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Fevereiro 13, 2008

Putaria a quatro

Arquivado como: Fotos, Hist. fora de puteiros — xupaxota @ 16:34
Eram aproximadamente cinco da manhã quando fui acordado pelo interfone que chamava. Ainda bêbado de sono fui atender e era uma puta profissional que vez por outra vem aqui em casa. Quando subiu não era só ela, mas quatro ao todo. Duas delas eu já conhecia, mas outras duas não. “-Daí meu querido, como vai? Estávamos num bar aqui perto e quando saímos resolvi passar pra te ver.” Com puta não se pode marcar horário. Seja lá que dia ou hora você marcar elas nunca comparecem, mas surgem assim de surpresa a qualquer momento. “-Tu não te importas que a gente passe a noite aqui, né?” “-Noite? Que noite? Se tu quis dizer dormir, não tem problema algum.” Das duas que não conhecia, uma não era lá essas coisas todas, mas a outra, uma branquinha loirinha, era totalmente deliciosa. Corpo fantástico, bunda de bom tamanho e tetinhas pequenas. Acordei de vez.

As quatro sentaram na sala de estar e ofereci um café a elas, mas só uma aceitou. As outras queriam cerveja e, como eu não tinha, uma delas foi ao posto de gasolina comprar. Segui para a cozinha e comecei a preparar o café.

De volta à sala com dois canecos fumegantes, entreguei um à putinha e sentei-me com o meu. A conversa seguia animada quando a putinha que saiu para comprar cerveja voltou. Era justamente a loirinha deliciosa de quem eu tinha gostado. Fomos juntos à cozinha para pegar copos e ficamos conversando lá. “- Tu mora nesse apartamento sozinho?” “- Moro sim!” “- Que desperdício…” e me olhou com um ar safado. Você pode estar pensando que o mínimo que eu deveria fazer era convidá-la para ocupar o espaço em excesso, mas eu não sou louco nem nada. Apenas fiz de conta que não ouvi. No meio do nosso bate-papo na cozinha elogiei suas tetinhas. “- Tu gosta de tetas pequenas? ” e baixou a blusa expondo uma delas. Perfeita! Com bico cor-de-rosa claro e tamanho certo para caber toda dentro da minha boca. Tetinha maravilhosa! “- Será que é macia como está parecendo?” “- Experimente!” Peguei naquela tetinha fuderosa e senti a maciez dela na minha mão. Fantástica teta! Nesse momento aparece na cozinha uma das outras putas que eu não conhecia e me flagrou com a boca na botija, ou melhor, com a mão na teta. “- Já começaram com a putaria?” E deu meia-volta, indo para a sala.

Voltamos para a sala também e ficamos todos conversando. Duas delas estavam mais para sonolentas, enquanto que as outras duas, incluino a loirinha, estavam acesas. Essas duas, a loirinha e uma negra, estavam num fogo absurdo. A negra falava a toda hora para a loirinha: “- Hoje eu vou te pegar, hoje você não me escapa.” Levantava a saia, afastava a calcinha pro lado, mostrando a buceta pra loirinha e dizendo: “- Quero tua boca aqui…” Eu no meio disso tudo já não me agüentava mais, com o pau em fogo e duro. Sentia a cabeça já ficando molhada pelo tesão de ver e ouvir uma falar putaria pra outra. A negra, que eu já conhecia e sabia que gostava de putinhas, era a mais safada. A loirinha só sorria e ficava calada.

Depois de mais meia hora de papo furado, as duas sonolentas resolveram dormir. “- Meu amor, podemos dormir na tua cama?” “- Mas claro! Podem ir deitar.” Assim que as duas se acomodaram na cama, a negra me pediu duas toalhas porque queria tomar banho com a loirinha para “- Ficarmos cheirosinhas antes de transar.” Peguei duas toalhas e entreguei para elas, que se dirigiram ao banheiro. Antes que a loirinha chegasse ao banheiro, segurei-a e disse: “- Já que tu não toma banho de roupa, como todo mundo, vou tirar tua roupa porque adoro despir puta.” Tirei a blusa dela bem devagar, que estava sem soutien, expondo as duas tetinhas lindas com biquinhos cor-de-rosa. Aquelas tetas eram mesmo perfeitas! Abri o botão e o ziper da calça jeans dela e, antes que pudesse baixá-la, ela virou de costas empinando a bunda gostosa. Aquilo era muita provocação… Baixei o jeans também devagar e a bunda bem feita foi aparecendo aos poucos. Uma loucura! Agora ela estava só de calcinha fio-dental. O corpo da puta era um absurdo. Tudo no lugar certo. Caralho! Por fim, tirei a calcinha minúscula e a sua buceta pelada se apresentou a mim. Coisa linda! “- Vamos logo tomar banho que eu tô louca pra te agarrar!” falou a negra que também era muito gostosa, mas a loirinha me enfeitiçou com seu corpo absurdo e tetas perfeitas.

Elas entraram no banheiro e eu, claro, fui junto. No banheiro, a negra, já nua, ajoelhou-se e meteu a língua na buceta da loirinha. Estava assim desse jeito quando eu disse “- Minha querida, vamos fazer isso de uma forma melhor.” E peguei a loirinha pela cintura, sentando-a na pia. Abri as pernas dela e ordenei à negra: “- Agora chupa!” A vadia caiu de boca, tirando gemidos da loirinha. Eu em pé, segurava uma coxa dela e com a outra mão acariciava suas tetas. Beijei seu pescoço suavemente, chupei suas tetinhas e ela ficou mais doida ainda, gemendo mais. Estávamos nessa putaria de perder o juízo quando a negra levantou e me disse: “- Meu amor, vamos tomar banho agora para podermos terminar isso num lugar mais confortável.” Desci a loirinha da pia e preferi não tomar banho com elas. Queria fazer essa putaria durar o máximo possível.

Aguardava na sala o fim do banho das duas vadias, quando elas apareceram enroladas nas toalhas. A negra sentou numa das poltronas depois de tirar a toalha e colocar no assento. A loirinha sentou ao lado dela e começaram numa beijação que era uma coisa de endoidecer. Se beijavam com tesão e acariciavam as tetas uma da outra. A uma certa altura a loirinha subiu na poltrona onde a negra estava e, de pé no assento e com a negra no meio das suas pernas, ofereceu a buceta para ela chupar. Caralho, que coisa deliciosa! Eu olhando, sentado do outro lado da sala, com o pau rijo e molhado, não aguentei mais. Caminhei até as duas, me ajoelhei em frente à negra e meti a boca na buceta greluda. Já tinha chupado uma vez a buceta dela, mas não lembrava que ela era tão greluda. Estava num puteiro e coloquei ela em cima de uma mesa e caí de boca na buceta dela. Com aquele grelo gostoso de chupar, caprichei e a vadia começou a gemer. Ela se contorcia e o grelo não parava quieto na minha boca, mas como bom caçador de grelos, ia onde quer que ele fosse e o mantinha sempre na boca, chupando enlouquecidamente. A loirinha resolveu mudar de posição e ajoelhou numa poltrona, metendo a boca na buceta greluda da negra. Ficou de quatro para fazer isso e eu aproveitei para levantar e ficar olhando o corpo maravilhoso dela, com a bunda empinada. Segurei na bunda, acariciei e dei umas palmadas. Eu batia e ela pedia: “- Isso, bate que eu gosto, me maltrata que eu mereço.” Aquilo estava demais! O tesão me consumia e fui por trás dela, vendo aquela bunda maravilhosa na minha frente. Abri as bandas e pude ver o cuzinho no meio. Não tive dúvida: meti a língua. Lambia aquele cu com tesão, endurecia a língua e tentava enfiar ela no buraco, sentindo a pressão do esfíncter. Lambi muito o cu dela, mordi as bandas, dei palmadas e meti a língua de novo no cu arrombado. Ela contorcia a bunda, gemia e pedia mais, sem desgrudar da negra bucetuda, que por sua vez também gemia com a chupada da loirinha gostosa.

Como tinha muita putaria para pouca poltrona, chamei-as para o escritório. As duas deitaram no sofá-cama e foi a vez da negra voltar a chupar a buceta da loirinha, que estava deitada de costas. A negra chupando, oferecia o bundão pro céu. Caí de boca no cu da negra. Era a vez de dar à vadia negra o tratamento que dei ao cu da vagabunda loira. O cu da negra era mais arrombadaço e minha língua entrava mais fácil. Parecia mesmo que iria conseguir enfiar a língua toda no cu da puta. A ponta da língua entrava na boa e eu dava palmadas na bunda da vadia, louco de tesão. Com a língua doída de tanto enfiar no cu da puta, ajoelhei-me ao lado da loirinha e chupei suas tetinhas perfeitas. Chupava as tetas e subia até o pescoço, beijando e acariciando com os lábios. Voltava para as tetas, quando ela segurou a minha cabeça e foi empurrando gentilmente para baixo. Fui descendo e beijando por onde passava, parando na barriguinha para fazer o que gosto muito: morder. Mas a vadia não estava interessada em mordida e continuava empurrando a minha cabeça até que cheguei na buceta, onde a negra estava ocupada. Meti a língua no grelo e compartilhamos aquela buceta pelada e branquinha. Nossas línguas se tocavam, se lambiam, enquanto dávamos nossa atenção àquela buceta tesuda. A loirinha, chupada por nós dois, alucinou de vez e, sem largar da minha cabeça, gemia alto. “- Continua, continua que isso tá bom demais! Eu quero os dois chupando minha buceta, eu quero gozar nessas duas bocas, quero me acabar toda!” Aceleramos a chupada e lambida até que a loirinha se tremelicou toda num gozo forte. A putaria estava braba e muito boa, mas até aquele momento meu pau estava esquecido pelas duas, que pareceiam só pensar uma na outra. E eu me importo?

A negra mudou de posição, ficando no lugar da loirinha quando eu disse “- Quero ver vocês se roçando. Esfregando buça na buça!” E me ofereci para ajeitar as duas. Coloquei uma das coxas da loirinha por cima da coxa da negra e a outra por baixo. Segurei na bunda da loirinha e, antes de encaixar ela na negra, falei: “- Deixa ver se vocês estão preparadas…” E passei a mão na buceta de uma e da outra para verificar se estavam molhadas o suficiente para a esfregação de buças. Estavam as duas molhadíssimas! Encaixei elas bem direitinho e elas começaram a se roçar. Eu segurava na cintura da loirinha e ajudava, empurrando ela mais de encontro à negra. As duas gemiam e os movimentos depois de um tempo começaram a acelerar. Eu não desgrudava da cintura da puta branquinha: “- Esfrega porra! Quero ver vocês se esfregando até gozar! Quero ver uma se acabando na buçanhona da outra!” E empurrava e ajudava a loirinha na esfregação. A primeira a gozar foi a negra. Gemeu forte se contraindo e se acabou agarrando a loirinha. A esfregação continuava e foi a vez da loirinha gozar de novo. Quando senti que ela estava no meio do gôzo, abracei-a fortemente falando ao seu ouvido depois: “- Gostosa! Você geme muito gostoso! Adorei te ver gozando…” As duas se deitaram exaustas, ofegantes e eu sentei numa cadeira em frente a elas, com o pau pingando, duro como um jacarandá.

