Putaria a quatro

Eram aproximadamente cinco da manhã quando fui acordado pelo interfone que chamava. Ainda bêbado de sono fui atender e era uma puta profissional que vez por outra vem aqui em casa. Quando subiu não era só ela, mas quatro ao todo. Duas delas eu já conhecia, mas outras duas não. “-Daí meu querido, como vai? Estávamos num bar aqui perto e quando saímos resolvi passar pra te ver.” Com puta não se pode marcar horário. Seja lá que dia ou hora você marcar elas nunca comparecem, mas surgem assim de surpresa a qualquer momento. “-Tu não te importas que a gente passe a noite aqui, né?” “-Noite? Que noite? Se tu quis dizer dormir, não tem problema algum.” Das duas que não conhecia, uma não era lá essas coisas todas, mas a outra, uma branquinha loirinha, era totalmente deliciosa. Corpo fantástico, bunda de bom tamanho e tetinhas pequenas. Acordei de vez.

As quatro sentaram na sala de estar e ofereci um café a elas, mas só uma aceitou. As outras queriam cerveja e, como eu não tinha, uma delas foi ao posto de gasolina comprar. Segui para a cozinha e comecei a preparar o café.

De volta à sala com dois canecos fumegantes, entreguei um à putinha e sentei-me com o meu. A conversa seguia animada quando a putinha que saiu para comprar cerveja voltou. Era justamente a loirinha deliciosa de quem eu tinha gostado. Fomos juntos à cozinha para pegar copos e ficamos conversando lá. “- Tu mora nesse apartamento sozinho?” “- Moro sim!” “- Que desperdício…” e me olhou com um ar safado. Você pode estar pensando que o mínimo que eu deveria fazer era convidá-la para ocupar o espaço em excesso, mas eu não sou louco nem nada. Apenas fiz de conta que não ouvi. No meio do nosso bate-papo na cozinha elogiei suas tetinhas. “- Tu gosta de tetas pequenas? ” e baixou a blusa expondo uma delas. Perfeita! Com bico cor-de-rosa claro e tamanho certo para caber toda dentro da minha boca. Tetinha maravilhosa! “- Será que é macia como está parecendo?” “- Experimente!” Peguei naquela tetinha fuderosa e senti a maciez dela na minha mão. Fantástica teta! Nesse momento aparece na cozinha uma das outras putas que eu não conhecia e me flagrou com a boca na botija, ou melhor, com a mão na teta. “- Já começaram com a putaria?” E deu meia-volta, indo para a sala.

Voltamos para a sala também e ficamos todos conversando. Duas delas estavam mais para sonolentas, enquanto que as outras duas, incluino a loirinha, estavam acesas. Essas duas, a loirinha e uma negra, estavam num fogo absurdo. A negra falava a toda hora para a loirinha: “- Hoje eu vou te pegar, hoje você não me escapa.” Levantava a saia, afastava a calcinha pro lado, mostrando a buceta pra loirinha e dizendo: “- Quero tua boca aqui…” Eu no meio disso tudo já não me agüentava mais, com o pau em fogo e duro. Sentia a cabeça já ficando molhada pelo tesão de ver e ouvir uma falar putaria pra outra. A negra, que eu já conhecia e sabia que gostava de putinhas, era a mais safada. A loirinha só sorria e ficava calada.

Depois de mais meia hora de papo furado, as duas sonolentas resolveram dormir. “- Meu amor, podemos dormir na tua cama?” “- Mas claro! Podem ir deitar.” Assim que as duas se acomodaram na cama, a negra me pediu duas toalhas porque queria tomar banho com a loirinha para “- Ficarmos cheirosinhas antes de transar.” Peguei duas toalhas e entreguei para elas, que se dirigiram ao banheiro. Antes que a loirinha chegasse ao banheiro, segurei-a e disse: “- Já que tu não toma banho de roupa, como todo mundo, vou tirar tua roupa porque adoro despir puta.” Tirei a blusa dela bem devagar, que estava sem soutien, expondo as duas tetinhas lindas com biquinhos cor-de-rosa. Aquelas tetas eram mesmo perfeitas! Abri o botão e o ziper da calça jeans dela e, antes que pudesse baixá-la, ela virou de costas empinando a bunda gostosa. Aquilo era muita provocação… Baixei o jeans também devagar e a bunda bem feita foi aparecendo aos poucos. Uma loucura! Agora ela estava só de calcinha fio-dental. O corpo da puta era um absurdo. Tudo no lugar certo. Caralho! Por fim, tirei a calcinha minúscula e a sua buceta pelada se apresentou a mim. Coisa linda! “- Vamos logo tomar banho que eu tô louca pra te agarrar!” falou a negra que também era muito gostosa, mas a loirinha me enfeitiçou com seu corpo absurdo e tetas perfeitas.

Elas entraram no banheiro e eu, claro, fui junto. No banheiro, a negra, já nua, ajoelhou-se e meteu a língua na buceta da loirinha. Estava assim desse jeito quando eu disse “- Minha querida, vamos fazer isso de uma forma melhor.” E peguei a loirinha pela cintura, sentando-a na pia. Abri as pernas dela e ordenei à negra: “- Agora chupa!” A vadia caiu de boca, tirando gemidos da loirinha. Eu em pé, segurava uma coxa dela e com a outra mão acariciava suas tetas. Beijei seu pescoço suavemente, chupei suas tetinhas e ela ficou mais doida ainda, gemendo mais. Estávamos nessa putaria de perder o juízo quando a negra levantou e me disse: “- Meu amor, vamos tomar banho agora para podermos terminar isso num lugar mais confortável.” Desci a loirinha da pia e preferi não tomar banho com elas. Queria fazer essa putaria durar o máximo possível.

