As quatro sentaram na sala de estar e ofereci um café a elas, mas só uma aceitou. As outras queriam cerveja e, como eu não tinha, uma delas foi ao posto de gasolina comprar. Segui para a cozinha e comecei a preparar o café.
De volta à sala com dois canecos fumegantes, entreguei um à putinha e sentei-me com o meu. A conversa seguia animada quando a putinha que saiu para comprar cerveja voltou. Era justamente a loirinha deliciosa de quem eu tinha gostado. Fomos juntos à cozinha para pegar copos e ficamos conversando lá. “- Tu mora nesse apartamento sozinho?” “- Moro sim!” “- Que desperdício…” e me olhou com um ar safado. Você pode estar pensando que o mínimo que eu deveria fazer era convidá-la para ocupar o espaço em excesso, mas eu não sou louco nem nada. Apenas fiz de conta que não ouvi. No meio do nosso bate-papo na cozinha elogiei suas tetinhas. “- Tu gosta de tetas pequenas? ” e baixou a blusa expondo uma delas. Perfeita! Com bico cor-de-rosa claro e tamanho certo para caber toda dentro da minha boca. Tetinha maravilhosa! “- Será que é macia como está parecendo?” “- Experimente!” Peguei naquela tetinha fuderosa e senti a maciez dela na minha mão. Fantástica teta! Nesse momento aparece na cozinha uma das outras putas que eu não conhecia e me flagrou com a boca na botija, ou melhor, com a mão na teta. “- Já começaram com a putaria?” E deu meia-volta, indo para a sala.
Voltamos para a sala também e ficamos todos conversando. Duas delas estavam mais para sonolentas, enquanto que as outras duas, incluino a loirinha, estavam acesas. Essas duas, a loirinha e uma negra, estavam num fogo absurdo. A negra falava a toda hora para a loirinha: “- Hoje eu vou te pegar, hoje você não me escapa.” Levantava a saia, afastava a calcinha pro lado, mostrando a buceta pra loirinha e dizendo: “- Quero tua boca aqui…” Eu no meio disso tudo já não me agüentava mais, com o pau em fogo e duro. Sentia a cabeça já ficando molhada pelo tesão de ver e ouvir uma falar putaria pra outra. A negra, que eu já conhecia e sabia que gostava de putinhas, era a mais safada. A loirinha só sorria e ficava calada.
Depois de mais meia hora de papo furado, as duas sonolentas resolveram dormir. “- Meu amor, podemos dormir na tua cama?” “- Mas claro! Podem ir deitar.” Assim que as duas se acomodaram na cama, a negra me pediu duas toalhas porque queria tomar banho com a loirinha para “- Ficarmos cheirosinhas antes de transar.” Peguei duas toalhas e entreguei para elas, que se dirigiram ao banheiro. Antes que a loirinha chegasse ao banheiro, segurei-a e disse: “- Já que tu não toma banho de roupa, como todo mundo, vou tirar tua roupa porque adoro despir puta.” Tirei a blusa dela bem devagar, que estava sem soutien, expondo as duas tetinhas lindas com biquinhos cor-de-rosa. Aquelas tetas eram mesmo perfeitas! Abri o botão e o ziper da calça jeans dela e, antes que pudesse baixá-la, ela virou de costas empinando a bunda gostosa. Aquilo era muita provocação… Baixei o jeans também devagar e a bunda bem feita foi aparecendo aos poucos. Uma loucura! Agora ela estava só de calcinha fio-dental. O corpo da puta era um absurdo. Tudo no lugar certo. Caralho! Por fim, tirei a calcinha minúscula e a sua buceta pelada se apresentou a mim. Coisa linda! “- Vamos logo tomar banho que eu tô louca pra te agarrar!” falou a negra que também era muito gostosa, mas a loirinha me enfeitiçou com seu corpo absurdo e tetas perfeitas.