Depois que elas se acalmaram, a negra me disse “- Vem cá que a gente vai dar uma chupada dupla no teu pau.” Não esperei um segundo convite e deitei no sofá-cama. As duas caíram de boca no meu caralho latejante e babado, lambendo ele de cima a baixo, chupando a cabeça, chupando as bolas e eu alucinado gritava: “- Chupa esse caralho suas vadias! Chupa o meu cacete! Enfia essa porra na garganta!” Foi quando a loirinha começou a bater um punhetão pra mim e a negra lambia a cabeça do meu cacete doido. Era demais pra mim, não agüentava mais. “- Tô gozando porra! Aaaaaahhhh! Toma minha porra na cara vagabunda!” Esporrei com a mão da loirinha segurando meu pau, melecando a língua e o rosto da negra. Que gôzo fudido de bom!

Fiquei ali deitado e abraçado com as duas, pensando que era a primeira vez que fudia com duas putas de cara. Todas as vezes que aconteceu antes eu estava embriagado e não aproveitei como naquele dia. Isso foi pouco antes de eu viajar para Salvador, onde estou até hoje e não vejo a hora de voltar pra casa para repetir a dose com essas duas putas gostosas. Foi um verdadeiro café-com-leite pela manhã.

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Outubro 4, 2006

Buceta enterrada na cara

Arquivado como: Fotos, Hist. fora de puteiros — xupaxota @ 8:47
A minha putinha particular já está totalmente desinibida comigo, não tem mais vergonha de pedir o que quer e está totalmente viciada na minha chupada. Da última vez em que esteve aqui, ficamos conversando e ouvindo música no escritório, como de costume. Gosto de curtir a puta antes, não gosto de ir já pros finalmentes. Conversa, carícias aqui e ali, essas coisas. Gosto de acariciar muito os cabelos loiros dela e passear minhas mãos pela sua pele branquinha e macia, explorando suas reentrâncias. Adoro ter suas tetonas enormes e duras nas mãos, mamar bastante enquanto acaricio suas coxas. É como estar com uma namoradinha, só que sem as desvantagens disso. Não me incomoda, só fode comigo no bom sentido, depois pago e ela vai embora. Melhor coisa da vida.

Começamos a nos acariciar ainda de roupa e vou tirando as dela aos poucos, sem pressa, ao mesmo tempo em que os carinhos vão se tornando mais ousados. Quando finalmente liberto aquelas tetonas, fico hipnotizado pela beleza (e olha que prefiro tetinhas). As tetonas dela são realmente um absurdo, lindas como poucas. Ela, gulosa, vai logo metendo a mão no meu pau duro e massageando suavemente, para depois meter a mão dentro da minha calça e pegar no bicho ao natural. A mãozinha pequena dela sabe como segurar, acariciar e punhetear um cacete. Coisa de louco.

Estando já completamente nus, ela diz: “- Quero montar na tua cara e meter a buceta na tua boca.” Disse isso e já foi montando sem cerimônia. Escorreguei mais para baixo no sofá para ficar numa posição melhor para receber a buceta dela e ela veio descendo aquela bucetinha linda até a minha boca. Lambi com a língua bem molhada, deixando tudo escorregadio enquanto ela mexia de cima pra baixo, recebendo a minha língua pela buceta toda. Abriu os lábios e mostrou o grelinho duro para mim: “- Chupa meu taradinho, chupa.” Envolvi o grelinho com os lábios, deixando-o quentinho e comecei a trabalhar com a língua macia com movimentos suaves, circulares e de cima para baixo. A putinha se controcia e gemia. “- Chupa essa buceta toda, chupa que eu tô no maior tesão. Quero gozar na tua boca, quero me acabar toda.” Levantava ela um pouco segurando pela bunda para poder lamber melhor, mas em seguida ela enterrava a buceta na minha cara, rebolando e gemendo. O tesão estava me enlouquecendo, por ter aquela buceta deliciosa e linda na minha cara, que deixava o meu caralho encharcado, pingando. Estava louco e pedi: “- Esfrega essa porra toda na minha cara, esfrega com vontade, quero surra de buceta na cara. Vai minha putinha, esfrega!” Ela, montada sobre o meu rosto, esfregou a buceta na minha cara toda, molhando tudo. A puta enlouqueceu também com isso e segurava minha cabeça, esfregando a buceta com movimentos cada vez mais fortes pelo meu rosto todo, rebolando feito uma alucinada louca. “- Eu não aguento mais, quero tua chupada para gozar bem gostoso, me chupa filho da puta, me faz gozar!” Abocanhei o grelo e dava chupadas com lambidas, deixando a putinha cada vez mais descontrolada, até que finalmente a puta explodiu: “- Aaaaahhh!!! Tô gozando nessa boca fudida!! Tô me acabando com essa tua chupada, porraaaa!! Tesããããooo!!!” E desabou de lado, me deixando respirar. Caralho! Estava sufocado, sem conseguir respirar, mas não ia ser sacana de parar quando estava tão gostoso para ela. A sacaninha me abraçou, arfando. “- Adoro gozar com a tua chupada, é uma loucura. E ainda recebo pra isso.” Rimos juntos. “- Mas se tu quiser pode me pagar pela chupada também.” “- Só se for com um boquete…”

A vadiazinha se ajoelhou à minha frente, que continuava sentado no sofá, e engoliu meu caralho. Meu pau sumiu naquela boquinha gostosa e ela mamava enquanto acariciava minhas bolas. Parava vez por outra para lascar uma punheta, que ela sabe bater muito bem, e depois engolia minha vara de novo, chupando e lambendo a cabeça inchada. A coisa toda estava muito gostosa e eu não aguentava de tesão, gemendo e segurando a cabeça da vagabunda. “- Vem cá minha putinha, vem ficar do meu lado para eu segurar nessas tetonas enquanto tu bate essa punheta gostosa para mim.” Ela veio para o meu lado, ficando parcialmente sobre mim enquanto lascava um punhetão bem molhado e eu segurava, com uma das mãos, suas tetas e, com a outra, sua bundinha gostosa. A vadia molhava mais de saliva a mão e batia uma punheta fantástica e eu amassando as tetas e a bunda, alucinado, gemendo, gritando, até que não deu mais e a porra explodiu. “- Putaaaaaa!! Que punhetaaaaa!! Que gozooooo!! Vadia gostosaaaaa!!! Aaaaaaahhhh!!! Porraaaaaaa!!!” Explodi com a porra molhando o chão do escritório e parte do meu corpo. Que gozo delicioso, como a puta sabe fazer a porra bem feita. Essa eu vou manter por muito tempo, é fuderosa.

Depois do gozo ela deitou sobre o meu peito e eu a abracei, acariciando seus cabelos loiros e curtindo o resto do gozo que ainda sentia pelo meu corpo. Recuperei as forças com o seu corpinho nos braços, descansando da putaria avassaladora.

Fomos pro banho juntos e nos lavamos um ao outro, para depois voltar ao escritório e conversar mais um pouco ao som da Diana Krall. “- Quando vamos nos ver de novo?” disse ela. “- Se dependesse da minha vontade, amanhã mesmo minha putinha, mas infelizmente não vai dar. Assim que eu puder, te ligo e combinamos.” Nos despedimos com um longo abraço e fiquei na sacada olhando-a se afastar e ainda sentindo a sua mãozinha delicada no meu pau satisfeito. Grande puta…

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Agosto 17, 2006

Putaria na segunda sem-lei

Arquivado como: Fotos, Hist. fora de puteiros — xupaxota @ 19:11

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Esses dias lembrei-me das segundas sem-lei. Havia um amigo meu que tinha uma barraca de praia em Salvador. Nessas barracas servem-se bebidas diversas, comidinhas e coisas do tipo. As barracas têm, em geral, um monte de mesas com cadeiras na areia, onde o povo se diverte e flerta sem limites. Porém, nas segundas, o meu amigo não abria a barraca ao público porque pouca gente ia à praia nesse dia. Ele dava folga para os funcionários e recebia apenas os amigos, todos bebedores inveterados, assim como ele próprio. Como nos reuníamos nessas segundas, uns seis a oito amigos, somente para nos embriagarmos, pasamos a chamá-la de segunda sem-lei.

Nessa específica segunda da qual falo aqui, compareceu uma funcionária dele, mas não para trabalhar e sim para se distrair também, como todos nós. Estava conversando com ela e falei sobre um bar que gostava de freqüentar e onde sempre tomava muita tequila. Daí, perguntei pra ela: “- Tu sabe como se toma tequila?” Ela disse que não. “- Não é possível! Tu não sabe como se toma tequila?” “- Pô, sei não…” “- Tudo bem, não tem problema, vou te ensinar como é.” E voltei-me para o meu amigo, que estava lá dentro da barraca e gritei: “- Traz por favor uma tequila aí cara!” “- Mas eu não tenho tequila aqui…” “- Tudo bem, traz uma cachaça mesmo, faz o mesmo efeito! E aproveita e traz também um limão e sal que eu vou ensinar pra tua funcionária como se toma tequila!” “- Pô, cara, desculpa, mas o limão acabou…” “- Qual a fruta que tem aí?” “- Tem melancia!” “- Serve! Manda então uma banda de melancia, sal e cachaça!”

Meu amigo madou então um prato com os pedaços de melancia já cortados, o sal e a cachaça. “- Agora minha querida, vou te ensinar como é que se toma tequila. Primeiro, vou pegar um pedaço de melancia e vou colocar aqui preso no soutien do teu biquíni, entre teus seios. Depois, sal no pescoço. E pronto, é só tomar a tequila.” Feito isso, meti a boca no pescoço da puta, abocanhando-o e pegando todo o sal. Em seguida, avancei nas suas tetas e peguei a melancia. Por último, virei o copo de cachaça. Maravilha! Ela gostou. A priminha dela ficou logo interessada: “- Eu também quero!” A putinha tinha uns 17 a 18 aninhos. “- Claro que faço pra ti meu amor.” E preparei a priminha linda. Quando caí de boca no seu pescoço, lambendo-o, a vadiazinha fraquejou das pernas. Os joelhos se dobraram e ela desabou no chão. Putz! Nunca tinha visto uma coisa daquelas! Puta fraca ela. Não agüenta nem uma lambida no pescoço… Mas, a puta funcionária queria mais. E continuei. Haja Cachaquila!

Depois de várias, eu já tava bêbo. Completamente bêbo. E aí já não me contentava apenas em colocar a melancia no meio das suas tetas, já colocava em tudo quanto é canto que dava pra prender. Deitei ela numa espreguiçadeira, espalhei melancia pelo corpo todo, prendi do lado da calcinha do biquíni, enfim, ela tava toda melanciada. Salpiquei sal pelo seu corpo, aproveitei e joguei cachaça em cima dela e depois saí lambendo e chupando a puta toda! Lambia, chupava, comia melancia e sorvia a cachaça do seu corpo tesudo. Era uma festa de cachaquila! Quando fui pegar a melancia presa na sua calcinha de biquíni, aproveitei e afastei-a, metendo o língua no seu bucetão, fazendo a putaça estremecer. “- Tu tá maluco! Fazendo isso na frente de todo mundo?!” “- Todo mundo daqui já fez isso meu amor, ninguém tá nem aí…” E continuei na putaria etílica. Chupei teta, chupei buçanha, tudo alí, com ela deitada na espreguiçadeira, na areia. Não sei nem se o povo tava ligando pra isso, se estava olhando, eu tava era me distraindo, fazendo festa!

