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Abril 30, 2006

Puta churrasco com puta

Arquivado como: Fotos, Histórias de puteiros — xupaxota @ 2:56
No meu puteiro preferido estava eu lá mais uma vez me embriagando e conversando com as putas. Peguei as minhas duas putinhas preferidas e fui pro quarto. Entramos na hidro e ficamos conversando e bebendo. Pega teta, chupa teta, pega pau, chupa pau e elas me contaram de um motel que conheciam, lá pras bandas da zona sul. Disseram que tinha uma baita de uma suite enorme, com duas camas, várias piscinas, coisa de louco. Tinha até churrasqueira. “- Churrasqueira? Num motel?” “- Tem sim, é sério!”. Porra, eu resolvi que tinha de ir pra essa suite desse motel. “- Vamos sair daqui e vamos pra lá, nós três, fazer um churrasco!” Elas ficaram meio indecisas porque a casa não gostava que elas saíssem, afinal eram as duas melhores de lá e as que faziam mais programas. “- Não tem problema, ninguém vai dizer que vocês não podem sair comigo” Sabe como é, bêbo é ousado. Conversei com o pessoal da gerência e pronto, tudo resolvido. Afinal de contas, se elas eram as putas que davam mais dinheiro pra casa, eu era o putanheiro que dava mais dinheiro pro puteiro também.

Pegamos um taxi, passamos no Zaffari pra comprar carne, sal, essas coisas e fomos pro tal motel com churrasqueira. No trajeto eu ainda estava meio sem acreditar na história. Depois, pra que várias piscinas? Será que alguém vai ficar saindo de uma e entrando em outra? “- Não, é pra quando vai um grupo!” “- Então somos nós, um grupo de três.” respondi. Chegamos e na recepção fui logo pedindo a churrasqueira. “- Vou comer a carne bem assada e as duas cruas!” O cara da recepção riu. Porra, quando me disseram o preço da suite vi que seria o churrasco mais caro da minha vida. Mas enfim, já estava alí com um monte de carne, da vermelha e da branca e não iria dar pra trás por causa de preço de quarto de motel. Peguei a chave e fui pra suite grupal.

Putz!, não é que as gurias falaram mesmo a verdade? Três piscinas! Duas camas! E a tal de churrasqueira. A porra era uma imensidão! Tirei a roupa e fui acender o fogo e preparar a carne enquanto elas entravam numa das piscinas. Uma de água quente, uma de água fria e a outra tinha dessas borbulhas de hidromassagem. Ficaram lá se borbulhando todas enquanto eu preparava o churrasco. Eu não sei como alguém pode querer ir a um motel para querer fazer outra coisa que não fuder, mas eu fui para também fazer churrasco. Coisas de bêbo.

A carne começou a cheirar e elas saíram da piscina e se juntaram a mim na churrasqueira, nuas, com aqueles corpinhos branquinhos, gostosinhos, tetinhas pequenas, tudo no seu devido lugar. Pareciam irmãs, até os cabelos eram iguais. Tudo bem, não pareciam irmãs, mas tinham o mesmo tipo físico e cabelos, por isso eu as achava tão parecidas. A bebida corria solta e quando a carne finalmente ficou pronta elas sugeriram que nós cortássemos e fôssemos comer na piscina, até porque ninguém estava com fome de jantar, ficaríamos beliscando e fazendo boas putarias. Feito o prato com as carnes, fomos pra piscina de borbulhas e foi aí que eu quase encerrava de vez a minha vida de putanheiro bêbo. Elas entraram primeiro e depois eu entreguei o prato para em seguida entrar, descendo os degraus. Só tive a oportunidade de pisar no primeiro e resvalei nele, caindo cheio de braços e pernas, pesadamente dentro da piscina, a poucos centímetros da borda. Imagina se o caralho da cabeça (de cima) bate alí… Tava mas era completamente fudido! E bêbo não sabe cair com jeito, cai é de qualquer maneira, deixando o resultado para a sorte, que no meu caso foi boa. As gurias ficaram assustadas mas eu não tava nem aí porque sabia que nada poderia me acontecer de ruim por causa da proteção do santo. O santo protetor dos alcoolizados.