Aguardava na sala o fim do banho das duas vadias, quando elas apareceram enroladas nas toalhas. A negra sentou numa das poltronas depois de tirar a toalha e colocar no assento. A loirinha sentou ao lado dela e começaram numa beijação que era uma coisa de endoidecer. Se beijavam com tesão e acariciavam as tetas uma da outra. A uma certa altura a loirinha subiu na poltrona onde a negra estava e, de pé no assento e com a negra no meio das suas pernas, ofereceu a buceta para ela chupar. Caralho, que coisa deliciosa! Eu olhando, sentado do outro lado da sala, com o pau rijo e molhado, não aguentei mais. Caminhei até as duas, me ajoelhei em frente à negra e meti a boca na buceta greluda. Já tinha chupado uma vez a buceta dela, mas não lembrava que ela era tão greluda. Estava num puteiro e coloquei ela em cima de uma mesa e caí de boca na buceta dela. Com aquele grelo gostoso de chupar, caprichei e a vadia começou a gemer. Ela se contorcia e o grelo não parava quieto na minha boca, mas como bom caçador de grelos, ia onde quer que ele fosse e o mantinha sempre na boca, chupando enlouquecidamente. A loirinha resolveu mudar de posição e ajoelhou numa poltrona, metendo a boca na buceta greluda da negra. Ficou de quatro para fazer isso e eu aproveitei para levantar e ficar olhando o corpo maravilhoso dela, com a bunda empinada. Segurei na bunda, acariciei e dei umas palmadas. Eu batia e ela pedia: “- Isso, bate que eu gosto, me maltrata que eu mereço.” Aquilo estava demais! O tesão me consumia e fui por trás dela, vendo aquela bunda maravilhosa na minha frente. Abri as bandas e pude ver o cuzinho no meio. Não tive dúvida: meti a língua. Lambia aquele cu com tesão, endurecia a língua e tentava enfiar ela no buraco, sentindo a pressão do esfíncter. Lambi muito o cu dela, mordi as bandas, dei palmadas e meti a língua de novo no cu arrombado. Ela contorcia a bunda, gemia e pedia mais, sem desgrudar da negra bucetuda, que por sua vez também gemia com a chupada da loirinha gostosa.

Como tinha muita putaria para pouca poltrona, chamei-as para o escritório. As duas deitaram no sofá-cama e foi a vez da negra voltar a chupar a buceta da loirinha, que estava deitada de costas. A negra chupando, oferecia o bundão pro céu. Caí de boca no cu da negra. Era a vez de dar à vadia negra o tratamento que dei ao cu da vagabunda loira. O cu da negra era mais arrombadaço e minha língua entrava mais fácil. Parecia mesmo que iria conseguir enfiar a língua toda no cu da puta. A ponta da língua entrava na boa e eu dava palmadas na bunda da vadia, louco de tesão. Com a língua doída de tanto enfiar no cu da puta, ajoelhei-me ao lado da loirinha e chupei suas tetinhas perfeitas. Chupava as tetas e subia até o pescoço, beijando e acariciando com os lábios. Voltava para as tetas, quando ela segurou a minha cabeça e foi empurrando gentilmente para baixo. Fui descendo e beijando por onde passava, parando na barriguinha para fazer o que gosto muito: morder. Mas a vadia não estava interessada em mordida e continuava empurrando a minha cabeça até que cheguei na buceta, onde a negra estava ocupada. Meti a língua no grelo e compartilhamos aquela buceta pelada e branquinha. Nossas línguas se tocavam, se lambiam, enquanto dávamos nossa atenção àquela buceta tesuda. A loirinha, chupada por nós dois, alucinou de vez e, sem largar da minha cabeça, gemia alto. “- Continua, continua que isso tá bom demais! Eu quero os dois chupando minha buceta, eu quero gozar nessas duas bocas, quero me acabar toda!” Aceleramos a chupada e lambida até que a loirinha se tremelicou toda num gozo forte. A putaria estava braba e muito boa, mas até aquele momento meu pau estava esquecido pelas duas, que pareceiam só pensar uma na outra. E eu me importo?

A negra mudou de posição, ficando no lugar da loirinha quando eu disse “- Quero ver vocês se roçando. Esfregando buça na buça!” E me ofereci para ajeitar as duas. Coloquei uma das coxas da loirinha por cima da coxa da negra e a outra por baixo. Segurei na bunda da loirinha e, antes de encaixar ela na negra, falei: “- Deixa ver se vocês estão preparadas…” E passei a mão na buceta de uma e da outra para verificar se estavam molhadas o suficiente para a esfregação de buças. Estavam as duas molhadíssimas! Encaixei elas bem direitinho e elas começaram a se roçar. Eu segurava na cintura da loirinha e ajudava, empurrando ela mais de encontro à negra. As duas gemiam e os movimentos depois de um tempo começaram a acelerar. Eu não desgrudava da cintura da puta branquinha: “- Esfrega porra! Quero ver vocês se esfregando até gozar! Quero ver uma se acabando na buçanhona da outra!” E empurrava e ajudava a loirinha na esfregação. A primeira a gozar foi a negra. Gemeu forte se contraindo e se acabou agarrando a loirinha. A esfregação continuava e foi a vez da loirinha gozar de novo. Quando senti que ela estava no meio do gôzo, abracei-a fortemente falando ao seu ouvido depois: “- Gostosa! Você geme muito gostoso! Adorei te ver gozando…” As duas se deitaram exaustas, ofegantes e eu sentei numa cadeira em frente a elas, com o pau pingando, duro como um jacarandá.