“- Agora pera que eu preciso ir mijar…”, disse ela e se levantou. “- Quero ir junto pra ver!” “- Então vamos!” E fomos nós até um coqueiro/banheiro, junto ao qual ela se agachou, abaixando a calcinha e botando pra fora um jorraço de mijo. Eu também me agachei quase em frente a ela e abaixei a cabeça para melhor ver o seu jorrão, que saía abundante do seu buraco negro. A porra do mijo parecia que não ia acabar nunca! “- Mas como tu mija!” Finalmente, a mijarada se estancou e eu disse a ela: “- Vou te secar com a minha mão.” E açambarquei aquele bucetão mijado. Passei a mão, esfregando, não sei se suavemente, porque eu tava bebão. Ficamos na esfregação de buceta, atrás do coqueiro até que ela se animou a bagonhar o meu caralho meio-mole meio-duro. A vagaba segurou com vontade. Pensei até que ia arrancar a porra fora! Afastou meu calção e lascou um punhetaço dos bons. Putz! Eu, de buça na mão e mão no meu cacete, que não se decidia se queria ficar duro ou mole. Levantei e enconstei ela no coqueiro (não o meu), colocando meu vergalhão no meio das suas coxas morenas, passando a esfregá-lo na sua buceta encharcada. A putanha se agitou, sentindo a porra nas coxas e gemia baixinho pedindo mais. Virei ela de costas para mim, metendo o pau entre as suas bandas macias e quentes, enquanto com a mão tocava-lhe uma siririca molhadinha. Escorreguei a vara para o meio da buça e fiquei no vai-e-vem gostoso, sem esquecer da siririca. A vadia se estrmeceu toda e começou a gozar. “- Aaaaahhhh!, porra! Que gozo gostoso!” A putanha se virou para mim e me abraçou, falando no meu ouvido: “- Agora eu quero ganhar leitinho…” “- Pô, minha querida, bêbo como eu estou, não dá nem para ficar de pau duro, imagina então gozar…” Ela segurou no morto e constatou a veracidade das minhas palavras.

Pusemo-nos apresentáveis e voltamos pra barraca. O pessoal continuava firme na cachaça e nos reunimos a eles. Já era noite quando subi na moto para tentar voltar pra casa. A caralha da moto não parava quieta. Porra, que dificuldade! Finalmente saí, sem machucar nenhum coqueiro, e cheguei são e salvo em casa, graças ao Nosso Senhor dos Passos. Por isso que sou devoto, ele sempre olhou por mim.

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Agosto 12, 2006

Putaria no acampamento

Arquivado como: Fotos, Hist. fora de puteiros — xupaxota @ 11:50

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Eu namorei uma putinha, muito tarada, quer era fisicamente bem do meu gosto: branquinha, tetinhas pequenas com bicos almofadados, uma bunda fantástica, coxuda e uma buceta bem feitinha que parecia de bebê, com um grelo de tamanho médio, ótimo para chupar. A família dela era bem antiqüada, religiosa e, sobretudo o pai, era super rigoroso. A putinha não podia sair à noite, só durante o dia. Às dez da noite tinha de estar em casa. Dez horas e um minuto, já dava confusão. Eu sempre brincava com ela: “- Quer dizer que o teu pai só deixa tu fuder de dia…” Era uma história, a guria vivia na rédea curta. Como é que pais e irmãs podem pensar que uma putinha de 21 anos, com namorado há algum tempo, não fudia? Bah!, e como fudia! A putinha fudia como uma louca, era tarada demais. Eu ficava imaginando o que a família diria se soubesse como ela era na cama…

Uma vez, resolvemos ir acampar na praia, mas obviamente que os pais não deixaram: “- Só se as irmãs dela forem junto!”, anunciou o pai. “- Não tem problema, nós levamos as irmãs.” E lá fomos nós acampar com as irmãs junto. Era uma praia que gostava muito, e onde já tinha acampado outras vezes, deserta e com um rio que corria ao lado, paralelamente à praia. O lugar era muito bonito e armamos a barraca em frente a uma pequena ponte que ficava sobre o rio e por onde se podia chegar à praia. Em frente à ponte tinha dois coqueiros, um de cada lado, onde se podia ver a lua entre eles. Se o paraíso existe, deve ser parecido.

Quando chegamos, as gurias vestiram logo os biquínis e foram pra praia, enquanto eu me preparava para fazer uma feijoada. Sempre gostei de cozinhar e, nos acampamentos, o prato que mais fazia era feijoada. Cortei a porra das carnes, juntei o feijão e coloquei na panela, que foi sobre o fogo do pequeno botijão de gás. Era como eu fazia feijoada na época, misturava tudo e metia junto na panela, com os temperos.

O dia correu assim tranqüilo, com elas na praia e eu cozinhando, e depois almoçando já no final da tarde. Pra que ter hora para qualquer coisa num acampamento? A noite chegou e ficamos na areia, sentados, conversando, ouvindo música e apreciando a lua que aparecia entre os dois coqueiros. As irmãs dela eram bem legais e eu gostava de conversar e brincar com elas, mas o que eu tava querendo mesmo era que elas fossem dormir, para a putaria com a minha putinha começar.

Mais tarde elas avisaram que iriam dormir e nós ficamos alí fora, com a desculpa de arrumarmos as coisas, guardar panelas, pratos e deixar tudo pronto para o dia seguinte. Elas entraram na barraca e nós ficamos namorando, nos beijinhos e nos carinhos sacanas: passa a mão nas tetinhas, passa a mão na bundinha, na bucetinha… e as coisas foram esquentando. Tirei a blusa dela, expondo as tetinhas lindas. Acariciei as duas, para nenhuma ficar com ciúmes da outra, e os biquinhos endureceram. Fiquei acariciando eles suavemente com as pontas dos três dedos, anular, médio e indicador. Ela ficava doidinha e gemia. “- Não podemos fazer barulho por causa das tuas irmãs… Vê se te controla…” Ela era escandalosa fudendo e gritava até não mais poder. Claro que naquela noite isso não poderia acontecer, ou as irmãs dela iriam ficar sabendo que a irmãzinha caçula delas já fudia e muito!

Botei o pau, já molhado, para fora e ela agarrou ele com tesão. Como batia uma boa punheta aquela vagabunda! Eu não me desgrudava das tetinhas perfeitas delas e nem ela do meu vergalhão duro. O restante das roupas desapareceram e nossos corpos nus foram acariciados pela brisa morna daquela enluarada noite de verão. Ficamos em pé e nos abraçamos, com o meu cacete no meio das suas coxa e as minhas mãos acariciando sua bunda maravilhosa. Nos esfregávamos feito loucos e suas coxas já estavam molhadas pela nossa lubrificação. Comecei num vai-e-vem no meio daquelas coxas roliças, encharcadas, com meu pau se esfregando no meio da sua bucetinha. Ela gemia e eu tapava sua boca. Eu também sou escandaloso fudendo, mas pelo menos me controlo mais do que ela… “- Meu amor, não pode gemer alto, tuas irmãs vão ouvir!”, dizia eu baixinho no seu ouvido e aproveitava para beijar e acariciar com os lábios o seu pescoço. Ela tremia de tesão e um friozinho louco corria de cima a baixo pelo meu peito. Como era bom foder aquela vadia!. Não aguentava mais, precisava meter naquela buceta quente. Ela, como que pressentindo o meu desejo, ajoelhou-se e engoliu o meu caralho, chupando e acariciando as bolas. “- Chupa meu bem, chupa, engole o teu caralho…” Ela chupava e punheteava ao mesmo tempo, me deixando doido. Tava foda! “- Pára meu amor, pára senão eu gozo nessa boca fuderosa!”, disse e peguei-a pelos braços, levantando-a. “- Deixa eu chupar mais um pouquinho, se ver que vai gozar eu paro…” Como se a porra funcionasse assim… “- Nada disso, agora é a tua vez.” Coloquei-a sobre o capô do carro e abri suas pernas, deliciando-me com a visão da sua buceta inundada pela nossa molhação. Dei um tapinha leve na testuda e disse: “- Agora tu vai ter o que tu mais gosta…” Caí de boca! Chupei a sua bucetinha alagada e com o grelinho duro. A bucetinha dela tinha pêlos ralos e bem aparadinhos, rente à pele. Lambi com vontade de cima a baixo e depois me concentrando no grelo, passando a língua em volta dele e em cima, abocanhando e chupando, voltando a lamber e, finalmente, usei a minha técnica secreta. Às vezes penso que é até sacanagem eu usar essa técnica… A puta fica totalmente descontrolada e goza muito rápido. Foi o que aconteceu… Eu já nem estava mais me importando com os gemidos dela e se as irmãs iriam ouvir.

Fiquei de pé, agarrando suas coxas e puxando-a de encontro a mim, enterrando na sua buceta vertiginosa o meu cajado teso. E aí fudeu! Metia alucinado, sentindo a pele da minha piça escorregando na da sua xota incendiária. Como é bom fuder sem camisinha! (mas não façam isso, hoje em dia não dá!) Eu era um doido delirante, desatinado, desequilibrado, totalmente descontrolado, fudendo a minha putinha estonteante. A porra estava próxima, estava para me acabar dentro da sua buceta acetinada, quando a vadiazinha gozou, me agarrando e estremecendo-se toda. Fui junto e jorrei uma cachoeira de porra pra dentro da sua xana, enchendo-a com meu esperma quente. Acabados os dois, desabei sobre ela e ficamos alí sobre o capô, sentindo nossos corpos colados e suados, sentindo nossos corações acelerados, batendo forte e acalmando-se lentamente. Eu adorava aquela puta. Nunca teve melhor…

Dia seguinte. “- Maninha, eu não esperava isso de ti. Transar em cima do carro, a céu aberto? Imagina se meu pai fica sabendo disso! E pior, transando daquele jeito! Parece que é uma tarada! E nem se preocupou em não fazer barulho! Nós ouvimos e vimos tudo! Que vergonha!” As irmãs dela, naquela noite, descobriram uma irmã que não conheciam… Uma irmã fudiona! Felizmente elas foram cúmplices e não contaram nada para os pais, ou seria um completo caos. Mas que elas devem ter gostado de ver, isso devem. Aposto até que bateram uma siririca enquanto nos observavam da barraca… Claro que elas gostam de putaria, assim como qualquer pessoa normal. Afinal, é a putaria que nos motiva a viver, trabalhar, comer, que traz um sentido para nossas existências nesse mundo…

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Agosto 1, 2006

O sabá da putaria

Arquivado como: Fotos, Hist. fora de puteiros — xupaxota @ 16:03

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Sábado foi dia de putaria com a minha putinha particular. Como não bebo mais desde o início do ano, tenho dado preferência a receber putinhas em casa e não mais ir a puteiros, pois eles - pelo menos para mim - estão associados à embriaguez. Como conheço trocentas mil putas, isso não é problema para mim; é só fazer uma ligação e prontamente tenho os favores sexuais da vadiazinha escolhida. Melhor dizendo, não favores, mas serviços, pois invariavelmente os mesmos me são cobrados, com algumas exceções.