Passado o susto das putinhas, abracei as duas e disse: “- Quero carninha na boca, primeiro da assada e depois da mijada…” Uma delas pegou um pedaço de carne e já ia colocando na minha boca quando eu disse que não queria carne sem tempero. “- Não adianta, não quero! Só como carne temperada!” E fiz a guria subir na borda da piscina pra passar o pedaço de carne na buceta pra eu comer. Eu peguei a carne, coloquei na boca e chupei antes de devorar, sentindo o gostinho do tempero da buceta dela. Quer dizer, na verdade eu não senti gosto de porra nenhuma porque bêbo não sente gosto de nada, não sente cheiro de nada, enfim, não sente nada. Ela voltou pra piscina e começamos com a putaria, abraçando as duas loirinhas, pegando nas bundinhas, nas tetinhas, me esfregando nelas o quanto podia. A que gostava mais de chupar pau me levantou pela bunda e começou a engolir o distinto, que estava orgulhosamente super, mas super, completamente mole. O problema dele é que não tinha bebido nada naquele dia, só eu, daí a moleza, a falta de disposição pra enfrentar aquele boquete fantástico que ela sabia fazer. Eu estava totalmente disposto, claro, tinha tomado todas e tava querendo fuder o mundo, só o pau que não ajudava.

Ficamos alí, eu mamando nas tetas de uma e a outra mamando meu caralho mole. Aquelas duas juntas eram perfeitas porque a que gostava mais de chupar realmente chupava pra caralho e a outra, que também chupava, porém não tão bem, tinha as melhores e mais lindas tetinhas que eu já vi numa puta. Por isso eu ficava mamando na das tetinhas mais lindas do mundo e botava a boqueteira pra me chupar. Não queria mais nada. Nada? Claro que queria! E queria muito, mas muito mesmo, meter aquelas duas bucetas na minha cara, me lambuzar com elas, lamber, cheirar, chupar, passar o resto dos tempos com o rosto enfiado nelas, morrer sufocado nas bucetas delas. E foi o que fiz, com exceção de morrer sufocado. E também não durou o resto dos tempos… Pena…

Nós três naquela putaria absurda e nada do Sr. Pênis resolver entrar na brincadeira. Seria até desconcertante para mim, se eu não estivesse bêbo, mas eu não tava ligando pra nada dessas coisas e queria era fazer muito mais putaria, com pau ou sem ele. Se ele não queria aproveitar aquelas duas era problema dele, porque eu estava aproveitando uma barbaridade. A porra seguia em frente, putaria rolando, bebida descendo e carne sobrando no prato. Depois de muito tempo naquela sacanagem com as putinhas deliciosas, saí da piscina e caminhei até em frente da cama. Já falei que minhas pernas estavam iguais ao meu pau? Pois estavam. Parei em frente da cama e disse pra ela: “- Cama, eu vou te fuder! Cama, eu vou te fuder! Eu vou te fuder a paciência ficando em cima de ti e dormindo até passar a bebedeira! Tu tá fudida cama!” Deitei e chamei minhas putinhas maravilhosas. “- Quero massagem nas costas.” Isso é uma coisa fantástica! Donde que, se eu fosse casado, poderia falar desse jeito com a minha mulher? Simplesmente pedir massagem, pedir o que quisesse? Nunca! Mas com puta pode. Elas subiram na cama (aí é que ela se fudeu mesmo, com três em cima!) e começaram a massagear minhas costas… Puft!

Acordei com o dia já amanhecido e uma conta inacreditável para pagar naquela porra de motel. E nem sequer comi o churrasco! E nem as putas! Mas eu sou bem-humorado e não me aborreço com isso, sobretudo porque apesar de não ter comido nada nem ninguém eu me diverti para caralho! A vida vale a pena por essas coisas, por eu poder estar aqui agora escrevendo e contando essas histórias. Coisas materiais eu posso até perder, mas meus momentos, momentos como esse e muitos outros que tive a felicidade de viver, vão comigo para sempre…

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Abril 21, 2006

História pra Carlinha

Arquivado como: Fotos, Histórias de puteiros — xupaxota @ 14:27
Carlinha minha putinha, como me pediste pra contar mais histórias e eu não gosto de negar pedido a mulher, vou contar uma especialmente para ti. Além disso, hoje tá um dia bem fresquinho e chuvoso, que não dá vontade de sair da cama e daqui te escreverei essa historinha. Isso graças à tecnologia, que me permite escrever da cama mesmo, embaixo do meu edredon. Vamos então à história pra Carlinha.