Depois que elas se acalmaram, a negra me disse “- Vem cá que a gente vai dar uma chupada dupla no teu pau.” Não esperei um segundo convite e deitei no sofá-cama. As duas caíram de boca no meu caralho latejante e babado, lambendo ele de cima a baixo, chupando a cabeça, chupando as bolas e eu alucinado gritava: “- Chupa esse caralho suas vadias! Chupa o meu cacete! Enfia essa porra na garganta!” Foi quando a loirinha começou a bater um punhetão pra mim e a negra lambia a cabeça do meu cacete doido. Era demais pra mim, não agüentava mais. “- Tô gozando porra! Aaaaaahhhh! Toma minha porra na cara vagabunda!” Esporrei com a mão da loirinha segurando meu pau, melecando a língua e o rosto da negra. Que gôzo fudido de bom!

Fiquei ali deitado e abraçado com as duas, pensando que era a primeira vez que fudia com duas putas de cara. Todas as vezes que aconteceu antes eu estava embriagado e não aproveitei como naquele dia. Isso foi pouco antes de eu viajar para Salvador, onde estou até hoje e não vejo a hora de voltar pra casa para repetir a dose com essas duas putas gostosas. Foi um verdadeiro café-com-leite pela manhã.

Obrigado pela visita e divirta-se!

Buceta enterrada na cara

A minha putinha particular já está totalmente desinibida comigo, não tem mais vergonha de pedir o que quer e está totalmente viciada na minha chupada. Da última vez em que esteve aqui, ficamos conversando e ouvindo música no escritório, como de costume. Gosto de curtir a puta antes, não gosto de ir já pros finalmentes. Conversa, carícias aqui e ali, essas coisas. Gosto de acariciar muito os cabelos loiros dela e passear minhas mãos pela sua pele branquinha e macia, explorando suas reentrâncias. Adoro ter suas tetonas enormes e duras nas mãos, mamar bastante enquanto acaricio suas coxas. É como estar com uma namoradinha, só que sem as desvantagens disso. Não me incomoda, só fode comigo no bom sentido, depois pago e ela vai embora. Melhor coisa da vida.

Começamos a nos acariciar ainda de roupa e vou tirando as dela aos poucos, sem pressa, ao mesmo tempo em que os carinhos vão se tornando mais ousados. Quando finalmente liberto aquelas tetonas, fico hipnotizado pela beleza (e olha que prefiro tetinhas). As tetonas dela são realmente um absurdo, lindas como poucas. Ela, gulosa, vai logo metendo a mão no meu pau duro e massageando suavemente, para depois meter a mão dentro da minha calça e pegar no bicho ao natural. A mãozinha pequena dela sabe como segurar, acariciar e punhetear um cacete. Coisa de louco.

Estando já completamente nus, ela diz: “- Quero montar na tua cara e meter a buceta na tua boca.” Disse isso e já foi montando sem cerimônia. Escorreguei mais para baixo no sofá para ficar numa posição melhor para receber a buceta dela e ela veio descendo aquela bucetinha linda até a minha boca. Lambi com a língua bem molhada, deixando tudo escorregadio enquanto ela mexia de cima pra baixo, recebendo a minha língua pela buceta toda. Abriu os lábios e mostrou o grelinho duro para mim: “- Chupa meu taradinho, chupa.” Envolvi o grelinho com os lábios, deixando-o quentinho e comecei a trabalhar com a língua macia com movimentos suaves, circulares e de cima para baixo. A putinha se controcia e gemia. “- Chupa essa buceta toda, chupa que eu tô no maior tesão. Quero gozar na tua boca, quero me acabar toda.” Levantava ela um pouco segurando pela bunda para poder lamber melhor, mas em seguida ela enterrava a buceta na minha cara, rebolando e gemendo. O tesão estava me enlouquecendo, por ter aquela buceta deliciosa e linda na minha cara, que deixava o meu caralho encharcado, pingando. Estava louco e pedi: “- Esfrega essa porra toda na minha cara, esfrega com vontade, quero surra de buceta na cara. Vai minha putinha, esfrega!” Ela, montada sobre o meu rosto, esfregou a buceta na minha cara toda, molhando tudo. A puta enlouqueceu também com isso e segurava minha cabeça, esfregando a buceta com movimentos cada vez mais fortes pelo meu rosto todo, rebolando feito uma alucinada louca. “- Eu não aguento mais, quero tua chupada para gozar bem gostoso, me chupa filho da puta, me faz gozar!” Abocanhei o grelo e dava chupadas com lambidas, deixando a putinha cada vez mais descontrolada, até que finalmente a puta explodiu: “- Aaaaahhh!!! Tô gozando nessa boca fudida!! Tô me acabando com essa tua chupada, porraaaa!! Tesããããooo!!!” E desabou de lado, me deixando respirar. Caralho! Estava sufocado, sem conseguir respirar, mas não ia ser sacana de parar quando estava tão gostoso para ela. A sacaninha me abraçou, arfando. “- Adoro gozar com a tua chupada, é uma loucura. E ainda recebo pra isso.” Rimos juntos. “- Mas se tu quiser pode me pagar pela chupada também.” “- Só se for com um boquete…”