Elas entraram no banheiro e eu, claro, fui junto. No banheiro, a negra, já nua, ajoelhou-se e meteu a língua na buceta da loirinha. Estava assim desse jeito quando eu disse “- Minha querida, vamos fazer isso de uma forma melhor.” E peguei a loirinha pela cintura, sentando-a na pia. Abri as pernas dela e ordenei à negra: “- Agora chupa!” A vadia caiu de boca, tirando gemidos da loirinha. Eu em pé, segurava uma coxa dela e com a outra mão acariciava suas tetas. Beijei seu pescoço suavemente, chupei suas tetinhas e ela ficou mais doida ainda, gemendo mais. Estávamos nessa putaria de perder o juízo quando a negra levantou e me disse: “- Meu amor, vamos tomar banho agora para podermos terminar isso num lugar mais confortável.” Desci a loirinha da pia e preferi não tomar banho com elas. Queria fazer essa putaria durar o máximo possível.
Aguardava na sala o fim do banho das duas vadias, quando elas apareceram enroladas nas toalhas. A negra sentou numa das poltronas depois de tirar a toalha e colocar no assento. A loirinha sentou ao lado dela e começaram numa beijação que era uma coisa de endoidecer. Se beijavam com tesão e acariciavam as tetas uma da outra. A uma certa altura a loirinha subiu na poltrona onde a negra estava e, de pé no assento e com a negra no meio das suas pernas, ofereceu a buceta para ela chupar. Caralho, que coisa deliciosa! Eu olhando, sentado do outro lado da sala, com o pau rijo e molhado, não aguentei mais. Caminhei até as duas, me ajoelhei em frente à negra e meti a boca na buceta greluda. Já tinha chupado uma vez a buceta dela, mas não lembrava que ela era tão greluda. Estava num puteiro e coloquei ela em cima de uma mesa e caí de boca na buceta dela. Com aquele grelo gostoso de chupar, caprichei e a vadia começou a gemer. Ela se contorcia e o grelo não parava quieto na minha boca, mas como bom caçador de grelos, ia onde quer que ele fosse e o mantinha sempre na boca, chupando enlouquecidamente. A loirinha resolveu mudar de posição e ajoelhou numa poltrona, metendo a boca na buceta greluda da negra. Ficou de quatro para fazer isso e eu aproveitei para levantar e ficar olhando o corpo maravilhoso dela, com a bunda empinada. Segurei na bunda, acariciei e dei umas palmadas. Eu batia e ela pedia: “- Isso, bate que eu gosto, me maltrata que eu mereço.” Aquilo estava demais! O tesão me consumia e fui por trás dela, vendo aquela bunda maravilhosa na minha frente. Abri as bandas e pude ver o cuzinho no meio. Não tive dúvida: meti a língua. Lambia aquele cu com tesão, endurecia a língua e tentava enfiar ela no buraco, sentindo a pressão do esfíncter. Lambi muito o cu dela, mordi as bandas, dei palmadas e meti a língua de novo no cu arrombado. Ela contorcia a bunda, gemia e pedia mais, sem desgrudar da negra bucetuda, que por sua vez também gemia com a chupada da loirinha gostosa.