Essa que vou contar agora, na verdade não tem nada de especial ou engraçado ou estranho, é apenas uma história erótica que se passou com uma das minhas putinhas preferidas, num dos puteiros que mais gostava e que mais frequentei. É uma história pra deixar a Carlinha molhadinha, escorrendo pelas pernas e molhando o colchão, se é que ela se beneficia da tecnologia e está me lendo desde a sua cama quente.

Lá nesse puteiro eu me sentia em casa. Conhecia todas as putas, funcionários e donos. Em si ele não tem nada de especial e não é de luxo, porém não se pode dizer que é um puteiro pobre. Tá mais pra classe média. Bem organizado e limpo, nesse puteiro eu podia fazer quase tudo que eu queria, de chupar puta em cima da mesa a deixar fiado. Quando se tem conta em puteiro significa que se está fudido, pois no final do mês não sobra dinheiro pra mais nada. Lá tem uma suite que gosto muito, com banheira de hidromassagem, onde eu sempre iniciava os programas. Quando dobrava o tempo ganhava de brinde uma garrafa de champagne, que dividia com a putinha que estava comigo.

Numa das minhas incontáveis idas a esse puteiro, não fiz o de sempre e não me embriaguei de cara. Sentei com essa minha putinha, conversamos um pouco, bebemos um pouco e fomos para o quarto. Sempre pedia que enchessem a banheira de hidromassagem primeiro, pois demorava e eu não iria ficar pagando pelo tempo enquanto esperava a banheira encher. Entramos direto na hidro. Eu sempre me sentava na banheira de um lado e ela do outro, pois assim ela podia ficar brincando à vontade com meu pau enquanto eu ficava olhando seu rostinho lindo e cabelos loiros bem claros. A sua pele é bem branquinha, coisa que eu adoro, e suas tetinhas bem pequeninhas, do jeito que gosto. Ela sentou então em frente a mim e pegava no meu pau enquanto conversávamos. Gosto muito do jeito que ela pega no meu pau, sem pressa a princípio, devagar, como se estivesse mesmo brincando com ele. Quando a porra fica bem dura ela mete uma mão por baixo de mim, na minha bunda, e levanta, para que o pau fique pertinho da boca e ela possa chupar todo. Ela é uma puta sem frescuras, ou seja, nada de chupação com camisinha. Além disso, ela parece realmente gostar de chupar pau, pois não passa a impressão de estar chupando por obrigação e sim por gosto. É a melhor chupada de puta que já recebi. Não é à toa que ela é uma das minhas preferidas.

Naquelas alturas meu pau já estava muito duro, com a cabeça bem inchada e ela, como sempre fazia, meteu a mão por baixo da minha bunda e me levatou abocanhando a porra toda com aquela boquinha profissional e de lábios lindos. Enfiou todo na boca e quando tirava, voltava e dava uma sugada bem forte na cabeça. Lambia da raiz à cabeça e enfiava de novo na boca, deixando ele bem molhado. Algumas vezes ela se concentrava bem na cabeça, passando a língua em volta e engolindo de novo. Passou a chupar mais rápido, alternando com uma fantástica punheta e me deixando a ponto de gozar. “- Porra, minha putinha, assim tu me faz gozar antes da hora! Alivia que tá foda! Tá muito bom!” Mas ela nem ligava e continuava chupando e punheteando do mesmo jeito, feito uma louca tarada, como se aquela fosse a última chupada da vida dela.

Como eu não queria gozar logo, puxei-a pelo braço e levei-a pra cama. Coloquei a minha putinha de quatro, apoiada nos cotovelos, de rosto enconstado no colchão e levantei bem a sua bundinha para que ficasse totalmente empinadinha. Abri as bandas com as mãos e fiquei olhando aquele cuzinho e aquela bucetinha, pra depois cair de línguia chupando o seu cuzinho. Passava a língua pra cima e pra baixo, lambendo-a toda e vez por outra endurecia a língua e enfiava no cuzinho. Ela me chamava de tarado e empinava mais a bunda. Lambuzei bem o cuzinho dela e virei-a de frente. Abri suas pernas e vi aquele grelo maravilhoso. Ela tem um grelo grande, mas não grandãozão e sim grandãozinho. Uma das melhores bucetas que já chupei! Peguei na buceta e expus a greluda, lambendo com a língua mole, passando pra cima e pra baixo, em círculos e de vez em quando colocando os lábios em volta do grelo e chupando com gosto. Ela gemia e dizia que adorava o jeito que eu chupava ela. Fui aumentando o ritmo das lambidas e chupadas até que ela, enlouquecida, gozou com o grelo todo na minha boca.