A vadiazinha se ajoelhou à minha frente, que continuava sentado no sofá, e engoliu meu caralho. Meu pau sumiu naquela boquinha gostosa e ela mamava enquanto acariciava minhas bolas. Parava vez por outra para lascar uma punheta, que ela sabe bater muito bem, e depois engolia minha vara de novo, chupando e lambendo a cabeça inchada. A coisa toda estava muito gostosa e eu não aguentava de tesão, gemendo e segurando a cabeça da vagabunda. “- Vem cá minha putinha, vem ficar do meu lado para eu segurar nessas tetonas enquanto tu bate essa punheta gostosa para mim.” Ela veio para o meu lado, ficando parcialmente sobre mim enquanto lascava um punhetão bem molhado e eu segurava, com uma das mãos, suas tetas e, com a outra, sua bundinha gostosa. A vadia molhava mais de saliva a mão e batia uma punheta fantástica e eu amassando as tetas e a bunda, alucinado, gemendo, gritando, até que não deu mais e a porra explodiu. “- Putaaaaaa!! Que punhetaaaaa!! Que gozooooo!! Vadia gostosaaaaa!!! Aaaaaaahhhh!!! Porraaaaaaa!!!” Explodi com a porra molhando o chão do escritório e parte do meu corpo. Que gozo delicioso, como a puta sabe fazer a porra bem feita. Essa eu vou manter por muito tempo, é fuderosa.

Depois do gozo ela deitou sobre o meu peito e eu a abracei, acariciando seus cabelos loiros e curtindo o resto do gozo que ainda sentia pelo meu corpo. Recuperei as forças com o seu corpinho nos braços, descansando da putaria avassaladora.

Fomos pro banho juntos e nos lavamos um ao outro, para depois voltar ao escritório e conversar mais um pouco ao som da Diana Krall. “- Quando vamos nos ver de novo?” disse ela. “- Se dependesse da minha vontade, amanhã mesmo minha putinha, mas infelizmente não vai dar. Assim que eu puder, te ligo e combinamos.” Nos despedimos com um longo abraço e fiquei na sacada olhando-a se afastar e ainda sentindo a sua mãozinha delicada no meu pau satisfeito. Grande puta…

Putaria na segunda sem-lei

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Esses dias lembrei-me das segundas sem-lei. Havia um amigo meu que tinha uma barraca de praia em Salvador. Nessas barracas servem-se bebidas diversas, comidinhas e coisas do tipo. As barracas têm, em geral, um monte de mesas com cadeiras na areia, onde o povo se diverte e flerta sem limites. Porém, nas segundas, o meu amigo não abria a barraca ao público porque pouca gente ia à praia nesse dia. Ele dava folga para os funcionários e recebia apenas os amigos, todos bebedores inveterados, assim como ele próprio. Como nos reuníamos nessas segundas, uns seis a oito amigos, somente para nos embriagarmos, pasamos a chamá-la de segunda sem-lei.

Nessa específica segunda da qual falo aqui, compareceu uma funcionária dele, mas não para trabalhar e sim para se distrair também, como todos nós. Estava conversando com ela e falei sobre um bar que gostava de freqüentar e onde sempre tomava muita tequila. Daí, perguntei pra ela: “- Tu sabe como se toma tequila?” Ela disse que não. “- Não é possível! Tu não sabe como se toma tequila?” “- Pô, sei não…” “- Tudo bem, não tem problema, vou te ensinar como é.” E voltei-me para o meu amigo, que estava lá dentro da barraca e gritei: “- Traz por favor uma tequila aí cara!” “- Mas eu não tenho tequila aqui…” “- Tudo bem, traz uma cachaça mesmo, faz o mesmo efeito! E aproveita e traz também um limão e sal que eu vou ensinar pra tua funcionária como se toma tequila!” “- Pô, cara, desculpa, mas o limão acabou…” “- Qual a fruta que tem aí?” “- Tem melancia!” “- Serve! Manda então uma banda de melancia, sal e cachaça!”

Meu amigo madou então um prato com os pedaços de melancia já cortados, o sal e a cachaça. “- Agora minha querida, vou te ensinar como é que se toma tequila. Primeiro, vou pegar um pedaço de melancia e vou colocar aqui preso no soutien do teu biquíni, entre teus seios. Depois, sal no pescoço. E pronto, é só tomar a tequila.” Feito isso, meti a boca no pescoço da puta, abocanhando-o e pegando todo o sal. Em seguida, avancei nas suas tetas e peguei a melancia. Por último, virei o copo de cachaça. Maravilha! Ela gostou. A priminha dela ficou logo interessada: “- Eu também quero!” A putinha tinha uns 17 a 18 aninhos. “- Claro que faço pra ti meu amor.” E preparei a priminha linda. Quando caí de boca no seu pescoço, lambendo-o, a vadiazinha fraquejou das pernas. Os joelhos se dobraram e ela desabou no chão. Putz! Nunca tinha visto uma coisa daquelas! Puta fraca ela. Não agüenta nem uma lambida no pescoço… Mas, a puta funcionária queria mais. E continuei. Haja Cachaquila!

Depois de várias, eu já tava bêbo. Completamente bêbo. E aí já não me contentava apenas em colocar a melancia no meio das suas tetas, já colocava em tudo quanto é canto que dava pra prender. Deitei ela numa espreguiçadeira, espalhei melancia pelo corpo todo, prendi do lado da calcinha do biquíni, enfim, ela tava toda melanciada. Salpiquei sal pelo seu corpo, aproveitei e joguei cachaça em cima dela e depois saí lambendo e chupando a puta toda! Lambia, chupava, comia melancia e sorvia a cachaça do seu corpo tesudo. Era uma festa de cachaquila! Quando fui pegar a melancia presa na sua calcinha de biquíni, aproveitei e afastei-a, metendo o língua no seu bucetão, fazendo a putaça estremecer. “- Tu tá maluco! Fazendo isso na frente de todo mundo?!” “- Todo mundo daqui já fez isso meu amor, ninguém tá nem aí…” E continuei na putaria etílica. Chupei teta, chupei buçanha, tudo alí, com ela deitada na espreguiçadeira, na areia. Não sei nem se o povo tava ligando pra isso, se estava olhando, eu tava era me distraindo, fazendo festa!

