O sabá da putaria

Clique e veja a galeria (20 fotos).Sábado foi dia de putaria com a minha putinha particular. Como não bebo mais desde o início do ano, tenho dado preferência a receber putinhas em casa e não mais ir a puteiros, pois eles – pelo menos para mim – estão associados à embriaguez. Como conheço trocentas mil putas, isso não é problema para mim; é só fazer uma ligação e prontamente tenho os favores sexuais da vadiazinha escolhida. Melhor dizendo, não favores, mas serviços, pois invariavelmente os mesmos me são cobrados, com algumas exceções.
Essa putinha do sábado é, atualmente, a que prefiro para fazer programas, já que com ela não parece que estou fazendo programa, é como uma foda com uma puta amadora. Ela é loirinha, branquinha e, apesar da minha preferência por tetinhas pequeninhas, adoro as tetonas enormes dela. São lindas e ainda duras, com certeza por causa da pouca idade. Tem um corpinho do caralho, não é magricela, ao contrário, é do tipo gostosona, com uma bundinha de tamanho médio, porém muito bem feita, bonita e tesuda. A coxudinha tem estatura em torno dos 1,60m e é bem tranqüila, faz putaria sem pressa e adora gozar com minha chupada. Parece que estou fudendo com uma namoradinha.
Ela chegou por volta das oito da noite e viemos direto para o escritório, mais aconchegante que a sala e não tão íntimo quanto o quarto. Gosto de ir devagar, deixando o clima de putaria chegar aos poucos, naturalmente, sem afobação. Sentamos no sofá, conversando trivialidades enquanto tomávamos um mate quentinho e ouvíamos Diana Krall, a minha cantora de jazz preferida. Gradualmente nossos corpos foram se aproximando e acariciei seus cabelos loiros claros, que vão até os ombros, assim como seu rosto, de pele macia. Na verdade, todo o seu corpo tem uma pele extremamente macia e sedosa, prazerosa ao toque. Acariciei suas tetonas sobre o blusão de lã, sentindo-lhes a rigidez jovem. Ao tocar-lhe as super-tetas, de imediato, como num reflexo, ela agarrou meu cacete já duro e ficou a friccioná-lo por sobre a calça, que em pouco tempo exibia uma mancha devido à molhação que vinha do meu caralho teso. Afastei seus cabelos e beijei suavemente seu pescoço e nuca, arrancando-lhe arrepios e gemidos. Ela não largava minha vara e meus beijos tornaram-se mais impetuosos, demonstrando a minha excitação. Eu ofegava e gemia com aquela mão deliciosa agarrada ao meu cajado, sentindo a porra pulsar dentro das minhas calças e já desejando a sua boca quente engolindo ele inteiro, entrando pela garganta e fazendo-a engasgar.
Eu continuava beijando seu pescoço e nuca, sentindo o doce e delicado perfume entranhado na sua pele, sem deixar de me atracar nas suas tetonas duras. Não agüentava mais e levantei seu blusão e blusa, de onde surgiram aqueles dois melõezões cheios, rijos… Ela não usava soutien e pude, de imediato, deliciar-me com a visão dos seus peitões de bicos rosa-claros. Caí de boca, mamando alucinadamente, com sofreguidão. Segurava as duas tetas e chupava, esfregava a cara, gemia, mordia levemente, ficando e deixando-a igualmente excitada. “- Gosta de mamar nas minhas tetas, meu taradinho?” “- Adoro, adoro mamar nesses tetões duros tesudos! Adoro mamar nas tuas tetas de puta!” Ela meteu a mão dentro da minha calça e agarrou o caralho duro e molhado, punheteando devagar. “- Aperta bem forte na raiz do cacete, minha putinha, aperta muito que eu gosto!” Ela empurrou a mão de encontro à minha virilha e apertou com força, fazendo meu porrete ficar inchado e me molhando mais ainda. “- Tira essa calça que eu quero ele livre pra poder chupar…” Tirei as calças e a camisa e ela fez o mesmo, ficando os dois nus. Eu estava todo molhado e a putinha se grudou mais uma vez no meu pau, apertando bem forte na raiz. “- Como essa porra tá inchada! É tesão por mim, meu safadinho?” “- É muito tesão por ti minha puta vadia, gostosa. Tu me deixa assim, de cabeçorra inchada… Lasca uma punheta, lasca!” Ela bateu uma punheta gostosa, no meu pau molhado, me deixando sem noção de nada, só sentindo o prazer que aquela vagabunda me dava. “- Empurra com uma mão na raiz, aperta com força e punheteia com a outra bem na cabeça encharcada. Vai minha putinha!” Caralho!! A punheta batida assim, com a cabeça bem exposta, molhada e inchada, com uma mão bem concentrada nela, é um tesão indescritível! Mas a mão que punheteia tem de estar envolvendo a cabeça de leve, não com força. É muito bom! Acho que é até melhor que meter na buceta. “- Pára, porra! Pára senão eu me esporro todo!”