“- Agora é a minha vez!” Ela disse e me puxou deitando-me de costas. Pegou o meu pau todo molhado e duro e meteu na boca. Putz!, como chupa aquela puta! Chupava, lambia, punheteava, chupava as bolas e enfiava a porra toda na boca de novo. “- Assim eu gozo minha putinha!” E ela fazia mais rápido, me deixando mais enlouquecido, pedindo para que eu olhasse ela engolindo meu pau inchado. “- Porra, assim é fodaaaa!” E eu explodi, enchendo sua boquinha de porra, que ela fez questão de me mostrar antes de engolir. “- Essa é a minha putinha!” e a beijei longamente, extenuado pelo gozo com aquela puta absurda.

Ficamos deitados conversando e eu perguntei se ela sempre gozava quando fazia programa. Ela me disse que se estivesse gostoso ela gozava, que não tinha essas bobagens de não gozar com cliente. Se sentisse vontade não se controlava, sobretudo com clientes que conhecia bem.

Saímos do quarto e fui pro salão me embriagar, conversar e brincar com as outras putas. Não esqueço das nossas transas e, às vezes, bato uma punheta lembrando do gosto do gozo dela na minha boca…

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Puta com chantily

Arquivado como: Fotos, Histórias de puteiros — xupaxota @ 11:19
Tem um puteiro no centro que eu gosto muito. São dois ambientes, um no andar de cima e outro no de baixo. O de cima é mais simples e o de baixo mais tirado a puteiro de luxo, apesar de não ser. claro que os preços são diferentes. Uma vez, saindo de lá de cima invariavelmente bêbado, enquanto esperava um taxi conversava com o porteiro de baixo. Ele me convidou a entrar e conhecer uma especialidade deles: comida servida na puta. “- Como é que é?”. Era isso mesmo que eu tinha entendido. A puta se deitava nua numa mesa e colocavam frutas e chantily por cima dela. Os clientes que estivessem famintos podiam comer as frutas com chantily, porém sem usar as mãos, apenas a boca. É claro que eu não poderia perder uma dessas!

Entrei e pedi um baldinho (vem com quatro long-necks e o preço sai mais em conta: 10 pila). Procurei a puta onde a comida seria servida em e ficamos conversando até a hora de comer (as frutas). Ela era muito lindinha e tinha um corpo perfeito. Deitou naquela mesona e uma funcionária da casa começou a colocar os pedaços de fruta sobre o corpo dela. Por fim, o chantily. Todos em volta daquele puta prato (com trocadilho mesmo) e eu fui logo caindo de boca. Fui direto na buceta. Nem sei que fruta tinha sobre a buceta, mas comi com chantily e tudo e já meti a língua. Chupar buceta com chantily é muito bom! Nem liguei quando ouvi alguém falar que não podia chupar, era só pra comer a fruta. Depois de lamber bastante aquela buceta com creme, voltei minha atenção para o resto do corpo. Lambi tudo, chupei as tetas e enterrei a cara, me lambuzando todo de chantily. Quando finalmente conseguiram me tirar de cima da puta, eu protestava dizendo que ainda não tinha acabado. Foi preciso uma segunda rodada, porque eu tinha desarrumado a puta toda. Prepararam ela de novo e eu já estava na cabeceira da fila. Quando eu já estava pronto pra cair de boca de novo me dissera que eu tinha de dar a chance para os outros clientes, afinal eles também gostavam da fruta. Pô, estragaram com a minha brincadeira!

Fui pro bar, pedi uma dose de whisky e a guria começou a rir. “-Tá, e daí, qual foi?” Ela apontou pro espelho e foi aí que eu vi que a minha cara tava completamente melecada de chantily. Tinha creme pra tudo quanto é lado, inclusive no cabelo. Como bêbado não se importa de estar com a cara melecada, peguei meu copo e voltei pra fila. Não entendia porque o pessoal apenas pegava as frutas com a boca, delicadamente, sem nem sequer meter a cara naquela putinha maravilhosa. Oba! Chegou a minha vez de novo! Caí de cara outra vez me lambuzando mais no corpinho delicioso dela. Que buceta! Que tetas! Que puta!