Essa putinha do sábado é, atualmente, a que prefiro para fazer programas, já que com ela não parece que estou fazendo programa, é como uma foda com uma puta amadora. Ela é loirinha, branquinha e, apesar da minha preferência por tetinhas pequeninhas, adoro as tetonas enormes dela. São lindas e ainda duras, com certeza por causa da pouca idade. Tem um corpinho do caralho, não é magricela, ao contrário, é do tipo gostosona, com uma bundinha de tamanho médio, porém muito bem feita, bonita e tesuda. A coxudinha tem estatura em torno dos 1,60m e é bem tranqüila, faz putaria sem pressa e adora gozar com minha chupada. Parece que estou fudendo com uma namoradinha.

Ela chegou por volta das oito da noite e viemos direto para o escritório, mais aconchegante que a sala e não tão íntimo quanto o quarto. Gosto de ir devagar, deixando o clima de putaria chegar aos poucos, naturalmente, sem afobação. Sentamos no sofá, conversando trivialidades enquanto tomávamos um mate quentinho e ouvíamos Diana Krall, a minha cantora de jazz preferida. Gradualmente nossos corpos foram se aproximando e acariciei seus cabelos loiros claros, que vão até os ombros, assim como seu rosto, de pele macia. Na verdade, todo o seu corpo tem uma pele extremamente macia e sedosa, prazerosa ao toque. Acariciei suas tetonas sobre o blusão de lã, sentindo-lhes a rigidez jovem. Ao tocar-lhe as super-tetas, de imediato, como num reflexo, ela agarrou meu cacete já duro e ficou a friccioná-lo por sobre a calça, que em pouco tempo exibia uma mancha devido à molhação que vinha do meu caralho teso. Afastei seus cabelos e beijei suavemente seu pescoço e nuca, arrancando-lhe arrepios e gemidos. Ela não largava minha vara e meus beijos tornaram-se mais impetuosos, demonstrando a minha excitação. Eu ofegava e gemia com aquela mão deliciosa agarrada ao meu cajado, sentindo a porra pulsar dentro das minhas calças e já desejando a sua boca quente engolindo ele inteiro, entrando pela garganta e fazendo-a engasgar.

Eu continuava beijando seu pescoço e nuca, sentindo o doce e delicado perfume entranhado na sua pele, sem deixar de me atracar nas suas tetonas duras. Não agüentava mais e levantei seu blusão e blusa, de onde surgiram aqueles dois melõezões cheios, rijos… Ela não usava soutien e pude, de imediato, deliciar-me com a visão dos seus peitões de bicos rosa-claros. Caí de boca, mamando alucinadamente, com sofreguidão. Segurava as duas tetas e chupava, esfregava a cara, gemia, mordia levemente, ficando e deixando-a igualmente excitada. “- Gosta de mamar nas minhas tetas, meu taradinho?” “- Adoro, adoro mamar nesses tetões duros tesudos! Adoro mamar nas tuas tetas de puta!” Ela meteu a mão dentro da minha calça e agarrou o caralho duro e molhado, punheteando devagar. “- Aperta bem forte na raiz do cacete, minha putinha, aperta muito que eu gosto!” Ela empurrou a mão de encontro à minha virilha e apertou com força, fazendo meu porrete ficar inchado e me molhando mais ainda. “- Tira essa calça que eu quero ele livre pra poder chupar…” Tirei as calças e a camisa e ela fez o mesmo, ficando os dois nus. Eu estava todo molhado e a putinha se grudou mais uma vez no meu pau, apertando bem forte na raiz. “- Como essa porra tá inchada! É tesão por mim, meu safadinho?” “- É muito tesão por ti minha puta vadia, gostosa. Tu me deixa assim, de cabeçorra inchada… Lasca uma punheta, lasca!” Ela bateu uma punheta gostosa, no meu pau molhado, me deixando sem noção de nada, só sentindo o prazer que aquela vagabunda me dava. “- Empurra com uma mão na raiz, aperta com força e punheteia com a outra bem na cabeça encharcada. Vai minha putinha!” Caralho!! A punheta batida assim, com a cabeça bem exposta, molhada e inchada, com uma mão bem concentrada nela, é um tesão indescritível! Mas a mão que punheteia tem de estar envolvendo a cabeça de leve, não com força. É muito bom! Acho que é até melhor que meter na buceta. “- Pára, porra! Pára senão eu me esporro todo!”

Ela parou, levantou e se ajoelhou entre as minhas pernas. Pegou meu pau, encostou entre os tetões e apertou-os firmemente, fazendo meu cacete sumir entre eles. É a deliciosa espanhola, a punheta de peito! Putz!! Fazia um movimento suave de sobe-e-desce, a cabeça do pau aparecendo acima das tetas e depois sumindo entre elas quando ela subia. Tudo molhado, as tetas molhadas, meu pau encharcado, entumescido, e eu já a ponto de me esporrar todo. Ela pressentiu e me disse: “- Não vai gozar agora que eu quero tua boca na minha buceta. Quero gozar primeiro com a tua chupada.” “- Então pára com essa porra porque eu não agüento, assim eu gozo nessas tetonas gostosas!” Ela parou e eu puxei-a pela mão levando-a para o quarto.

Entramos no quarto e eu sentei na beirada da cama, deixando-a em pé entre as minhas pernas, abraçando-a e beijando e chupando os seus melões. Com as mãos eu percorria o seu corpo todo com carícias, do alto das costas às coxas, passando pela sua bundinha dura e mergulhando pela parte interna das suas coxas, indo até quase a buceta, mas sem tocá-la. Eu gosto de provocar para a puta ficar bem excitada. Passei a mão no reguinho, sentindo o calor das suas bandas, mas quando meus dedos avançaram pro cuzinho, ela trancou a bunda, não me deixando tocá-lo. Enquanto isso ela me batia uma punheta. Puta adora ir logo metendo a mão no pau, não sabe viver sem um pau na mão.

Deitei-a na cama, de costas, e me atraquei no seu pescoço, beijando e acariciando com os lábios. Segui descendo até os peitos e me detive um pouco, beijando, chupando e mordiscando, para em seguida descer mais pelo seu corpo, acariciando-o com os lábios. Cheguei ao umbigo e beijei suavemente. Ela sentiu um arrepio e arqueou o corpo. Fiz mais umas carícias alí e desci mais, chegando até o seu monte de vênus, que é peladinho. Beijei delicadamente, passei a língua e ela gemia abrindo as pernas. Tá viciada a vadiazinha… Mas eu sou de provocar e não iria meter a boca na buceta assim tão rápido. Desci com a boca pelo lado da xotinha pelada, beijando e lambendo os lábios, fazendo com que a putinha levantasse o quadril querendo minha boca na sua buceta. Segui pelo lado, beijando e mordiscando a parte interna da sua coxa macia e voltei aos lábios, sem encostar no meio da buceta. Ela gemia e segurava a minha cabeça tentando direcioná-la para onde queria. Eu escapava e continuava com as carícias sempre em volta da sua buceta cheirosa, sem dar o que ela queria, provocando-a mais e mais. “- Mete a boca porra! Mete a boca que eu tô louca! Quero tua língua!” Ela mexia, gemia e me puxava, doida de tesão querendo logo a chupada. Toquei então bem no meio da sua bucetinha, na altura do buraco negro, com o meu nariz. A putinha estava encharcada! Acariciei com o nariz a sua bucetinha molhada enquanto ela se contorcia e gemia. Finalmente, com a buceta dela ainda fehadinha, passei a língua suavemente de baixo até o alto. Fiquei lambendo aquela bucetinha fechada, subindo e descendo, sentindo a sua pele e o seu tesão. Enfiei a língua entre os lábios e ela gemeu mais alto, abrindo mais as pernas e expondo o grelo com as mãos. Com muita delicadeza, levemente, toquei seu grelo com a língua. A puta tremeu. Toquei de novo e ela agarrou minha cabeça com força, impedindo-me de sair dalí. Lambi seu grelinho pequeno bem devagar, passando a língua em volta e sobre ele. Já era hora: envolvi o grelinho com os lábios, desencapando ele, e lambi a pontinha, a princípio lentamente. A puta enlouqueceu. Gemia forte segurando a minha cabeça enquanto eu aumentava mais o ritmo da chupada-lambida. Percebi que ela estava se descontrolando e pensei: “- Agora é hora de atacar com a minha técnica secreta!” Não deu outra, a putinha tremia, gemia e se contorcia num gozo intenso. Quando parei, por ela não suportar mais o toque no grelo, ela ainda continuava gozando. É uma das coisas que gosto nela, o gozo dela é lindo, afogueado, enérgico, arrebatado e longo. Como goza aquela putinha.

Fiquei deitado sobre ela, beijando-lhe a barriga até que ela se acalmasse e se refizesse do gozo. “- Agora é a tua vez”, disse ela. Deitei de costas e ela se posicionou entre as minhas pernas, abocanhando meu caralho. Mamou avidamente, como se fora uma bezerrinha faminta. Mamava e acariciava meu saco. Eu, louco de tesão, gemia forte e acariciava-lhe o cabelo sedoso. “- Chupa, putinha! Chupa que tá bom demais!” Ela continuava a chupada e vez por outra tirava a boca e aplicava um punhetão na cabeça do pau, me deixando mais louco ainda. Então ela resolveu me matar de vez: girou o corpo, colocando-se ao meu lado, com a bunda na direção do meu rosto, de quatro. Molhou a mão de saliva e castigou uma punheta fuderosa. Vendo aquele rabinho na minha frente, não agüentei e agarrei ele com as mãos, gritando: “- Eu gozo segurando essa bunda, porra! Bundaaaaa!! Lasca a punheta mais rápido putaaaa!!” Ela acelerou o movimento, molhou mais e lascou mais rápido ainda. Tava muito foda! “- Vou gozar porraaaa! Enconsta meu pau nessas tetas que eu quero me esporrar nelas! Vai putinha! Me faz gozar neses tetões, porraaaaaa!!! AAAhhaaaaaa!!!” Foi um gozo violento que fez meu corpo todo tremer, gerando ondas pelas minhas costas, peito, barriga, pernas, até que derramei a última gota de porra. Ofegante, ainda não conseguia me controlar, quando ela se ajoelhou ao meu lado e me mostrou: “- Olha como tu deixou as minhas tetas esporradas… Agora vai ter de me dar banho pra limpar…” Eu abracei a vadiazinha e deitei-a sobre mim, ficando assim um tempão, acariciando suas costas e bunda. “- Tu é foda meu amor, tu me faz gozar muito. Adoro teu punhetão!”

