Puta ao leite condensado

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Conheço uma putinha há vários anos que é muito deliciosa, com corpinho perfeito e tetas fantásticas. Melhor que ela só mesmo a irmã. Essa putinha eu reencontrei num puteiro diferente do que ela trabalhava antes. Foi uma surpresa agradável, pois gostava muito de fazer programa com ela e mamar naquelas tetas deliciosas. Eram pouco maiores que médias, não exatamente do tamanho que eu prefiro, mas eram muito perfeitas, lindas! Branquinha a vadiazinha…

A putinha das tetas perfeitas (sou louco por tetas, é a primeira coisa que olho numa puta) ficou na mesa comigo bebendo e conversando quando falou que os homens estavam assumindo suas preferências, experimentando novas coisas. “- Que coisas?” disse eu. “- Eles estão gostando muito de usar vibradores.” E tirou da bolsa três cacetes de borracha de tamanhos diferentes: pequeno, médio e grande. “- Quer experimentar também?” “- Claro que não! Isso não é experimentar coisas diferentes, isso é viadagem mesmo!” O povo inventa é coisa… Assim como inventaram o termo metrossexual para designar um viado que só come mulheres. Metrossexual o caralho!, isso é viado enrustido mesmo, que não se assume! Você é metrossexual? Então vai dar o cu e deixa de encher o saco das mulheres porque você gosta mesmo é de um cacete arrombando o seu cu.

Uma conhecida da putinha gostosa veio se juntar a nós na mesa. Era uma puta horrorosa, mas a minha putinha me convenceu a levá-la conosco para o programa. “- Tudo bem, o que me interessa mesmo é mamar bastante nessas tuas tetas deliciosas. Vamos levar a puta para assistir.”

Entramos os três no quarto e a minha putinha, que estava de lingerie, me ofereceu as tetas, segurando-as com as mãos. Aproximei-me, afastei o soutien e olhei aquelas tetas perfeitas apontando para mim, com bicos rosinhas, pedindo para ser sugados. Apalpei as tetas, acariciando-as todas e pegando com os dedos os seus biquinhos e brincando com eles, deixando-os bem durinhos. Meti a boca e engoli os biquinhos, segurando suas tetas e apertando-as. “- Dá tuas tetas pra eu mamar meu amor, dá…” E ela segurou as duas com as mãos, apontando-as para a minha boca, que envolveu os bicos numa sugada carinhosa enquanto pegava na sua bundinha durinha. “- Chupa meu amor, chupa que eu fico toda molhadinha, pronta pra receber teu cacete bem fundo na minha buceta.” Adoro puta falando sacanagem e fico doido de tesão, me fazendo afundar minha cara mais ainda nas suas tetas duras. Tirei o soutien dela e as tetas ficaram completamente livres para a minha boca e mãos, que fizeram uma pausa nas carícias na bunda dela. Voltei a pegar e apertar, amassando as suas tetas enquanto chupava avidamente. Sentei na cama e deixei-a em pé à minha frente, para que pudesse continuar o meu trabalho de forma mais confortável, pois assim seus peitos ficavam bem na altura do meu rosto. Aí eu me fartei, mamei até não poder mais apertando aquelas duas porras inchadas, aquelas putas tetas tesudas que deixavam meu caralho molhado e duro como rocha.

Tirei sua calcinha e sua bucetinha de pêlos bem cuidados se mostrava toda molhada, que explorei com os dedos, afastando os lábios e tocando suavemente no interior deles, sentindo o líquido viscoso ensopá-los. Enfiei dois dedos no buraco, molhando-os e voltando até o grelo, massageando e esfregando os lábios, deixando-a molhada também por fora. Enchi a minha mão com saliva e passei na buceta deixando tudo encharcado, para fazer o que gosto muito: dar palmadinhas na buça ensopada. Iniciei as leves palmadinhas, que geravam um ruído de mão-molhada-na-buceta-molhada: ploct! ploct! ploct! A putinha então começou com uns gemidinhos baixos, me excitando mais. “- Ai, chupa minha buceta, chupa, porque eu adoro o jeito que tu chupa.” “- Implora que eu chupo…” “- Aaai, por favor, chupa a minha buceta bem gostoso meu amor, chupa por favor, eu te imploro…” Deitei a vadia na cama, abri suas coxas gostosas e, diante daquela buceta suplicante, não me restou outra coisa a não ser cair de boca, chupando-a toda. A puta gemia e remexia, empurrando a buceta na minha cara, que estava toda lambuzada com a mistura da sua molhação e da minha saliva. Tava uma lambuzeira deliciosa…

De repente parei tudo que estava fazendo e falei pra ela: “- Será que tem leite condensado aqui na casa?” “- Lá no bar tem.” “- Então vai buscar porque quero te lambuzar toda!” A putinha voltou com uma caixa de leite condensado de um tamanho que eu nunca tinha visto, parecia ter um litro. Peguei a caixa, coloquei a puta deitada e escancarei suas coxas, deixando a buceta totalmente aberta. Derramei leite condensado ali naquela buceta suculenta e meti a boca, chupando ela toda. Buceta doce é uma maravilha! Coloquei depois leite condensado nas suas tetas e mamei tudo. “- Agora eu quero lambuzeira total!” disse e apertei a caixa esparramando leite condensado pelo seu corpo todo, para em seguida enfiar a cara e lambuzá-la completamente, esfregando-a no seu corpo. Derramei mais leite, abri de novo suas coxas e, com o pau vestido, enterrei-o com força na sua xota. Fudi deitado em cima dela, esfregando meu corpo no dela e melecando-nos todos. “- Agora tu vai chupar picolé de leite condensado.” Derramei o leite no meu pau e, em pé, dei a porra para ela chupar. Ela mamava pegando no meu saco e vez por outra eu colocava mais leite. “- Porra putinha, assim eu gozo!” “- Não vai gozar na minha boca seu sacana!” Quando a porra já estava pra sair eu tirei da sua boca e ela se grudou no meu cacete batendo uma punheta forte, que me fez gozar espalhando porra nas suas tetas e se misturando com o leite condensado. Minhas pernas tremiam e eu deitei. Ela deitou ao meu lado e disse: “- Tu é doido! Por isso que eu gosto de fazer programa contigo.”

