha com quem eu estava ficava tirando uma de ciumenta quando isso acontecia e eu me divertia com a história. Beijava a outra putinha, segurando nas suas tetas e depois olhava para a minha putinha, que fazia cara de emputecida. Dispensei a outra e voltei para a minha, que me agarrou, beijou e disse: “- Pensei que ia me trocar pela outra…” “- Tu sabe que eu não te troco meu amor. Adoro gozar no meio dessas tetonas.”
A madrugada já estava chegando e a quantidade de garrafas esvaziadas por nós era impressionante. Meu amigo estava bem, mas eu já estava pra lá de bêbo. Afinal de contas, qual a graça que tem em beber e não se embriagar? Eu mesmo respondo: nenhuma! Foi quando eu falei pro colega: “- Cara, vamos arrastar essas vadias pra fora daqui. Vamos continuar a festa num motel.” “- Vamos!” Acertamos com a tia o valor das putinhas, pagamos a conta e fomos.
Saímos para uma porra de um motel que tinha uma porra de uma suíte impressionante. Coisa de doido, grande pra se fuder. Tinha duas camas e uma piscina que não era uma piscina. A porra parecia uma lagoa, toda de pedra, com uma gruta que dentro tinha uma pequena cachoeira. Na sala de jantar, uma mesa grande, com várias cadeiras. Enfim, não deu nem pra conhecer a suíte toda, de tão grande. Enorme! Mas não era apenas enorme, era enorme para caralho! Dava para colocar umas 50 putas alí dentro e ainda sobrava espaço.
Tirei logo a roupa e entrei na lagoa com a minha putinha. Nos agarramos e nos beijamos, ela metendo a mão no meu pau de bêbo, mole. Eu segurava nas tetonas dela como se elas pudessem me salvar e amassava sua bunda. A piça mole continuava na mão da putinha, que por mais que se esforçasse, não conseguia fazer a porra endurecer. Pau de bêbo é assim mesmo. Coloquei ela na borda da lagoa, abri suas coxonas e a buceta se mostrou para mim. Enfiei a cara. Um grelo médio, bem justinho para a minha boca, que passei a lamber e beijar. Vez por outra passava nele o meu nariz, fazendo movimentos circulares, arrancando gemidos dela. Enfiava o nariz no buraco e, quando estava faltando o ar, eu tirava e envolvia o grelo com os lábios, chupando e passando a língua. A putinha não parava quieta, gemendo e se contorcendo. “- Vamos lá para a gruta, quero que tu me chupe lá.” disse ela e entrou na lagoa, me puxando para a tal de gruta. O meu amigo já estava lá com a putinha dele, nos amassos.
Ficamos embaixo da cachoeira um tempo. “- Isso vai te fazer melhorar da bebedeira.” Ia porra nenhuma! Com a quantidade de álcool que passeava pelo meu sangue, nem as cataratas do Niágara fariam a embriaguez ir embora. Saímos de baixo da cachoeira e coloquei-a na borda para terminar meu trabalho. Grudei a boca no grelo da vadia, chupando e lambendo. Quando ela estava já doidinha de tesão, eu passei a dar linguada com chupada no grelo, cada vez mais rápido até ela se acabar. “- Porra! Gozei na tua cara sacana!” Aquela não era das escandalosas, mas tudo bem. “- Ô véi!, me empresta a tua puta um pouco pra eu chupar ela porque a minha já se acabou toda!” O meu amigo veio com a puta dele e eu a coloquei na borda da lagoa e mais uma vez me grudei num grelo enquanto ele começava os arretos com a minha. O grelinho dela era muito pequeno, mas eu gosto de todos os grelos, de todos os tamanhos. Não faço distinção. O negócio é ter uma buça na boca. Enquanto chupava a buceta da vagaba, apalpava as tetonas da outra, que já estava com o cacete do meu amigo na mão. “- O pau dele tá duro, tá vendo como é ruim tu beber assim?” “- Tá bom minha puta, então aproveita a porra dura dele porque comigo hoje tu só vai ganhar língua.” E voltei pra buceta que me esperava escancarada. “- Ai, chupa filho da puta, chupa que eu me acabo nessa boca!” Essa era escandalosa… “- Aaaaahhhh! Chupa gostoso! Que tesão! Vai, mais forte!!” A puta tava alucinada. Eu acho que o meu amigo ficou incomodado com a gritaria, porque saiu da água e se aproximou dela, enfiando a piça boca adentro da vagaba. Só assim ela não gritava. Mas gemia de boca cheia. “- Gluggluummmgru graguugruumm!” E já foi! Senti a buceta da putinha se encharcando mais, com o gozo. Ela largou o caralho por um momento: “- Caralho! Que tesão gozar com um cacete na boca!” Meu amigo, que já devia estar completamente alucinado com aquilo tudo, fudeu a buçanha da puta alí mesmo, na borda da lagoa.