Tomamos banho e jantamos. Próximo da meia-noite ela me avisou que precisava ir. Tinha medo de andar muito tarde sozinha na rua. Nos abraçamos longamente e desci para levá-la até o portão, onde nos despedimos. Tinha recém terminado uma boa putaria com ela, mas não via a hora de marcar um outro programa. Enquanto ela se afastava eu olhava pra sua bundinha, lembrando como gozei gostoso segurando e olhando pra ela…

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Junho 15, 2006

Lingüição no bucetão

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A melhor foda da minha vida foi uma ex-namorada, uma puta amadora. Para quem não leu todas as histórias desde o início, puta amadora é aquela mulher que não cobra pra fuder, enquanto que a puta profissional é a que cobra. Essa minha putinha foi realmente a melhor foda que já tive. Branquinha, tetinhas pequenas com bicos do tipo que chamo “almofadados” (meu tipo preferido), bunda absurda, coxuda e uma bucetinha que parecia de bebê, com grelo de tamanho médio, daqueles que cabem certinho na boca. E o melhor de tudo: era totalmente tarada e escandalosa quando fudia. Ela tinha a cabeça bem aberta pra putaria e topava tudo que eu inventava, assim como eu topava as loucuras dela. Essa minha putinha deliciosa tinha uma tara especial por caralhões absurdamente grandes. Ela dizia que quanto mais doía pra entrar mais ela gostava. Era louca por pau de jegue…

Quando a conheci ela era virgem e creio que a sua tara por cacetões se desenvolveu devido ao namorado que teve antes de mim, que segundo ela, tinha um cacete gigante. Para ela o pau ideal não podia ter menos de 30 cm e deveria ser muito grosso, como uma lata de refri. Coisa de lascar buceta em banda. Sendo assim, quando assistíamos filmes de putaria ela sempre escolhia algum que tivesse atores com caralhos avantajados e com cenas de dois homens comendo uma puta, uma fantasia dela. Eu, com meu modesto pau de 16 cm, incentivava a fantasia dela para que tivesse o máximo de prazer possível e fantasiávamos bastante quando assistíamos filmes, falando muita putaria, o que a deixava tão molhada que escorria pelas pernas.

Como ela tinha essa tara especial, foi natural que chegássemos a transar usando pau de borracha gigante para enfiar na buceta dela. A questão é que ela não gostou dos tais caralhos borrachudos, pois disse que não pareciam como cacetes de verdade quando estavam dentro dela, eventualmente até incomodando-a. Ela queria algo que realmente parecesse um caralho de verdade arrombando seu buraco.

Um dia tive uma idéia e não falei nada a ela para fazer uma surpresa. Fui ao super e comprei o maior e mais grosso lingüição que encontrei. Ao imaginar antecipadamente a foda daquela noite fiquei muito excitado, já antevendo como ela gritaria e ficaria doida com aquela porrona toda enfiada na sua buceta insaciável. Voltei pra casa de pau duro e quando cheguei já deixei tudo preparado para a putaria da noite; guardei o lingüição num saco plástico dentro da gaveta do criado mudo juntamente com algumas camisinhas. Estava tudo armado, era só a putinha chegar…

À noite, recebi-a normalmente, beijinhos, abraços e coisa e tal. Sentamos no sofá da sala e ficamos nos amassos, naquele pega-daqui-pega-de-lá e a coisa foi esquentando. Tirei sua blusa - ela nunca usava soutien - e admirei suas tetinhas lindas, chupando, beijando e lambendo os biquinhos, para em seguida fazer o que a deixava muito louca: com as pontas dos três dedos, polegar, indicador e médio, massageava suavemente os biquinhos, deixando-os durinhos e arrancando gemidos de tesão dela. “- Porra, adoro essa coisa que tu faz com os dedos nos meus bicos, fico doida pra te dar logo a buceta, pra receber esse cacete gostoso no meio das minhas pernas, enchendo meu buraco todo!” E que buracão! A puta tinha um verdadeiro buraco negro no meio das pernas, super arrombado, que aguentava qualquer coisa dentro dele. Quando ela se excitava a porra do buracão se dilatava e parecia um túnel de metrô. Era quente, macio, molhado - ela se molhava com extrema facilidade - gostoso e guloso. Era um Bucetão, assim, escrito com bê maíusulo mesmo.

A putaria estava incendiando o apartamente quando resolvemos ir para o quarto, já nus. Ela deitou na cama de costas e eu comecei a acariciar seu corpo com as mãos e os lábios, iniciando pelo rosto e descendo, detendo-me um pouco nas tetinhas fuderosas e indo mais abaixo. Quando cheguei na bucetinha, que ela mantinha com os pelinhos ralinhos bem aparados, abri suas pernas e lambi sua molhação viscosa. A vagabunda tava toda encharcada e eu não resisti, abocanhando seu grelo e chupando com tesão. “- Chupa filho da puta, chupa essa buceta toda que eu abro as pernas pra receber seu caralho duro! Olha como eu abro as pernas pra ti!” E abriu as pernas o máximo que pôde, mostrando o buracão sem fundo e o grelo já durão. Esfreguei o rosto todo naquela buceta ensopada, louco de tesão, com o pau latejante escorrendo de tão molhado. Me fartei de chupar e esfregar a cara e então disse pra ela: “- Fecha os olhos que eu tenho uma surpresa pra ti.” “- O que é?” “- Fecha os olhos que tu já vai saber…” Ela fechou os olhos sem saber a boa surpresa que a aguardava…

Abri a gaveta do criado mudo, peguei o lingüição e cuidadosamente segurei-o entre as suas coxas, sem deixar com que ele tocasse na sua pele, e falei: “- Fecha as pernas minha putinha.” Ela fechou as pernas e quando sentiu a porra, gritou: “- Que porra é essa?” “- É um lingüição que vai arrombar a tua buceta, que vai te lascar e te fazer gozar muito!” “- Ai, eu quero essa porra em mim! Porra, filho da puta, sacana, tu me faz cada coisa que me enlouquece!” Peguei uma camisinha, dei pra ela e pedi: “- Veste teu lingüição minha puta, veste pra ele poder te fuder muito!” Ela segurou a tora e vestiu a camisinha. “- Agora chupa!” A vadia começou a chupar desesperada, tentando enfiar tudo pra dentro, mas era muito grande para a sua boquinha chupadora. “- Ai meu filho, que porra enorme, veja como eu tô toda molhada de tesão!” A buceta da vagabunda parecia uma cachoeira, como se as cataratas do Niágara estivessem no meio das suas pernas. Ela segurava o lingüição e mamava feito uma louca, gemendo e gritando: “- Caralho gostoso, eu te quero dentro do meu buraco, me arrombando! Que cacete tesudo!” Eu não me aguentava de tesão, com o pau pingando e um friozinho subindo e descendo pela barriga e peito, como fico quando a putaria é braba. É uma sensação deliciosa, e ver minha puta com aquela vara na boca me deixava assim.

“- Agora vem cá minha putinha, ajoelha na cama.” Ela ajoelhou e eu peguei a lingüiça colocando entre as suas coxas bem colada na buceta. “- Abre os lábios pra porra ficar bem gostosa.” Ela abriu os lábios da xotona acomodando bem o lingüição entre eles e comecei num vai-e-vem com aquele pirocão esfregando nas suas coxas e buceta. Ela alucinada gritava: “- Ahhhh!, essa porra parece um cacete de verdade! Esfrega mais rápido porra!” Eu acelerei os movimentos fazendo-a gemer mais e ficar mais doida. “- Não aguento! Não aguento! Quero logo essa porra dentro de mim! Mete em mim meu amor, mete tudo e me arromba, por favor!” Tirei a cobrona do meio das suas coxas e ela deitou com as pernas abertas e o buracão ensopado. “- Abre o mais que tu puder, quero te ver implorando pra receber cacetão!” Ela abriu as pernas ao máximo, levantando-as, deixando o cavernão bem à mostra. “- Mete em mim, mete caralho!” Enconstei a porra no seu grelinho e fiquei esfregando, provocando-a. “- Deixa de sacanagem e mete logo esse cacetão de jegue em mim, porra!” Apontei pro buracão negro e enfiei devagar. A puta se desesperou e gritava alucinada. “- Mais! Mais! Quero mais! Enfia tudo!” Eu ia enfiando aos poucos para não machucá-la, mas nem precisava, pois a vadia estava com o bucetão muito dilatado de tesão. A porra entrou quase toda e eu retirei até quase a ponta, enfiando de novo, desta vez com menos cuidado. Ela gemia forte e mantinha as pernas abertas segurando com as mãos. Não tinha mais para onde abrir, a puta estava toda escancarada. Eu metia e tirava cada vez mais rápido e ela gritava mais alto: “- Me lasca caralhão, me parte ao meio que eu morro gozando!!”

Meu pau estava explodindo. Eu ajoelhado ao lado daquela vagabunda escandalosa que parecia ter perdido a sanidade, socando com força e rápido o lingüição no bucetão arregaçado dela, o caralho molhado de pingar, não aguentava mais. “- Lasca uma punheta aí minha puta, dessas que só tu sabe bater! Capricha na punheta que eu capricho mais na enfiada! Vai porra!!” A sacana agarrou meu cacete ensopado e começou um punhetaço indescritível. Eu socando com mais força nela e ela aumentando o ritmo da punheta. “- Porraaaa, putona gostosaaaaa!!! Vou te esporrar toda vagabundaaaa!!!” Gozei de um jeito muito forte, melecando a vadia com a minha porra e continuei com a socação. Pouco depois ela começa a gritar mais forte e a tremer, num gozo incrível. “- Aaaahhhhh!!! Tô gozando filho da puta!! Tô gozando nesse caralhão que tu me deu!! Enterra mais que eu tô gozaaandooo!!!” E ela se acabou agarrada no meu pau, parecendo que iria arrancá-lo e com a buceta atolada com aquele lingüição. Seu gozo foi demorado e depois que relaxou, deitei por cima dela. Nos beijamos, nos acariciamos, ela estava satisfeita, feliz e eu também.

Com essa puta fiz as melhores putarias da minha vida. Ela tinha a cabeça aberta pra tudo e uma garganta de aço. Tive várias reclamações de vizinhos por causa do barulho que ela fazia. Foda-se! Mulher, quanto mais escandalosa, mais gostosa para mim. Mesmo muito tempo depois de termos terminado, sempre que nos encontrávamos não resistíamos e acabávamos na putaria. Ótima vagabunda, mas todas passam - só minha mão fica…

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Maio 12, 2006

Putaria com casal

Arquivado como: Fotos, Hist. fora de puteiros — xupaxota @ 1:54
Sempre gostei muito de fotografia e inclusive já fotografei profissionalmente, época em que tinha um laboratório fotográfico da minha preferência, onde sempre levava os filmes para revelar. Um dia quando cheguei lá encontrei uma funcionária nova atendendo no balcão. Era muito simpática, branquinha com corpo muito bem feito e cabelos até os ombros, crespos e escuros. Sorria o tempo todo e fiquei encantado com ela, não apenas porque era gostosa, mas também porque a sua alegria era contagiante. A boca, bem delineada e carnuda, parecia um imã que irresistivelmente atraía os meus olhos e lábios. Conversamos muito durante o atendimento, que foi longo, mais do que o habitual, quando soube nessa conversa que ela era casada. Uma pena. Senti uma grande atração por ela e a vadia era casada - que bosta! Como é que eu ia fuder aquela puta?!

Apesar de saber que ela era casada, logo, uma mulher não disponível, me sentia atraído de tal maneira que, sempre que ia ao laboratório, não conseguia deixar de ficar conversando com ela mesmo depois de ter sido atendido. Gostava de olhar seus lábios e seu corpo delicioso, de pernas grossas e gostosas, com uma bundinha durinha, linda, e de sorriso encantador. Eu sei, ela era casada, mas será que não aceitaria um convite meu para sair? Eu não conseguia deixar de pensar naquela puta, em beijar seus lábios, sua boca magnética, em tocar e acariciar todo o seu corpo, sentindo o arrepio na sua pele, suas tetinhas pequenas em minhas mãos e, finalmente, meu pau invadindo sua buceta enchendo-a de porra quente. Caralho! Eu precisava fuder aquela puta!