“- Agora pera que eu preciso ir mijar…”, disse ela e se levantou. “- Quero ir junto pra ver!” “- Então vamos!” E fomos nós até um coqueiro/banheiro, junto ao qual ela se agachou, abaixando a calcinha e botando pra fora um jorraço de mijo. Eu também me agachei quase em frente a ela e abaixei a cabeça para melhor ver o seu jorrão, que saía abundante do seu buraco negro. A porra do mijo parecia que não ia acabar nunca! “- Mas como tu mija!” Finalmente, a mijarada se estancou e eu disse a ela: “- Vou te secar com a minha mão.” E açambarquei aquele bucetão mijado. Passei a mão, esfregando, não sei se suavemente, porque eu tava bebão. Ficamos na esfregação de buceta, atrás do coqueiro até que ela se animou a bagonhar o meu caralho meio-mole meio-duro. A vagaba segurou com vontade. Pensei até que ia arrancar a porra fora! Afastou meu calção e lascou um punhetaço dos bons. Putz! Eu, de buça na mão e mão no meu cacete, que não se decidia se queria ficar duro ou mole. Levantei e enconstei ela no coqueiro (não o meu), colocando meu vergalhão no meio das suas coxas morenas, passando a esfregá-lo na sua buceta encharcada. A putanha se agitou, sentindo a porra nas coxas e gemia baixinho pedindo mais. Virei ela de costas para mim, metendo o pau entre as suas bandas macias e quentes, enquanto com a mão tocava-lhe uma siririca molhadinha. Escorreguei a vara para o meio da buça e fiquei no vai-e-vem gostoso, sem esquecer da siririca. A vadia se estrmeceu toda e começou a gozar. “- Aaaaahhhh!, porra! Que gozo gostoso!” A putanha se virou para mim e me abraçou, falando no meu ouvido: “- Agora eu quero ganhar leitinho…” “- Pô, minha querida, bêbo como eu estou, não dá nem para ficar de pau duro, imagina então gozar…” Ela segurou no morto e constatou a veracidade das minhas palavras.

Pusemo-nos apresentáveis e voltamos pra barraca. O pessoal continuava firme na cachaça e nos reunimos a eles. Já era noite quando subi na moto para tentar voltar pra casa. A caralha da moto não parava quieta. Porra, que dificuldade! Finalmente saí, sem machucar nenhum coqueiro, e cheguei são e salvo em casa, graças ao Nosso Senhor dos Passos. Por isso que sou devoto, ele sempre olhou por mim.

Putaria no acampamento

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Eu namorei uma putinha, muito tarada, quer era fisicamente bem do meu gosto: branquinha, tetinhas pequenas com bicos almofadados, uma bunda fantástica, coxuda e uma buceta bem feitinha que parecia de bebê, com um grelo de tamanho médio, ótimo para chupar. A família dela era bem antiqüada, religiosa e, sobretudo o pai, era super rigoroso. A putinha não podia sair à noite, só durante o dia. Às dez da noite tinha de estar em casa. Dez horas e um minuto, já dava confusão. Eu sempre brincava com ela: “- Quer dizer que o teu pai só deixa tu fuder de dia…” Era uma história, a guria vivia na rédea curta. Como é que pais e irmãs podem pensar que uma putinha de 21 anos, com namorado há algum tempo, não fudia? Bah!, e como fudia! A putinha fudia como uma louca, era tarada demais. Eu ficava imaginando o que a família diria se soubesse como ela era na cama…

Uma vez, resolvemos ir acampar na praia, mas obviamente que os pais não deixaram: “- Só se as irmãs dela forem junto!”, anunciou o pai. “- Não tem problema, nós levamos as irmãs.” E lá fomos nós acampar com as irmãs junto. Era uma praia que gostava muito, e onde já tinha acampado outras vezes, deserta e com um rio que corria ao lado, paralelamente à praia. O lugar era muito bonito e armamos a barraca em frente a uma pequena ponte que ficava sobre o rio e por onde se podia chegar à praia. Em frente à ponte tinha dois coqueiros, um de cada lado, onde se podia ver a lua entre eles. Se o paraíso existe, deve ser parecido.

Quando chegamos, as gurias vestiram logo os biquínis e foram pra praia, enquanto eu me preparava para fazer uma feijoada. Sempre gostei de cozinhar e, nos acampamentos, o prato que mais fazia era feijoada. Cortei a porra das carnes, juntei o feijão e coloquei na panela, que foi sobre o fogo do pequeno botijão de gás. Era como eu fazia feijoada na época, misturava tudo e metia junto na panela, com os temperos.

O dia correu assim tranqüilo, com elas na praia e eu cozinhando, e depois almoçando já no final da tarde. Pra que ter hora para qualquer coisa num acampamento? A noite chegou e ficamos na areia, sentados, conversando, ouvindo música e apreciando a lua que aparecia entre os dois coqueiros. As irmãs dela eram bem legais e eu gostava de conversar e brincar com elas, mas o que eu tava querendo mesmo era que elas fossem dormir, para a putaria com a minha putinha começar.