Eu comecei a passar mal. A minha putinha me puxou: “- Vamos para a cama que tu vai melhorar.” Deixamos os outros dois fudendo na gruta e fomos pra cama. Ela sentou recostada na cabeceira e colocou minha cabeça em cima das tetonas, afagando meu cabelo. Não tava melhorando, a coisa tava ficando pior. “- Porra meu amor, tô mal pra caralho!” “- Não te preocupa que vai passar, fica assim com a cabeça no meu peito. Quer comer alguma coisa?” “- Porra, se eu comer alguma coisa é que vai fuder tudo mesmo.” O mal-estar não melhorava, pelo contrário, só piorava. Ela até que estava com boa vontade comigo, me fazendo carinho, mas não estava adiantando. Eu já nem sabia onde estava, só sentia aquela bosta no estômago querendo explodir. De repente, fudeu… RUUÁÁÁÁÁÁÁÁ! Vomitei as tetonas da puta toda. Mas não foi pouca coisa não, foi daquelas vomitadas que parece sair o que comi durante uns seis meses. Caralho! Eu olhava pra puta vomitada e, quando quis dizer algo para me desculpar… RUUUÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁ!!! De novo. Aí acabou de fuder tudo. A puta não acreditava, ficou imóvel, olhando pras tetas, sem saber o que fazer. “- Agora sim meu amor, agora eu vou melhorar…” “- Porra, olha pra isso, tu me sujou toda!” “- Isso não é sujeira minha querida, isso é comida misturada com bebida. É só tu tomar um banho que fica tudo bem limpinho, igual a antes.” Ela foi pro banho e eu me sentia bem melhor, sem enjôo. E aí veio aquele momento… Aquele momento onde a única coisa que se quer é a cama da gente pra poder deitar e dormir… Acabou a festa.
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Bom que tudo voltou ao normal.
Tem bastante material pra ler hoje, legal.
Mas este post do vômito lerei mais tarde.
Agora estou almoçando. Tu entendes, né?
Beijos,
Fada
Comentário por Fada Safada — Setembro 18, 2006 @ 13:44
Hahahaha, gostei da história.
Comentário por César — Setembro 18, 2006 @ 22:13
Jesus, Maria e José!! Chupar 2 buças e fazê-las gozar enlouquecidamente é, verdadeiramente, coisa pra macho.
Adorei a historinha (exceto o vômito)
Beijos,
Fada
Comentário por Fada Safada — Setembro 19, 2006 @ 16:32
muito boa essa história! Excelente!
Comentário por janis — Setembro 19, 2006 @ 18:35
Querida safadinha, na verdade não sei se isso pode ser considerado “coisa pra macho”, pois normalmente se considera como macheza, o desempenho na meteção. Fuder as duas por 3 horas, só tirando de dentro de uma para meter na outra, seria “coisa pra macho”, segundo a crença geral. Não me preocupo nem um pouco em ser “o” macho, quero mesmo é dar e sentir prazer. Na verdade, nem me considero esse macho todo na cama, sou apenas um homem que gosta de putaria. Beijos no grelinho.
Comentário por xupaxota — Setembro 19, 2006 @ 21:13
es um doce envia-me fotos intimas tuas
Comentário por naito — Fevereiro 7, 2008 @ 17:37