A cada vez que ia ao laboratório eu me sentia mais tentado a convidá-la para sair, e o pior é que não sentia mais apenas tesão, estava mesmo começando a gostar da vagabunda coxuda. Durante uma de nossas conversas, depois de ser atendido, resolvi que tinha de arriscar o convite. O máximo que poderia acontecer seria receber um não, mas pelo menos me livraria daquele sofrimento, saberia que não teria chance alguma com ela. Se ela recusasse, foda-se!, o mundo não ia acabar por isso, eu só iria deixa de fuder uma das putas mais gostosas que já conheci. Resolvi que era o momento porque não conseguia me controlar mais e arrisquei: “- Minha querida, tu aceitarias um convite meu para sair?” e fiquei esperando o não… “- Aceito sim, onde tu quer ir?”. Iiiiiêêêêbaaaa! O primeiro passo tinha tido sucesso, eu ia sair com a vagabunda!!

Fomos a um barzinho tomar uns drinks e conversar, eu queria conhecer mais aquela putinha que despertava tanto tesão em mim. Era dia de semana e não pudemos ficar muito tempo porque precisávamos trabalhar no dia seguinte. Durante todo o nosso papo ela não falou uma vez sequer sobre o marido, o que era bom, pois quando encontro uma casada que não pára de falar no marido é uma bosta. Além disso, poderia significar algo positivo com relação às minhas intenções de fudê-la bastante - já que ela não falava no marido podia ser que não fosse tão ligada a ele, podendo rolar uma foda extra-conjugal. Meu olhar estava sempre voltado para aqueles lábios carnudos e eu queria muito beijá-los e mordê-los, mas não rolou oportunidade enquanto estávamos no barzinho. Saímos para voltar pra casa e entramos no carro, que eu havia deixado no estacionamento de um parque em frente. Conversamos mais um pouco dentro do carro, eu tentando criar uma situação para beijá-la, mas como não conseguia, pensei: “- Foda-se, vai sem situação mesmo” e avancei para aquela boca, ávido por grudar nela e não largar mais. Ela aceitou e retribuiu o beijo, que foi longo, com mordidas nos lábios. Que boca! Por algum tempo ficamos naquele namorinho, mas sem nada de putaria, só beijos, suaves, loucos, de todo jeito. Estava muito bom mas tínhamos de voltar pra casa. Uma pena…

Depois desse incentivador encontro, me senti mais à vontade para convidá-la a ir lá em casa. Jantamos juntos e depois começou a rolar a putaria, que terminou no quarto. Após a foda ficamos deitados conversando, quando ela me falou: “- Eu preciso te dizer que eu conto tudo que me acontece ao meu marido.” “- Isso significa que tu vai dizer a ele que transou comigo?!” “- Vou, mas na verdade ele já sabe.” “- Porra, tu tá louca?!” “- Não fique preocupado, ele não se importa e até gosta.” “- Como assim, gosta?” “- Ele se excita quando sabe ou me vê transando com outro. Na noite em que fomos ao barzinho ele nos seguiu e ficou nos observando enquanto estávamos no carro.” Aquilo me deixou com uma sensação meio estranha, não sabia o que pensar, não sabia como reagir. Mas enfim, foda-se… Não rolando problema para mim, estava tudo bem e eu poderia continuar fudendo aquela putinha gostosa.

Aconteceram outras poucas transas, sempre lá em casa e eu estava preocupado por estar me apegando a ela. Acho que por isso ela me disse que em situações desse tipo eles costumavam manter uma relação a três. “- Sabe como é, eu não quero que tu venha a gostar de mim e depois sofra com isso. Eu tenho uma boa relação com o meu marido e pretendo que continue assim.” É, eu sabia como era…

Havia um barzinho que eu frequentava muito na época e ia sempre para lá, geralmente sozinho, e encontrava eventualmente amigos. Ela sabia disso e, não sei se por coincidência ou não, naquela sexta à noite o casal apareceu por lá. Ela me apresentou a ele, conversamos, bebemos, comemos e foi ficando tarde. Estava na hora de ir pra casa. “- Tu pode nos dar uma carona? Estamos sem carro.” “- Não tem problema.” Ninguém disse nada com relação ao lugar para onde estávamos indo, mas talvez, instintivamente, eu segui para minha casa. Estacionei na garagem e pegamos o elevador que nos deixou no último andar, onde morava.

Estávamos na sala conversando, bebendo e ouvindo música, quando resolvi ir para a sacada. Eles desligaram a luz e toda a casa foi tomada pela penumbra. Ela veio até mim e me beijou, enconstando-se no meu corpo, esfregando-se no meu pau, que começou a inchar dentro da calça. Quando abri os olhos após o beijo, ele estava atrás dela, beijando-lhe a nuca. Ele tirou a blusa dela, que estava sem soutien, e passou as mãos em volta das suas tetinhas, acariciando-as e deixando-me mais excitado. Era como se ele me oferecesse as tetas dela e eu não resisti, abocanhnado-as, mamando-as, mordiscando os seus biquinhos. Respirávamos aquele tesão solto no ar, numa situação que nunca tinha vivido. Foi então que ele tirou a calça dela, exibindo uma calcinha de renda branca, assim como ela. Virou-a de costas para mim e pude ver a bundinha muito bem feita, toda exposta pelo fio dental, que passei a acariciar enquanto ele tomoava o meu lugar chupando as tetas dela, que gemia: “- Adoro um homem na frente e outro atrás…” Tirei a camisa e enconstei nas suas costas, sentindo a pele macia, para logo em seguida tirar o pau de dentro da calça e esfregar ele, molhado, naquela bundinha deliciosa, ainda virgem para mim. Eu esfregava o pau na bundinha gostosa e ela rebolava nele dizendo: “- Quero sentir dois cacetes hoje dentro de mim, quero me acabar com dois machos me fudendo…” A minha vara já estava pronta, dura como uma rocha, para a deliciosa empreitada…

Fomos para o quarto, deitei-a na cama, tirei a sua calcinha, escancarei suas perna deixando ver toda a sua buceta completamente molhada e caí de boca, chupando o seu grelinho. Até hoje nunca chupei buceta mais cheirosa que aquela! O marido dela ajoelhou-se na cama ao lado da sua cabeça e imediatamente ela segurou o cacete e fez desaparecer dentro da boca, chupando feito louca. A bucetinha de pêlos curtinhos não parava quieta na minha boca e eu segurei-a pela bunda macia e durinha para chupar melhor. A minha língua subia e descia entre os lábios e o grelinho estava durinho, mostrando o seu tesão. Lambi em volta dele e em cima, arrancado-lhe mais gemidos sufocados pelo caralho dentro da boca. Abri bem as coxonas e expus o grelinho ao máximo, envolvendo-o com os lábios molhados e chupando, ao mesmo tempo em que tocava a pontinha dele com a língua. Ela se arqueava, empinando a buceta, deixando-a ainda mais disponível para a minha boca chupadora de xotas. Então ela gemeu mais forte e tirou o pau do marido da boca para gritar: “- Continua chupando assim gostoso que eu tô gozando na tua boca porraaa!! Tô me acabando com essa chupada!!” O marido incentivou: “- Goza meu amor, goza com o teu outro macho, adoro te ver gozando com outro, assim bem puta!”

Depois do gozo o marido dela colocou-a deitada de costas com a cabeça junto à borda da cama e abriu suas pernas, pronto para o abate. Enterrou o pau com força na sua buceta e fudeu-a violentamente. Fiquei em pé acima da sua cabeça e direcionei o cacete para a sua boca, empurrando-o para dentro. Fudi a sua boca e ela mantinha a cabeça parada, apenas recebendo o caralho duro que eu tirava e botava sem parar, segurando-me pela bunda. Mantivemos a foda no mesmo ritmo, ele na buceta e eu na boca, enterrando até a raiz, fazendo-a engasgar. Não dava para me controlar, tinha de tirar o pau daquela boca quente senão iria gozar, mas ela protestou: “- Me dá esse caralho, quero dois em mim, volta pra cá!” Esperei um minutinho para aliviar a vontade de gozar e meti de novo o pau na sua boca, que me acolheu com as lábios carnudos, molhados. Os gemidos dela ficaram mais fortes e eu pressenti outro gozo seu, que veio em seguida, com o marido enterrando-lhe a vara violentamente na buceta, causando-lhe espasmos de prazer pelo corpo. Aquilo estava gostoso, um tesão descontrolado, eu não iria aguentar por muito tempo mais.

“- Agora vamos fazer um sanduiche que ela adora ficar no meio de dois homens! Eu vou na buceta e tu no cu.” Ele deitou de costas e ela montou nele, enterrando o cacete todo na buceta ensopada. Olhei para a bundinha linda, gostosa e me aproximei pra molhar o cuzinho. Passei a língua naquele cu guloso, molhando bastante e encostando a cabeça inchada do pau e esfregando na porta do buraquinho. “- Enterra essa porra, não fica me provocando! Quero pau no cu!” Como um amante subserviente, obedeci e meti a cabeça no cu molhado, enterrando aos poucos até que chegou à raiz. Tirei devagar e enterrei de novo enquanto o marido parava esperando eu me ajeitar. O cuzinho já estava relaxado, recebendo bem o meu caralho duro e comecei a fudê-lo mais rápido, acompanhado por ele, que voltou a meter num vai-e-vem de pau na buceta. Ela gemia, gritava alucinada: “- Eu quero maaais! Eu quero três, quero quatro, quero todos os paus do mundo pra chupar e fuder!” A putinha falava muita putaria e isso me excitava mais ainda, me deixando totalmente descontrolado, enterrando mais rápido no seu cuzinho arregaçado e começando a sentir o corpo todo tremer. “- Porraaa! Não dá! Tô me acabando nesse cuzinho! Toma meu gozo, tomaaaa!!” O gozo foi violento e eu me senti fraco, tirando o pau do seu rabo gostoso e sentando na cama. Os dois não pararam, fudiam mais alucinadamente até que ela gozou de novo gritando e se enterrando no pau do marido. Depois foi a vez dele, que se acabou segurando a putinha pela cintura enquanto ela cavalgava seu pau. Os três extenuados com a putaria absurda de gostosa.

Fiquei na cama descansando enquanto eles iam para o banho, pensando e lembrando de tudo aquilo. Depois do meu banho eles foram embora e eu me senti meio vazio. A foda tinha sido muito boa, com certeza, mas não passou disso, uma foda. Isso não era bom porque eu estava gostando dela e estava sendo apenas um instrumento para o prazer dos dois. Seria ótimo se eu sentisse apenas tesão por ela, nada mais, mas não era o caso. Eles me procuraram várias vezes depois, mas eu evitei repetir a experiência e passei alguns anos sem vê-la. Eu a reencontrei depois desse tempo num show e trocamos um beijo carinhoso. Ela estava então com uma filha e separada. O marido não aguentou ficar sem saber se a criança era dele. Nunca mais a vi depois disso.