Mais tarde elas avisaram que iriam dormir e nós ficamos alí fora, com a desculpa de arrumarmos as coisas, guardar panelas, pratos e deixar tudo pronto para o dia seguinte. Elas entraram na barraca e nós ficamos namorando, nos beijinhos e nos carinhos sacanas: passa a mão nas tetinhas, passa a mão na bundinha, na bucetinha… e as coisas foram esquentando. Tirei a blusa dela, expondo as tetinhas lindas. Acariciei as duas, para nenhuma ficar com ciúmes da outra, e os biquinhos endureceram. Fiquei acariciando eles suavemente com as pontas dos três dedos, anular, médio e indicador. Ela ficava doidinha e gemia. “- Não podemos fazer barulho por causa das tuas irmãs… Vê se te controla…” Ela era escandalosa fudendo e gritava até não mais poder. Claro que naquela noite isso não poderia acontecer, ou as irmãs dela iriam ficar sabendo que a irmãzinha caçula delas já fudia e muito!

Botei o pau, já molhado, para fora e ela agarrou ele com tesão. Como batia uma boa punheta aquela vagabunda! Eu não me desgrudava das tetinhas perfeitas delas e nem ela do meu vergalhão duro. O restante das roupas desapareceram e nossos corpos nus foram acariciados pela brisa morna daquela enluarada noite de verão. Ficamos em pé e nos abraçamos, com o meu cacete no meio das suas coxa e as minhas mãos acariciando sua bunda maravilhosa. Nos esfregávamos feito loucos e suas coxas já estavam molhadas pela nossa lubrificação. Comecei num vai-e-vem no meio daquelas coxas roliças, encharcadas, com meu pau se esfregando no meio da sua bucetinha. Ela gemia e eu tapava sua boca. Eu também sou escandaloso fudendo, mas pelo menos me controlo mais do que ela… “- Meu amor, não pode gemer alto, tuas irmãs vão ouvir!”, dizia eu baixinho no seu ouvido e aproveitava para beijar e acariciar com os lábios o seu pescoço. Ela tremia de tesão e um friozinho louco corria de cima a baixo pelo meu peito. Como era bom foder aquela vadia!. Não aguentava mais, precisava meter naquela buceta quente. Ela, como que pressentindo o meu desejo, ajoelhou-se e engoliu o meu caralho, chupando e acariciando as bolas. “- Chupa meu bem, chupa, engole o teu caralho…” Ela chupava e punheteava ao mesmo tempo, me deixando doido. Tava foda! “- Pára meu amor, pára senão eu gozo nessa boca fuderosa!”, disse e peguei-a pelos braços, levantando-a. “- Deixa eu chupar mais um pouquinho, se ver que vai gozar eu paro…” Como se a porra funcionasse assim… “- Nada disso, agora é a tua vez.” Coloquei-a sobre o capô do carro e abri suas pernas, deliciando-me com a visão da sua buceta inundada pela nossa molhação. Dei um tapinha leve na testuda e disse: “- Agora tu vai ter o que tu mais gosta…” Caí de boca! Chupei a sua bucetinha alagada e com o grelinho duro. A bucetinha dela tinha pêlos ralos e bem aparadinhos, rente à pele. Lambi com vontade de cima a baixo e depois me concentrando no grelo, passando a língua em volta dele e em cima, abocanhando e chupando, voltando a lamber e, finalmente, usei a minha técnica secreta. Às vezes penso que é até sacanagem eu usar essa técnica… A puta fica totalmente descontrolada e goza muito rápido. Foi o que aconteceu… Eu já nem estava mais me importando com os gemidos dela e se as irmãs iriam ouvir.

Fiquei de pé, agarrando suas coxas e puxando-a de encontro a mim, enterrando na sua buceta vertiginosa o meu cajado teso. E aí fudeu! Metia alucinado, sentindo a pele da minha piça escorregando na da sua xota incendiária. Como é bom fuder sem camisinha! (mas não façam isso, hoje em dia não dá!) Eu era um doido delirante, desatinado, desequilibrado, totalmente descontrolado, fudendo a minha putinha estonteante. A porra estava próxima, estava para me acabar dentro da sua buceta acetinada, quando a vadiazinha gozou, me agarrando e estremecendo-se toda. Fui junto e jorrei uma cachoeira de porra pra dentro da sua xana, enchendo-a com meu esperma quente. Acabados os dois, desabei sobre ela e ficamos alí sobre o capô, sentindo nossos corpos colados e suados, sentindo nossos corações acelerados, batendo forte e acalmando-se lentamente. Eu adorava aquela puta. Nunca teve melhor…

Dia seguinte. “- Maninha, eu não esperava isso de ti. Transar em cima do carro, a céu aberto? Imagina se meu pai fica sabendo disso! E pior, transando daquele jeito! Parece que é uma tarada! E nem se preocupou em não fazer barulho! Nós ouvimos e vimos tudo! Que vergonha!” As irmãs dela, naquela noite, descobriram uma irmã que não conheciam… Uma irmã fudiona! Felizmente elas foram cúmplices e não contaram nada para os pais, ou seria um completo caos. Mas que elas devem ter gostado de ver, isso devem. Aposto até que bateram uma siririca enquanto nos observavam da barraca… Claro que elas gostam de putaria, assim como qualquer pessoa normal. Afinal, é a putaria que nos motiva a viver, trabalhar, comer, que traz um sentido para nossas existências nesse mundo…

O sabá da putaria

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Sábado foi dia de putaria com a minha putinha particular. Como não bebo mais desde o início do ano, tenho dado preferência a receber putinhas em casa e não mais ir a puteiros, pois eles – pelo menos para mim – estão associados à embriaguez. Como conheço trocentas mil putas, isso não é problema para mim; é só fazer uma ligação e prontamente tenho os favores sexuais da vadiazinha escolhida. Melhor dizendo, não favores, mas serviços, pois invariavelmente os mesmos me são cobrados, com algumas exceções.