Ela parou, levantou e se ajoelhou entre as minhas pernas. Pegou meu pau, encostou entre os tetões e apertou-os firmemente, fazendo meu cacete sumir entre eles. É a deliciosa espanhola, a punheta de peito! Putz!! Fazia um movimento suave de sobe-e-desce, a cabeça do pau aparecendo acima das tetas e depois sumindo entre elas quando ela subia. Tudo molhado, as tetas molhadas, meu pau encharcado, entumescido, e eu já a ponto de me esporrar todo. Ela pressentiu e me disse: “- Não vai gozar agora que eu quero tua boca na minha buceta. Quero gozar primeiro com a tua chupada.” “- Então pára com essa porra porque eu não agüento, assim eu gozo nessas tetonas gostosas!” Ela parou e eu puxei-a pela mão levando-a para o quarto.
Entramos no quarto e eu sentei na beirada da cama, deixando-a em pé entre as minhas pernas, abraçando-a e beijando e chupando os seus melões. Com as mãos eu percorria o seu corpo todo com carícias, do alto das costas às coxas, passando pela sua bundinha dura e mergulhando pela parte interna das suas coxas, indo até quase a buceta, mas sem tocá-la. Eu gosto de provocar para a puta ficar bem excitada. Passei a mão no reguinho, sentindo o calor das suas bandas, mas quando meus dedos avançaram pro cuzinho, ela trancou a bunda, não me deixando tocá-lo. Enquanto isso ela me batia uma punheta. Puta adora ir logo metendo a mão no pau, não sabe viver sem um pau na mão.
Deitei-a na cama, de costas, e me atraquei no seu pescoço, beijando e acariciando com os lábios. Segui descendo até os peitos e me detive um pouco, beijando, chupando e mordiscando, para em seguida descer mais pelo seu corpo, acariciando-o com os lábios. Cheguei ao umbigo e beijei suavemente. Ela sentiu um arrepio e arqueou o corpo. Fiz mais umas carícias alí e desci mais, chegando até o seu monte de vênus, que é peladinho. Beijei delicadamente, passei a língua e ela gemia abrindo as pernas. Tá viciada a vadiazinha… Mas eu sou de provocar e não iria meter a boca na buceta assim tão rápido. Desci com a boca pelo lado da xotinha pelada, beijando e lambendo os lábios, fazendo com que a putinha levantasse o quadril querendo minha boca na sua buceta. Segui pelo lado, beijando e mordiscando a parte interna da sua coxa macia e voltei aos lábios, sem encostar no meio da buceta. Ela gemia e segurava a minha cabeça tentando direcioná-la para onde queria. Eu escapava e continuava com as carícias sempre em volta da sua buceta cheirosa, sem dar o que ela queria, provocando-a mais e mais. “- Mete a boca porra! Mete a boca que eu tô louca! Quero tua língua!” Ela mexia, gemia e me puxava, doida de tesão querendo logo a chupada. Toquei então bem no meio da sua bucetinha, na altura do buraco negro, com o meu nariz. A putinha estava encharcada! Acariciei com o nariz a sua bucetinha molhada enquanto ela se contorcia e gemia. Finalmente, com a buceta dela ainda fehadinha, passei a língua suavemente de baixo até o alto. Fiquei lambendo aquela bucetinha fechada, subindo e descendo, sentindo a sua pele e o seu tesão. Enfiei a língua entre os lábios e ela gemeu mais alto, abrindo mais as pernas e expondo o grelo com as mãos. Com muita delicadeza, levemente, toquei seu grelo com a língua. A puta tremeu. Toquei de novo e ela agarrou minha cabeça com força, impedindo-me de sair dalí. Lambi seu grelinho pequeno bem devagar, passando a língua em volta e sobre ele. Já era hora: envolvi o grelinho com os lábios, desencapando ele, e lambi a pontinha, a princípio lentamente. A puta enlouqueceu. Gemia forte segurando a minha cabeça enquanto eu aumentava mais o ritmo da chupada-lambida. Percebi que ela estava se descontrolando e pensei: “- Agora é hora de atacar com a minha técnica secreta!” Não deu outra, a putinha tremia, gemia e se contorcia num gozo intenso. Quando parei, por ela não suportar mais o toque no grelo, ela ainda continuava gozando. É uma das coisas que gosto nela, o gozo dela é lindo, afogueado, enérgico, arrebatado e longo. Como goza aquela putinha.