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Abril 28, 2006

Baton no cu

Arquivado como: Fotos, Hist. fora de puteiros — xupaxota @ 2:39
Tive uma namorada muito putinha. Namoramos duas vezes, espaçadas por alguns anos. Gosto de putas que topam qualquer coisa que eu invente e que também invente coisas para fazermos. Assim o sexo nunca fica monótono. Além disso, viver só de papai-e-mamãe é foda. Ela é desse tipo que topa qualquer coisa na putaria.

Uma das coisas que a minha putinha mais gostava era que eu comesse seu cuzinho. Ela realmente adorava dar o cu. Empinava a bundinha e, como era magrinha, ficava com o cuzinho todo exposto, pronto para receber vara, mas não só… E como era bonito aquele cu arrombado dela.

Uma vez, altamente bem intencionado, comprei alguns chocolates baton e guardei da gaveta do criado mudo. À noite quando ela chegou, ficamos no escritório conversando e tomando vinho. Ouvimos música e dançamos coladinhos. As carícias foram se tornando mais ousadas e resolvemos ir para o quarto. Tirei a sua roupa e ela ficou só de calcinha e soutien. Brancos, como sabia que gosto. Sentei na cama e puxei-a para mim, pegando e acariciando sua bundinha enquanto beijava sua barriga. Aquela putinha me excitava muito e adorava fuder com ela. Acariciei suas costas e tirei seu soutien. Suas tetas pequenas de bicos rosados ficaram à mostra e eu toquei-as com as mão suvemente. Meti a boca, mamando e mordendo os biquinhos. Ela suspirava. Minhas mãos continuavam naquela bundinha deliciosa, descendo pelas suas coxas e subindo de novo, tocando-a toda naquele mínimo fio-dental branco. Ela puxou minha camiseta e tirou-a, passando a mão no meu peito. Tocou no bico e eu enlouqueci. Continuei beijando mordendo e acariciando suas tetas e tirei sua calcinha. A buceta estava absurdamente molhada e eu tocava nela colocando o dedo entre os lábios. Tirei a calça e a cueca, fiquei em pé junto a ela e passei a cabeça do pau na sua bucetinha encharcada. Fiquei ali batendo uma siririca com a cabeça do pau e ela gemendo. Toquei seus cabelos loiros, lisos e encostei nela o meu corpo, enfiando o cacete entre suas coxas, molhadas por mim. Ela segurou na base do pau e apertou com força. Ajoelhou e começou a chupar, fazendo carinho no meu saco. Lambia de cima a baixo, lambia o saco, metia os ovos na boca e chupava, segurando minha bunda. Voltava para o pau duro e continuava com o boquete. Começou a chupar batendo punheta ao mesmo tempo e daí eu não aguentei. Não resisto a uma boa punheta, sobretudo se a puta estiver me chupando ao mesmo tempo.

Deitei ela na cama, de bruços, e fiquei admirando aquela bundinha. Acariciei suas costas com as mãos, descendo pela bunda e pelas coxas. Incinei-me sobre suas costas e beijei, descendo com os beijos até a bunda. Voltei acariciando com os lábios e passando a língua por toda suas costas. Os gemidos vinham junto com os arrepios, arrebitando levemente a bundinha. Fui de novo até a bunda e passei a língua no reguinho, tirando mais gemidos dela. Lambi mais profundamente, metendo a língua entre suas bandas e ela empinou mais a bunda. Segurei ela pelos quadris e puxei para cima, levantando toda a bunda. O cuzinho estava ali, pedindo carinho. Caí de língua nele. Lambia e enfiava a língua no cu, que como se resistisse, parecia apertá-la. Toquei na sua buceta e descobri o quão ela estava molhada. Me deu mais tesão sentir aquela molhação toda e eu enfiei a língua com mais força no cuzinho. Ela pediu: “- Come meu cuzinho, come… Tô louca pra sentir teu pau dentro dele…” E eu estava doido pra comer. “- Antes eu tenho uma surpresa pra ti minha putinha…” Abri a gaveta e pequei o baton. Tirei todo o papel e disse a ela: “- Hoje vou comer cu achocolatado.” Segurei sua bundinha empinada e encostei o baton no cu, fazendo carinho com ele. Dei mais uma linguada pra deixar mais molhado e enfiei devagar a ponta do baton. “- Porra, tarado! Tu inventa cada putaria que me deixa descontrolada!” Eu enfiei mais o baton e ela gemeu mais forte. Entrou metade da porra e eu soltei para ficar olhando aquele cu com um cilindro de chocolate enterrado nele. Ela empinava tudo que podia e eu louco de tesão, vendo aquele baton estocado alí. Tirei devagar, estava meio derretido. Lambi o cuzinho melecado de chocolate e falei: “- Olha pra mim, tu vai ver o quanto eu gosto do teu cu.” Coloquei o baton na boca e chupei, tentando sentir o gostinho dela. Mordi e mastiguei aquela chocotaria. Porra, que tesão! “- Não come todo que eu quero mais!”, ela me pediu. Abri a gaveta, peguei mais um e repeti a dose. Depois de enfiá-lo no cuzinho, chupei e comi o chocolate com gosto. Ela me chamava de sacana, de tarado e pedia o pau no cu.

Montei nas suas coxas e encostei o pau no seu rego. Ela rebolava a bundinha no meu cacete inchado e molhado. Abri sua bunda e encostei a cabeça, forçando um pouco para em seguida esfregá-lo no cuzinho ansioso. Ela pedia pra meter e eu, sem pena, enterrei com força. Ela gostava quando eu fazia assim e meu tesão se multiplicava. Tirei até a cabeça e enterrei de novo com mais força. Ela gemeu. Fodi aquele cu, cada vez mais rápido, com estocadas fortes, segurando nas costas dela. Não aguentava mais. “- Porraaaaa vagabundaaaaaa!” O meu gozo veio forte, inundando aquele cu arregaçado de porra. Caí pro lado sem forças. Ela se aninhou a mim, fazendo carinho no meu peito e dizendo que queria que eu comesse ela daquele jeito todos os dias.

Refeito, coloquei-a de costas e abri suas pernas. Aquela bucetinha depilada tinha um grelinho de tamanho médio, que estava se afogando numa piscina de lubrificante. Abri os lábios e meti a língua. Lambi, sentindo seu gosto. Passava a língua no seu grelo e ela gemia, falava coisas sem sentido, segurava minha cabeça como se eu fosse fugir. Abocanhei o grelo e chupei enquanto passava a língua na ponta. Ela foi se contraindo e gemendo mais alto. Eu aumentava o ritmo da chupada e ela se contraía mais, apertando o meu rosto contra a sua buceta. Sem conseguir respirar direito eu continuava chupando mais e mais, para por fim vir o gozo dela. Intenso, arrasador. Ela gozava muito forte quando eu a chupava, mais do que quando eu metia nela. A parte superior do corpo levantou, sentindo os últimos momentos do gozo avassalador. Caiu então pesadamente na cama, relaxada. Ficamos juntos abraçados por um tempo, sentindo aquela felicidade que vem após uma ótima putaria.

Com certeza aquele foi o melhor cu que já comi. Na verdade, a única coisa da qual sinto saudade nela é do seu cu. Passamos cinco meses juntos e fizemos ótimas putarias, mas nem por aquele cu eu gostaria de repetir ou dar continuidade ao tempo em que estive com ela. Antes de terminarmos ainda tivemos várias outras sessões de baton…

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Abril 25, 2006

Ela é tímida, ela é gostosa e tá molhada…

Arquivado como: Fotos, Hist. fora de puteiros — xupaxota @ 20:11
Querida putinha tímida, fiquei muito contente por te deixar molhadinha com minhas histórias. Imagina então como te deixaria se te encontrasse pela frente… Tua bucetinha iria ficar pingando e eu faria questão de pegar tua cachoeira com a língua e levá-la de volta à buceta, lambendo-a com todo o carinho que mereces. Sim, claro que uma história nossa seria muito louca, porque sexo para mim tem de ser muito louco. Peço que notes que não sou um grosso, sou até muito sensível e costumo tratar as putinhas muito bem, com algumas excessões, pois após muitas pauladas na cabeça a gente acaba aprendendo. Dedico a ti essa minha história de hoje que aconteceu com a putinha do post anterior, só que dentro do cinema. Foi muito gostoso e tremendamente excitante. Espero que gostes e que fiques ainda mais molhadinha.

Estávamos nós em Floripa almoçando quando ela me confessou que tinha a maior vontade de fazer uma putaria no cinema. Aquela coisa do perigo que ela adorava e a excitava tremendamente. Como gosto da putaria braba, falei pra ela: “- Por que não vamos ao cinema hoje à tarde?” Imagina se ela recusou… Antes de terminarmos o almoço ela me disse que estava com a buceta molhada ante a expectativa da putaria no cinema e me convidou a constatar o fato. Como estávamos sentados à mesa um em frente ao outro, achei melhor recusar o convite, relutante, mas contituar livre de acusações de atentado ao pudor.

Saímos do restaurante e compramos um jornal para podermos escolher um filme. Ela queria um de ação, com muito barulho de tiros e explosões para que não nos ouvissem. Escolhemos um com o Jean-Claude Van Damme porque era perfeito: tinha muita ação e nós não precisaríamos assistir a ele. Era no cinema de um shopping. Fomos para lá, compramos os ingressos e demos um passeio pelo shopping enquanto esperávamos pelo horário do filme. O tempo demorava a passar e nós estávamos num tesão enlouquecedor. Eu também nunca havia feito uma putaria de verdade num cinema, no máximo uns beijinhos com ex-namoradas. Ela quis fazer várias vezes com o ex-marido mas ele não gostava desses perigos. Passeávamos, olhávamos lojas, tomamos sorvete e nada da hora do início do filme chegar. Entramos numa loja de lingerie e comprei um conjunto para que ela usasse à noite, no hotel. Adoro lingerie. As mulheres ficam absurdas usando-as. É um verdadeiro fetiche para mim.

Finalmente a hora se aproximava: faltavam 15 min e fomos para o cinema, ansiosos. Assim que liberaram, todos que estavam na sala de espera entraram na sala de projeção. Ela escolheu um lugar onde a maioria estava sentada à nossa frente, mas vários estavam atrás de nós. Isso daria o toque de perigo à nossa putaria, pois fundão não tem graça. As luzes se apagaram e nós já começamos naquele roça-roça de braço com braço, braço nas tetas, pega aqui, pega acolá, mas ainda sempre sobre as roupas. Ela usava uma saia e eu um calção. Quando o filme estava já mais adiantado, meti a mão na sua buceta sob a saia, porém sobre a calcinha. Ela estava toda molhada, com a calcinha ensopada por aquele líquido delicioso, escorregadio. Eu não ficava atrás, com o meu cacete inchado todo molhado. Sentia a minha molhação dentro da cueca. Fiz muito carinho sobre a calcinha dela, passando a mão em toda a sua buceta cheia de tesão, sentindo o quanto ela estava lubrificada. Sussurrei pra ela: “- Afasta a calcinha pro lado minha putinha…” e ela prontamente me atendeu, deixando aquela porra gostosa livre para as minhas carícias. Toquei no grelão, que nem precisava de puxar a pele para ficar exposto, estava todo inchado, querendo meus carinhos, minha boca em volta dele. Fiquei acariciando ele suavemente e a minha putinha arfava, gemia baixinho, dizia que não aguentava de tesão. Juntei os três dedos, indicador, médio e anular e molhei bastante com saliva (adoro fazer isso) para em seguida encostá-los no grelão dela, que gemeu mais ainda. “- Sacana, tu me mata de tesão com essa tua mão na minha buceta…” e continuava gemendo quase em silêncio. Eu estava louco, minha respiração era totalmente descontrolada, queria logo sentir aquela mãozinha macia e molhada no meu cacete duro. Puxei o calção e a cueca pro lado com a outra mão e pedi que ela pegasse nele. Ela o envolveu com carinho e começou uma punheta leve, se concentrando na cabeça latejante. Porra! Não dá pra escrever como foi isso, o que senti. Foi muito foda! Aquele friozinho, meu conhecido, tava doido num sobe-e-desce alucinante. Com uma mão eu apertava bastante a raiz do meu pau para que ele ficasse cada vez mais inchado. Ela alí, castigando na punheta macia, colocando mais saliva (adoro isso, é demais!), brincando com a cabeçorra, apertando ela em movimentos sucessivos e rápidos. Porra, eu tava pra gozar! Que punheta a minha putinha batia!