Essa putinha do sábado é, atualmente, a que prefiro para fazer programas, já que com ela não parece que estou fazendo programa, é como uma foda com uma puta amadora. Ela é loirinha, branquinha e, apesar da minha preferência por tetinhas pequeninhas, adoro as tetonas enormes dela. São lindas e ainda duras, com certeza por causa da pouca idade. Tem um corpinho do caralho, não é magricela, ao contrário, é do tipo gostosona, com uma bundinha de tamanho médio, porém muito bem feita, bonita e tesuda. A coxudinha tem estatura em torno dos 1,60m e é bem tranqüila, faz putaria sem pressa e adora gozar com minha chupada. Parece que estou fudendo com uma namoradinha.

Ela chegou por volta das oito da noite e viemos direto para o escritório, mais aconchegante que a sala e não tão íntimo quanto o quarto. Gosto de ir devagar, deixando o clima de putaria chegar aos poucos, naturalmente, sem afobação. Sentamos no sofá, conversando trivialidades enquanto tomávamos um mate quentinho e ouvíamos Diana Krall, a minha cantora de jazz preferida. Gradualmente nossos corpos foram se aproximando e acariciei seus cabelos loiros claros, que vão até os ombros, assim como seu rosto, de pele macia. Na verdade, todo o seu corpo tem uma pele extremamente macia e sedosa, prazerosa ao toque. Acariciei suas tetonas sobre o blusão de lã, sentindo-lhes a rigidez jovem. Ao tocar-lhe as super-tetas, de imediato, como num reflexo, ela agarrou meu cacete já duro e ficou a friccioná-lo por sobre a calça, que em pouco tempo exibia uma mancha devido à molhação que vinha do meu caralho teso. Afastei seus cabelos e beijei suavemente seu pescoço e nuca, arrancando-lhe arrepios e gemidos. Ela não largava minha vara e meus beijos tornaram-se mais impetuosos, demonstrando a minha excitação. Eu ofegava e gemia com aquela mão deliciosa agarrada ao meu cajado, sentindo a porra pulsar dentro das minhas calças e já desejando a sua boca quente engolindo ele inteiro, entrando pela garganta e fazendo-a engasgar.

Eu continuava beijando seu pescoço e nuca, sentindo o doce e delicado perfume entranhado na sua pele, sem deixar de me atracar nas suas tetonas duras. Não agüentava mais e levantei seu blusão e blusa, de onde surgiram aqueles dois melõezões cheios, rijos… Ela não usava soutien e pude, de imediato, deliciar-me com a visão dos seus peitões de bicos rosa-claros. Caí de boca, mamando alucinadamente, com sofreguidão. Segurava as duas tetas e chupava, esfregava a cara, gemia, mordia levemente, ficando e deixando-a igualmente excitada. “- Gosta de mamar nas minhas tetas, meu taradinho?” “- Adoro, adoro mamar nesses tetões duros tesudos! Adoro mamar nas tuas tetas de puta!” Ela meteu a mão dentro da minha calça e agarrou o caralho duro e molhado, punheteando devagar. “- Aperta bem forte na raiz do cacete, minha putinha, aperta muito que eu gosto!” Ela empurrou a mão de encontro à minha virilha e apertou com força, fazendo meu porrete ficar inchado e me molhando mais ainda. “- Tira essa calça que eu quero ele livre pra poder chupar…” Tirei as calças e a camisa e ela fez o mesmo, ficando os dois nus. Eu estava todo molhado e a putinha se grudou mais uma vez no meu pau, apertando bem forte na raiz. “- Como essa porra tá inchada! É tesão por mim, meu safadinho?” “- É muito tesão por ti minha puta vadia, gostosa. Tu me deixa assim, de cabeçorra inchada… Lasca uma punheta, lasca!” Ela bateu uma punheta gostosa, no meu pau molhado, me deixando sem noção de nada, só sentindo o prazer que aquela vagabunda me dava. “- Empurra com uma mão na raiz, aperta com força e punheteia com a outra bem na cabeça encharcada. Vai minha putinha!” Caralho!! A punheta batida assim, com a cabeça bem exposta, molhada e inchada, com uma mão bem concentrada nela, é um tesão indescritível! Mas a mão que punheteia tem de estar envolvendo a cabeça de leve, não com força. É muito bom! Acho que é até melhor que meter na buceta. “- Pára, porra! Pára senão eu me esporro todo!”

Ela parou, levantou e se ajoelhou entre as minhas pernas. Pegou meu pau, encostou entre os tetões e apertou-os firmemente, fazendo meu cacete sumir entre eles. É a deliciosa espanhola, a punheta de peito! Putz!! Fazia um movimento suave de sobe-e-desce, a cabeça do pau aparecendo acima das tetas e depois sumindo entre elas quando ela subia. Tudo molhado, as tetas molhadas, meu pau encharcado, entumescido, e eu já a ponto de me esporrar todo. Ela pressentiu e me disse: “- Não vai gozar agora que eu quero tua boca na minha buceta. Quero gozar primeiro com a tua chupada.” “- Então pára com essa porra porque eu não agüento, assim eu gozo nessas tetonas gostosas!” Ela parou e eu puxei-a pela mão levando-a para o quarto.