Fiquei deitado sobre ela, beijando-lhe a barriga até que ela se acalmasse e se refizesse do gozo. “- Agora é a tua vez”, disse ela. Deitei de costas e ela se posicionou entre as minhas pernas, abocanhando meu caralho. Mamou avidamente, como se fora uma bezerrinha faminta. Mamava e acariciava meu saco. Eu, louco de tesão, gemia forte e acariciava-lhe o cabelo sedoso. “- Chupa, putinha! Chupa que tá bom demais!” Ela continuava a chupada e vez por outra tirava a boca e aplicava um punhetão na cabeça do pau, me deixando mais louco ainda. Então ela resolveu me matar de vez: girou o corpo, colocando-se ao meu lado, com a bunda na direção do meu rosto, de quatro. Molhou a mão de saliva e castigou uma punheta fuderosa. Vendo aquele rabinho na minha frente, não agüentei e agarrei ele com as mãos, gritando: “- Eu gozo segurando essa bunda, porra! Bundaaaaa!! Lasca a punheta mais rápido putaaaa!!” Ela acelerou o movimento, molhou mais e lascou mais rápido ainda. Tava muito foda! “- Vou gozar porraaaa! Enconsta meu pau nessas tetas que eu quero me esporrar nelas! Vai putinha! Me faz gozar neses tetões, porraaaaaa!!! AAAhhaaaaaa!!!” Foi um gozo violento que fez meu corpo todo tremer, gerando ondas pelas minhas costas, peito, barriga, pernas, até que derramei a última gota de porra. Ofegante, ainda não conseguia me controlar, quando ela se ajoelhou ao meu lado e me mostrou: “- Olha como tu deixou as minhas tetas esporradas… Agora vai ter de me dar banho pra limpar…” Eu abracei a vadiazinha e deitei-a sobre mim, ficando assim um tempão, acariciando suas costas e bunda. “- Tu é foda meu amor, tu me faz gozar muito. Adoro teu punhetão!”
Tomamos banho e jantamos. Próximo da meia-noite ela me avisou que precisava ir. Tinha medo de andar muito tarde sozinha na rua. Nos abraçamos longamente e desci para levá-la até o portão, onde nos despedimos. Tinha recém terminado uma boa putaria com ela, mas não via a hora de marcar um outro programa. Enquanto ela se afastava eu olhava pra sua bundinha, lembrando como gozei gostoso segurando e olhando pra ela…
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Hum, que fodão gostoso!!!
Nem há palavras a acrescentar.
Per-fei-to!
Comentário por Fada — Agosto 1, 2006 @ 16:52
vc é uma deusa, foi criada para ser venerada. nunca vi tanta perfeição. adorei amei vc.muito gostosa.
Comentário por MILTON — Agosto 30, 2006 @ 20:43
Que gostoso queria que acotesese comigo imaginei uma putaria dessas
Comentário por duda — Novembro 21, 2006 @ 20:40
eu mora em brasÃlia, no bairro da Vila Planalto queria ti esperimentar hoje vamos ser encontrar hoje? Mande a respota pelo meu email
Comentário por Diego Felipe da Silva — Dezembro 13, 2006 @ 10:12