Tirei a mão dela do meu pau e disse que não queria gozar logo, ainda tinha muito filme pela frente… Me ajeitei na poltrona e fiquei mais virado para o lado dela. Agora podia dar toda a atenção que aquela buceta e grelo mereciam. Molhei mais os três dedos com saliva e castiguei na siririca, bem suavemente. Ela tentava fazer de conta que estava atenta ao filme, para que ninguém percebesse o que estávamos fazendo, mas estava louca, estava muito putinha, de grelão duro querendo gozar. A respiração forte e rápida, os gemidos sufocados e o pedido sussurado: “- Me faz gozar, me faz gozar como uma puta, me faz gozar como a tua putinha, por favor…” E eu dizia pra ela baixinho como sempre: “- Não, só quando eu disser que pode, só quando eu autorizar…” Passava os dedos naquela buceta-cachoeira, naquele grelão entumescido e eu próprio não me aguentava de tesão. Queria a mão dela no meu pau, queria a sua punheta, a sua boca quente, queria sentir o interior infernal da sua buceta encharcada. Dei umas estocadas com o dedo na sua xota tesuda e voltei para o grelo. Alí que ela se acabava, perdia o controle e se tornava a minha puta. Acariciava em volta do grelo carinhosamente e rápido, passava os dedos de cima pra baixo. Ela empinava a pélvis e me pedia: “- Me deixa gozar agora, por favor meu amor, deixa…” Eu aumentei o ritmo dos movimentos e disse num sussurro: “- Te acaba minha putinha, goza tudo, encharca a minha mão com o teu gozo, dá tudo isso pra mim que eu deixo.” Ela se entregou. Mandou o controle pra puta que pariu e gozou intensamente, longamente, as pernas tremendo. “- Meu amor, o que tu faz com a minha buceta não tem explicação, não tem como dizer, só dá pra sentir.” Beijei-a com carinho e com toda a paixão que sentia por ela. Beijo longo, suave e violento no final.

Ela arrumou a saia, a calcinha, se ajeitou toda na poltrona, como se fosse assistir ao filme que ainda não tínhamos assistido. Eu, com o caralho duro e molhado pra fora do calção, reclamei: “- Tá, pega aqui, agora é a minha vez.” “- Não porque tu vai gozar e melecar a poltrona e o chão todo também.” “- Porra minha putinha, tu tá de sacanagem… Bate esse punhetão que só tu sabe bater.” “- Não, quando a gente chegar no hotel a gente transa.” Porra, eu não acreditava! Não é que a minha putinha não me fez gozar mesmo? Não teve jeito de fazê-la pegar no meu pau de novo, por mais que eu pedisse, que dissesse que se ela gozou eu também podia gozar. “- Mas eu não esporro quando gozo.” E ficou assim mesmo. Eu doido de tesão, com o pau que não baixava nunca e ela se negando a me fazer gozar. Não teve jeito.

Ao final do filme voltamos para o hotel, mas só transamos à noite, com ela usando o conjunto de lingerie que eu tinha dado à tarde. Foi ótimo porque eu estava com tesão guardado, acumulado. Fizemos uma boa putaria junto à janela do hotel, que dava para a rua da frente. Mas isso fica pra outra história…

Apesar de não ter gozado, a experiência com ela no cinema foi inesquecível e gostosíssima. Uma das putarias mais gostosas que fizemos durante o nosso tempo de namoro. Lembro com saudade, não só pelo tesão como também pelo carinho e paixão que sentia por ela. Uma grande putinha que chegou e passou pela minha vida, deixando um grande vazio por muito, muito tempo…

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Abril 23, 2006

História pra safadinha…

Arquivado como: Fotos, Hist. fora de puteiros — xupaxota @ 20:48
Li uma história no blog da safadinha (Fada Safada) sobre uma siririca no ônibus que me lembrou uma que vivi e prometi a ela contá-la aqui.

Aconteceu com uma ex-namorada, uma puta amadora. Sim, porque as putas estão classificadas em amadoras e profissionais. As amadoras não ganham para fuder, enquanto que as profissionais sim. As mulheres que me perdoem, mas não fui eu a fazer a classificação, foram elas mesmas, eu apenas reconheço essa classificação.

Essa putinha amadora era muito quente, a mais quente e tarada que já tive. Com um corpo muito gostoso, branquinha com biquinhos rosas, a coisa que mais gostava na vida era de putaria. Fazia um escândalo a putinha quando fudia, bem do jeito que deve ser uma boa puta. Algumas vezes me ligava do trabalho pra dizer que estava indo ao banheiro bater uma siririca porque não aguentava mais de tesão. Fazia questão de me ligar depois pra me contar como foi. Além disso, foi a melhor punheta que já recebi. Ensinei a ela apenas uma vez como eu gostava e ela superou qualquer expectativa minha. Na punheta ela era muito melhor do que qualquer profissional.

Uma vez resolvemos viajar para Florianópolis e, como não tenho carro (e ainda não tenho, pois pra putanheiro de verdade nunca sobra dinheiro pra essas futilidades. gasta-se tudo com putas.), fomos de ônibus. Sempre tive a fantasia de fazer uma putaria num ônibus, viajando. O que me excita nisso é o perigo de ser visto, de ser descoberto. A minha putinha também era louca por esses perigos. Foi então a oportunidade para realizar a minha fantasia e já pensando nisso foi que reservei passagens para a noite.

O ônibus saiu e eu já estava morrendo de tesão com a possibilidade de fazermos nossa putaria durante a viagem. Depois da primeira parada, quando todos já estavam mais para querer dormir, comecei a acariciá-la, passando a mão nas suas tetas e na sua buceta. Nos beijamos bastante cheios de tesão, até porque sou um beijador assumido. Adoro beijar. O cacete já estava explodindo de duro pela excitação da situação. Abri o ziper da calça, coloquei-o para fora e ela molhou a mão com saliva para agarrá-lo com gosto. Putz!, eu não aguentava quando ela fazia isso e não conseguia ficar em silêncio, mas tinha de ficar. Isso é que é foda, isso é que é excitante para caralho numa situação como essa. A minha putinha me dizia baixinho: “- Pssss… Não faz barulho senão não te faço gozar…” Foda! Ela fazendo aquilo comigo, daquela forma, e não querendo que eu fizesse barulho.

Como não queria perder uma boa gozada, tirei a mão dela da minha vara e me voltei pra ela. Abri sua blusa e comecei a mamar naquelas tetas branquinhas, deliciosas. Chupava um biquinho, mordiscava e pegava no outro suavemente com a ponta dos dedos. Vez por outra olhava para ver se ninguém tinha acordado com o nosso movimento. Abri a sua calça e meti a mão dentro da calcinha, encontrando a buceta encharcada, escorregadia. Aquela não tinha grelãozinho, tinha grelãozão mesmo. Quando toquei nele a greluda gemeu e foi a minha vez de dar o troco: “- Não faz barulho senão eu não te faço gozar.” Porra, a putaria estava ótima, com um clima extremamente sensual pelo perigo, aquele friozinho subindo e descendo pela barriga e peito e ainda por cima eu com um grelo daquele calibre, molhado, na ponta do meu dedo. Não tava aguentando! Alternava entre beijos e mamadas, mas sempre firme na siririca. Molhava os dedos, passava no grelão, metia na buceta e voltava pro grelo. Quando ela tentava pegar no meu cacete duro eu não deixava, pois sabia que com poucos toques iria gozar. Ela estava ficando impaciente para gozar, com a respiração cada vez mais forte e rápida, gemendo baixinho. Então fiz o que sei que ela adora e que a deixaria mais louca ainda de tesão: sussurrei no seu ouvido “- Não goza agora, tu só vai gozar quando eu quiser, quando eu deixar.” Ela gemeu: “- Ai, por favor, me deixa gozar… diz que eu posso gozar…” Fui firme: “- Não, só quando eu disser que pode.” Eu continuava com a siririca e quando ela dizia que queria gozar eu parava por uns instantes, provocado-a e dizia que ela não podia gozar sem o meu consentimento. Molhei mais os dedos e quando percebi que ela já estava descontrolada, gemendo mais alto, disse com os lábios roçando na sua orelha: “- Goza minha putinha, pode gozar agora que eu deixo, goza muito na minha mão” Ela começou a gozar gemendo mais alto ainda e tive de colocar a minha mão esquerda sobre a sua boca ou ela acordaria todo mundo. O gozo dela foi muito forte, agarrando meu braço e apertando mais a minha mão que cobria a sua boca. Uma loucura aquela mulher gozando.

Ficamos um pouco ali quietos para que ela se refizesse e logo eu peguei a sua mão e coloquei no meu pau, que já tinha molhado a minha perna, de tão encharcado com toda aquela putaria. Ela abriu os olhos, me olhou e me deu um longo beijo. Molhou bastante a mão e pegou de novo no meu cacete, que mais parecia uma pedra escorregadia. Ela punheteava e molhava mais a mão, deixando meu pau sempre totalmente molhado enquanto eu enlouquecia cada vez mais. Senti que não estava mais conseguindo me controlar, mas queria prolongar por mais tempo aquela putaria fuderosa, porém com aquela punheta super molhada tava foda. “- Assim eu gozo minha putinha, não me seguro mais!” Ela me incentivou: “- Goza meu amor, goza pra tua putinha, goza bem forte, me dá teu leitinho todo…” Eu me esporrei todo, molhando a mão dela e enfiando a minha mão na boca e mordendo para não gritar com aquele gozo fantástico! Ficamos ali quietos, cansados pelo intenso tesão. Puxei a manta para nos tapar e dormimos, com a cabeça dela sobre o meu peito.

O passeio em Floripa foi muito bom, com aquela putinha por quem fui muito apaixonado e com quem gostei de fuder tanto. Fizemos algumas loucuras lá, no cinema, nas escadas do hotel, histórias que depois contarei aqui. Infelizmente de lá ela foi a São Paulo e eu tive de voltar sozinho para Porto Alegre e não pude repetir a putaria no ônibus. Quem sabe quando um dia encontrar uma putinha tão louca quanto ela…

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