Terminada a brincadeira, continuei conversando com ela mais um tempo. Naquela noite quando voltei pra casa nem precisei de janta…

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Abril 20, 2006

Mijadão no sofazinho

Arquivado como: Fotos, Histórias de puteiros — xupaxota @ 0:47
Tenho um companheiro de putaria com quem já fiz muitas festas. Uma das mais interessantes aconteceu num puteiro tipo buffet livre, onde fomos depois de já termos passado por alguns outros. Saímos à tarde, depois de termos nos embriagado em casa e fizemos um tour pelos puteiros da cidade. Quando já voltávamos, muito bêbados, ele sugeriu que fôssemos tomar a saideira num conhecido buffet livre daqui. Dois bêbados juntos é foda, um sempre faz uma sugestão doida e o outro acha ótimo. Pegamos um taxi e fomos à tal da saideira.

Foi a minha primeira visita a esse buffet e, depois de ser explicado a nós como funcionava a coisa, por algum funcionário ou funcionária, entramos no salão. Ainda não era hora de muito movimento e a casa estava praticamente vazia. Continuamos a alcoolização compulsiva e logo uma putinha solícita veio se oferecer para me mostrar a casa. Grande, porém simples. À medida em que bebia, mais clientes e mais putas chegavam no salão. Eu estava sentado num sofá conversando com a tal puta quando senti uma vontade louca de mijar. Perguntei pra ela: “- Minha querida, posso mijar aqui?”, e ela respondeu: “- Claro!”. Não sei se ela não entendeu exatamente o que quis dizer ou entendeu mas não acreditou. Mas, diante da resposta dela, sentado como estava no sofá, comecei a mijar como se fosse a coisa mais natural do mundo. Logo o chão em frente ao sofá estava com uma baita poça de mijo, que avançava em direção ao centro do salão. Ela meio que assustada pediu para que saíssemos dali para não chamar atenção. Pessoalmente acho que a poça de mijo chamaria mais atenção do que eu, mas em todo caso a segui para um outro lado do salão. Não sei se os outros não perceberam que eu me mijei todo ou se, de tão bêbado, eu é que não percebi que aquela porra era altamente percebível.

Sentados agora num outro sofá, ainda seco, fiquei observando a brincadeira que era iniciada no centro. Colocaram algumas cadeiras e quando tocava uma música todos andavam em volta delas. Quando a música parava, todos tentavam sentar, mas tinha uma cadeira a menos e quem não conseguia sentar tinha que tirar uma peça de roupa. Pegaram o meu amigo para participar da tal brincadeirinha, mas ele antevendo o ridículo que um bêbado nu correndo em volta de cadeiras seria, conseguiu fugir. Sacanagem. Com isso, roubou muitas risadas minhas e dos outros presentes.

Uma outra brincadeira que tinha lá era um banho de espuma num lugar parecido com uma piscina ou tanque. Um monte de gente lá dentro se agarrando pra tudo quanto era lado. Gostei. Tirei a roupa e resolvi que ia entrar lá também. A puta solícita ainda estava comigo e resolveu dar uma de mãe não me deixando entrar. Disse que era perigoso por eu estar bêbado e que poderia resvalar no chão com espuma. Eu não via nenhum perigo naquilo e queria era entrar ali para apalpar putas. Parecia muito divertido para eu não participar. A puta não queria deixar de jeito nenhum e, como bêbado não consegue sustentar uma argumentação por muito tempo, acabei ficando de fora. Mas que parecia bom, parecia.

A bebedeira continuou e nem lembro de ter ido pra casa. Acordei no dia seguinte com a bermuda cheirando “suavemente” a mijo…

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Abril 18, 2006

Puta leiteira

Arquivado como: Fotos, Histórias de puteiros — xupaxota @ 23:59
Tive uma puta certa vez que tinha recém parido quando a conheci. Muito bonita a putinha, corpinho gostoso, tetas fartas e muito alegre. O nosso primeiro encontro foi na mais famosa sauna da cidade. É, essa mesmo. Muitos gostam dali porque saem de casa dizendo às suas esposas que vão fazer compras no Zaffari e aproveitam para, antes ou depois delas, desafogarem o peso dos seus sacos.