Entramos no quarto e eu sentei na beirada da cama, deixando-a em pé entre as minhas pernas, abraçando-a e beijando e chupando os seus melões. Com as mãos eu percorria o seu corpo todo com carícias, do alto das costas às coxas, passando pela sua bundinha dura e mergulhando pela parte interna das suas coxas, indo até quase a buceta, mas sem tocá-la. Eu gosto de provocar para a puta ficar bem excitada. Passei a mão no reguinho, sentindo o calor das suas bandas, mas quando meus dedos avançaram pro cuzinho, ela trancou a bunda, não me deixando tocá-lo. Enquanto isso ela me batia uma punheta. Puta adora ir logo metendo a mão no pau, não sabe viver sem um pau na mão.

Deitei-a na cama, de costas, e me atraquei no seu pescoço, beijando e acariciando com os lábios. Segui descendo até os peitos e me detive um pouco, beijando, chupando e mordiscando, para em seguida descer mais pelo seu corpo, acariciando-o com os lábios. Cheguei ao umbigo e beijei suavemente. Ela sentiu um arrepio e arqueou o corpo. Fiz mais umas carícias alí e desci mais, chegando até o seu monte de vênus, que é peladinho. Beijei delicadamente, passei a língua e ela gemia abrindo as pernas. Tá viciada a vadiazinha… Mas eu sou de provocar e não iria meter a boca na buceta assim tão rápido. Desci com a boca pelo lado da xotinha pelada, beijando e lambendo os lábios, fazendo com que a putinha levantasse o quadril querendo minha boca na sua buceta. Segui pelo lado, beijando e mordiscando a parte interna da sua coxa macia e voltei aos lábios, sem encostar no meio da buceta. Ela gemia e segurava a minha cabeça tentando direcioná-la para onde queria. Eu escapava e continuava com as carícias sempre em volta da sua buceta cheirosa, sem dar o que ela queria, provocando-a mais e mais. “- Mete a boca porra! Mete a boca que eu tô louca! Quero tua língua!” Ela mexia, gemia e me puxava, doida de tesão querendo logo a chupada. Toquei então bem no meio da sua bucetinha, na altura do buraco negro, com o meu nariz. A putinha estava encharcada! Acariciei com o nariz a sua bucetinha molhada enquanto ela se contorcia e gemia. Finalmente, com a buceta dela ainda fehadinha, passei a língua suavemente de baixo até o alto. Fiquei lambendo aquela bucetinha fechada, subindo e descendo, sentindo a sua pele e o seu tesão. Enfiei a língua entre os lábios e ela gemeu mais alto, abrindo mais as pernas e expondo o grelo com as mãos. Com muita delicadeza, levemente, toquei seu grelo com a língua. A puta tremeu. Toquei de novo e ela agarrou minha cabeça com força, impedindo-me de sair dalí. Lambi seu grelinho pequeno bem devagar, passando a língua em volta e sobre ele. Já era hora: envolvi o grelinho com os lábios, desencapando ele, e lambi a pontinha, a princípio lentamente. A puta enlouqueceu. Gemia forte segurando a minha cabeça enquanto eu aumentava mais o ritmo da chupada-lambida. Percebi que ela estava se descontrolando e pensei: “- Agora é hora de atacar com a minha técnica secreta!” Não deu outra, a putinha tremia, gemia e se contorcia num gozo intenso. Quando parei, por ela não suportar mais o toque no grelo, ela ainda continuava gozando. É uma das coisas que gosto nela, o gozo dela é lindo, afogueado, enérgico, arrebatado e longo. Como goza aquela putinha.

Fiquei deitado sobre ela, beijando-lhe a barriga até que ela se acalmasse e se refizesse do gozo. “- Agora é a tua vez”, disse ela. Deitei de costas e ela se posicionou entre as minhas pernas, abocanhando meu caralho. Mamou avidamente, como se fora uma bezerrinha faminta. Mamava e acariciava meu saco. Eu, louco de tesão, gemia forte e acariciava-lhe o cabelo sedoso. “- Chupa, putinha! Chupa que tá bom demais!” Ela continuava a chupada e vez por outra tirava a boca e aplicava um punhetão na cabeça do pau, me deixando mais louco ainda. Então ela resolveu me matar de vez: girou o corpo, colocando-se ao meu lado, com a bunda na direção do meu rosto, de quatro. Molhou a mão de saliva e castigou uma punheta fuderosa. Vendo aquele rabinho na minha frente, não agüentei e agarrei ele com as mãos, gritando: “- Eu gozo segurando essa bunda, porra! Bundaaaaa!! Lasca a punheta mais rápido putaaaa!!” Ela acelerou o movimento, molhou mais e lascou mais rápido ainda. Tava muito foda! “- Vou gozar porraaaa! Enconsta meu pau nessas tetas que eu quero me esporrar nelas! Vai putinha! Me faz gozar neses tetões, porraaaaaa!!! AAAhhaaaaaa!!!” Foi um gozo violento que fez meu corpo todo tremer, gerando ondas pelas minhas costas, peito, barriga, pernas, até que derramei a última gota de porra. Ofegante, ainda não conseguia me controlar, quando ela se ajoelhou ao meu lado e me mostrou: “- Olha como tu deixou as minhas tetas esporradas… Agora vai ter de me dar banho pra limpar…” Eu abracei a vadiazinha e deitei-a sobre mim, ficando assim um tempão, acariciando suas costas e bunda. “- Tu é foda meu amor, tu me faz gozar muito. Adoro teu punhetão!”

Tomamos banho e jantamos. Próximo da meia-noite ela me avisou que precisava ir. Tinha medo de andar muito tarde sozinha na rua. Nos abraçamos longamente e desci para levá-la até o portão, onde nos despedimos. Tinha recém terminado uma boa putaria com ela, mas não via a hora de marcar um outro programa. Enquanto ela se afastava eu olhava pra sua bundinha, lembrando como gozei gostoso segurando e olhando pra ela…