Como tinha muita putaria para pouca poltrona, chamei-as para o escritório. As duas deitaram no sofá-cama e foi a vez da negra voltar a chupar a buceta da loirinha, que estava deitada de costas. A negra chupando, oferecia o bundão pro céu. Caí de boca no cu da negra. Era a vez de dar à vadia negra o tratamento que dei ao cu da vagabunda loira. O cu da negra era mais arrombadaço e minha língua entrava mais fácil. Parecia mesmo que iria conseguir enfiar a língua toda no cu da puta. A ponta da língua entrava na boa e eu dava palmadas na bunda da vadia, louco de tesão. Com a língua doída de tanto enfiar no cu da puta, ajoelhei-me ao lado da loirinha e chupei suas tetinhas perfeitas. Chupava as tetas e subia até o pescoço, beijando e acariciando com os lábios. Voltava para as tetas, quando ela segurou a minha cabeça e foi empurrando gentilmente para baixo. Fui descendo e beijando por onde passava, parando na barriguinha para fazer o que gosto muito: morder. Mas a vadia não estava interessada em mordida e continuava empurrando a minha cabeça até que cheguei na buceta, onde a negra estava ocupada. Meti a língua no grelo e compartilhamos aquela buceta pelada e branquinha. Nossas línguas se tocavam, se lambiam, enquanto dávamos nossa atenção àquela buceta tesuda. A loirinha, chupada por nós dois, alucinou de vez e, sem largar da minha cabeça, gemia alto. “- Continua, continua que isso tá bom demais! Eu quero os dois chupando minha buceta, eu quero gozar nessas duas bocas, quero me acabar toda!” Aceleramos a chupada e lambida até que a loirinha se tremelicou toda num gozo forte. A putaria estava braba e muito boa, mas até aquele momento meu pau estava esquecido pelas duas, que pareceiam só pensar uma na outra. E eu me importo?
A negra mudou de posição, ficando no lugar da loirinha quando eu disse “- Quero ver vocês se roçando. Esfregando buça na buça!” E me ofereci para ajeitar as duas. Coloquei uma das coxas da loirinha por cima da coxa da negra e a outra por baixo. Segurei na bunda da loirinha e, antes de encaixar ela na negra, falei: “- Deixa ver se vocês estão preparadas…” E passei a mão na buceta de uma e da outra para verificar se estavam molhadas o suficiente para a esfregação de buças. Estavam as duas molhadíssimas! Encaixei elas bem direitinho e elas começaram a se roçar. Eu segurava na cintura da loirinha e ajudava, empurrando ela mais de encontro à negra. As duas gemiam e os movimentos depois de um tempo começaram a acelerar. Eu não desgrudava da cintura da puta branquinha: “- Esfrega porra! Quero ver vocês se esfregando até gozar! Quero ver uma se acabando na buçanhona da outra!” E empurrava e ajudava a loirinha na esfregação. A primeira a gozar foi a negra. Gemeu forte se contraindo e se acabou agarrando a loirinha. A esfregação continuava e foi a vez da loirinha gozar de novo. Quando senti que ela estava no meio do gôzo, abracei-a fortemente falando ao seu ouvido depois: “- Gostosa! Você geme muito gostoso! Adorei te ver gozando…” As duas se deitaram exaustas, ofegantes e eu sentei numa cadeira em frente a elas, com o pau pingando, duro como um jacarandá.
Depois que elas se acalmaram, a negra me disse “- Vem cá que a gente vai dar uma chupada dupla no teu pau.” Não esperei um segundo convite e deitei no sofá-cama. As duas caíram de boca no meu caralho latejante e babado, lambendo ele de cima a baixo, chupando a cabeça, chupando as bolas e eu alucinado gritava: “- Chupa esse caralho suas vadias! Chupa o meu cacete! Enfia essa porra na garganta!” Foi quando a loirinha começou a bater um punhetão pra mim e a negra lambia a cabeça do meu cacete doido. Era demais pra mim, não agüentava mais. “- Tô gozando porra! Aaaaaahhhh! Toma minha porra na cara vagabunda!” Esporrei com a mão da loirinha segurando meu pau, melecando a língua e o rosto da negra. Que gôzo fudido de bom!
Fiquei ali deitado e abraçado com as duas, pensando que era a primeira vez que fudia com duas putas de cara. Todas as vezes que aconteceu antes eu estava embriagado e não aproveitei como naquele dia. Isso foi pouco antes de eu viajar para Salvador, onde estou até hoje e não vejo a hora de voltar pra casa para repetir a dose com essas duas putas gostosas. Foi um verdadeiro café-com-leite pela manhã.
Obrigado pela visita e divirta-se!