Entrei na sauna bêbado como sempre e, também como sempre, continuava a beber feito um alucinado lá dentro (ou dentro de qualquer outro puteiro). Ficamos conversando um tempo no salão e fiquei em dúvida entre ela e uma outra guria bem lindinha, de óculos. Mulheres de óculos são um fraco para mim. Acabei ficando com a recém parida e depois de muito doido com tanto álcool, subimos para o quarto. Na verdade eu não sabia, até o momento que estávamos no quarto, que ela tinha parido há pouco. Mas, quando comecei a mamar e apertar suas tetas e o leite comecou a jorrar, ela me confessou que não me disse antes porque tinha medo que eu não quisesse mais fazer programa com ela por isso. Se eu soubesse, não estaria com ela ali naquele momento, estaria já bem antes.

Com as tetas bem cheias e veias que apareciam esverdeadas sob a sua pele branca, enlouqueci e comecei a apertá-las e esguichar aquele leite morno no meu rosto, peito, enfim, pelo corpo todo. Mais alucinado ainda de tesão não aguentei e comecei a mamar o leite quente daquelas tetas entumescidas. Uma das melhores experiências que tive. Depois de estar com o estômago estufado já de tanto leite, pedi que ela esguichasse leite no meu pau duro e chupasse. O bom de puta é que ela faz quase tudo que a gente pede. A minha putinha caiu de boca no meu pau sugando o seu próprio leite. Putz! A visão daquilo era inacreditável. Acabamos fazendo dois tempos, tamanha era a loucura.

Depois daquele dia, saímos várias outras vezes por algum tempo. Fazíamos programa na minha casa ou num motel. Conheci a casa dela e a sua filhinha. Uma coisa que nos fez ficar saindo por um tempo é que ela era pelo álcool tanto quanto eu. As nossas saídas eram sempre regadas a muita cerveja, whisky ou qualquer outra coisa alcoólica. Até a última vez em que estive com ela, suas tetas ainda davam muito leite. Aquelas porras inchadas e de bicões eram verdadeiras fábricas de leite. Eu me fartava, me lambuzava. Uma vez fiz até um micro-drink de leite com vodka, uma leitoroska! Aproveitei bastante daquelas tetonas (e olha que eu gosto é de tetinhas!) duras, com veias lindas quase saltando pra fora da pele. Mas, as coisas boas sempre acabam, mais cedo ou mais tarde.

Com puta só tem duas opções: ou com o tempo ela vai passando a nos considerar mais ou então é o contrário, ela desconsidera de vez. Quando começou a querer explorar demais é porque já estava no tempo de seguir adiante. Ficaram as boas lembranças dos banhos de leite…

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Abril 17, 2006

Puteiro da zona norte

Arquivado como: Fotos, Histórias de puteiros — xupaxota @ 21:41
Uma das minhas primeiras putas eu conheci num puteiro pobre e quase que de família. Quando a conheci ela estava grávida, bem barriguda. Não fazia programa, mas conversávamos e bebíamos bastante. O dono do puteiro acabou meio que fazendo amizade comigo e quando ia pra lá era o último a sair, já totalmente embriagado e ele me levava para casa, juntamente com sua esposa, que trabalhava no bar. Eu me sentia como que em família, mas não conhecia todos, apenas a minha putinha grávida, o dono e sua esposa. Lá eu podia deixar fiado quando estava sem dinheiro.

Logo a minha putinha pariu e voltou a atividade. As minhas idas lá eram uma festa, como aliás sempre foram as minhas idas a puteiro. Eu frequentava puteiro mais pra fazer festa do que pra fuder. Como ela sabia que na sexta e no sábado eu ia pra lá, já me esperava na porta e fazia a maior festa. A partir do momento em que eu entrava era só bebedeira, tanto da minha parte quanto da dela. O bom desse puteiro era que serviam cerveja grande e a guria podia beber comigo, o que não acontece na grande maioria dos puteiros, e por isso eu gastava relativamente pouco. Eu e minha putinha sentávamos sempre na mesma mesa e bebíamos até fechar a casa. Era uma arretação louca, com ela esfregando a bunda no meu pau, eu pegando e chupando as tetas dela, acariciando a sua buceta e, quase sempre, ela tirava o meu pau pra fora e ficava brincando com ele.

Numa noite, quando já estávamos muito bêbados, uma outra guria resolveu se chegar pro meu lado e ela se emputeceu de vez. Era braba a minha putinha, que já não estava grávida. Xingou a outra guria, meteu a mão nela e quebrou todas as garrafas que estavam em cima da mesa. Atirava garrafas pra todo lado, possuída ou louca. Se sentiu ameaçada pela outra. Na verdade eu nem estava interesado na outra, eu gostava de ficar era com ela. Nunca fiquei com outra puta naquele puteiro. Por muito tempo eu frequentei somente ele, até que o dono vendeu. Foi então o fim de uma boa época.

O primeiro dia em que fui lá depois da venda ela continuava lá, mas tinha mudado, provavelmente por causa do novo dono e das novas regras da casa. Ela já não podia beber da mesma garrafa que eu e tinha de pagar dose pra ela. Quando notei que ela estava esvaziando seus drinks sem beber, para ganhar mais na comissão pelas doses, fui embora e nunca mais voltei. Como sempre digo, puta é puta.

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O Início…

Arquivado como: Fotos, Histórias de puteiros — xupaxota @ 18:43
Existem algumas cidades com mais puteiros que Porto Alegre, mas pelo seu tamanho, proporcionalmente é a cidade que tem mais puteiros no Brasil.

Aqui tem puteiros para todos os gostos: pobres, fedidos, luxuosos, disfarçados de casa distinta, familiares, executivos, tipo buffet livre, isso sem falar nas milhares de putas que fazem ponto pelas ruas da cidade, as PSP (Putas Sem Puteiro), que atendem em hoteizinhos baratos.

Os puteiros pobres são para aqueles sem grande disponibilidade financeira mas que têm direito a se divertir como qualquer um. Além disso, frequentam também esses puteiros, os que têm uma melhor condição, mas que já próximo ao final do mês estão quebrados e mesmo assim precisam de putaria urgente, que não dá para esperar até o dinheiro sair. Essas casas são bem organizadas e limpas, apesar de simples.

Os puteiros fedidos são para os desesperados e são sujos, bagunçados e, como o nome já diz, fedidos. Têm um eterno fedor de porra no ar.

Os luxuosos são para os abonados, que têm dinheiro em qualquer dia do mês. São casas suntuosas com putas jovens, lindas e bem educadas, sempre prontas a satisfazer os desejos dos seus clientes com um sorriso nos lábios e com gestos suaves e gentis. Outros frequentadores habituais desses puteiros são os loucos, que apesar de não terem dinheiro suficiente, se aventuram pelas suas dependências, gastando o que não têm e por isso mesmo deixando de pagar suas contas do mês.

Disfarçados de casas distintas são os puteiros que aparentemente são apenas bares ou boates para os olhares menos atentos, mas que para os putanheiros experientes deixam transparecer que tipo de casa são realmente.

Os puteiros familiares são aqueles com putas amigáveis, onde o cliente chega e se sente no seio de uma grande família. Esses mantêm os putanheiros mais fiéis do mercado e até oferecem uma foda fiado.

Os executivos ficam geralmente no centro e atendem principalmente aos executivos e comerciantes que querem dar uma rapidinha para depois voltarem aos seus afazeres.

Ineressantes são os do tipo buffet livre, ótimos para os alucinados que não se satisfazem com pouco. Nessas casas paga-se uma taxa fixa e fode-se o quanto e com quantas putas quizer.

Seja lá qual for o tipo do puteiro, todos têm um só objetivo: esvaziar os bolsos dos incautos que vão procurar diversão ou satisfazer suas carências.

Inicio aqui relatos sobre as minhas experiências nos mais diversos tipos de puteiros de Porto Alegre, com putas alegres, risonhas, tristes, recatadas, religiosas (sim, elas existem), depravadas, deprimidas, desonestas, filhinhas de papai, filhinhas da puta… Mas de uma coisa fique certo: puta é um bicho que não presta. Falo de larga experiência.

Portanto siga-me nessas histórias e divirta-se, pois eu já o fiz.

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