Fomos pro banho e depois continuei a me embriagar no salão, conversando e apalpando as putas por lá. É a festa que eu gosto de fazer. Porra, e a outra puta que foi pro quarto conosco? Nem lembrei da desgraçada horrorosa, ela que se foda! Também, não pode reclamar, ganhou um programa de graça… Eu ganhei uma putaria do caralho e mais uma história pra contar pros meus futuros netos…

Beijos de putonas

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Muita gente gosta de fazer troca de casais. Eu não tenho nada contra troca de casais, acho até muito interessante e muito excitante, mas como não sou casado no momento, não posso fazer troca de casais por motivos óbvios. Porém, putanheiro que sou, adoro uma troca de putas. Fuder uma, fuder outra, ver as duas fudendo e ajudá-las.

A minha primeira puta passou a trabalhar num outro puteiro porque o anterior fechou. A prima dela, que trabalhava na recepção do antigo puteiro, passou a fazer programas juntamente com ela. Nas minhas idas a esse puteiro onde elas passaram a trabalhar, sempre ficava bebendo e conversando com elas, principalmente com a prima, de quem gostava muito e que sempre cuidava de mim nas minhas bebedeiras.

Estava lá mais uma vez, sentado à mesa com elas, conversando e fazendo uma putariazinha no salão, quando disse para elas: “- Vocês se beijam de verdade?” “- Claro que sim!” “- Então quero ver. Beija aí…” Elas se beijaram, mas não considerei aquilo um beijo de verdade, não só porque tinha sido curto, mas porque não tinha sido exatamente com vontade, com tesão. “- Não gostei. Vamos fazer o seguinte: levo vocês duas para um programa, mas vai ter de rolar beijo de verdade, com muito tesão.” “- Tá combinado!” Chamei o garçom e assinei o programa com as duas. Era a primeira vez que eu fazia um programa com duas putas naquele puteiro e me surpreendi com a regra deles: tinha de pagar por dois quartos, já que estava levando duas putas. Achei aquilo muito foda, sem sentido e, como sou chato, disse: “- Tudo bem, mas já que estou pagando por dois quartos, quero as chaves dos dois.” Eles tiveram de me entregar as chaves de dois quartos e usei os dois. Claro, que porra é essa?

Entramos no quarto e elas se livraram logo das roupas. Elas não eram putas nem putinhas, eram putonas. Tinham quase a minha altura, cabelos longos até a cintura, escuros, e corpos do tipo gostosos, não eram magrinhas. A prima tinha tetas médias e a outra pouco maiores que médias. Fiquei ali meio besta olhando para aqueles baita mulherões e nem sabia por onde ou por quem começar. Definitivamente não iria conseguir dar conta de tanta puta, pensei com meu caralho. Agarrei a prima pela cintura, por quem tinha muito tesão – afinal ela me atendia antes no outro puteiro apenas na recepção e nunca tinha feito programa com ela – e meti a boca nas tetas macias, chupando e lambendo os bicos, enquanto descia a mão para a sua super bunda e apalpava e apertava enlouquecido. Porra, acho que o sangue do meu corpo todo estava no cacete. A porra estava mais dura do que sempre.

A outra chegou junto, agarrou meu caralho duro e começou a punhetear de leve. “- Molha a mão com saliva minha putona, molha bastante.” A puta encheu a mão de saliva e envolveu a cabeça do meu pau, fazendo uma punhetinha bem suave concentrada na cabeça. Putz, que delícia! Eu continuava agarrado na bunda da prima putona e mamando nas suas tetas gostosas. Com uma das mão livres puxei a outra e a abracei, parando com a chupada de tetas. Estava de pé, abraçado àquelas duas putaças, com uma grudada na minha vara e a outra agora acariciando meu saco. “- Deixa um pouco o saco, minha puta, e segura com vontade na raiz do meu caralho. Aperta bastante para a cabeça ficar bem inchada e a punheta mais gostosa.” A putona apertou a raiz tanto que eu pensei que a porra da cabeça fosse explodir, de tanto que inchou. A punheta da outra estava um tesão e eu agora agarrava as bundas das duas, apertando, dando palmada e passando a mão nos regos, tocando nos cuzinhos, enquanto elas castigavam meu vergalhão. Aquilo estava saindo melhor que a encomenda.

“- Agora tá na hora do beijo!”, disse eu. Se não desse uma paradinha naquela putaria iria me esporrar todo antes da hora. Elas se abraçaram e trocaram um longo beijo. “- Ainda não tá bom, tem de ser com tesão!” “- Tu quer ver beijo de verdade? Tu vai ver.” A putona disse isso e agarrou a prima, tascando um beijo realmente cheio de tesão, é o que me pareceu. Elas se abraçavam e continuavam naquele beijo molhado, violento, que me deixou mais doido ainda. Eu acariciava as costas, bunda e coxa das duas enquanto elas se beijavam como se eu nem estivesse ali. Aquilo era um beijo! “- Satisfeito? Gostou?” “- Agora sim, posso dizer que vocês se beijaram.” “- Deita na cama que nós vamos fazer um boquete pra ti nunca esquecer.” Deitei e a prima agarrou meu pau pela raiz, apertando, empurrando a mão em direção ao meu corpo, deixando a cabeçorra já toda molhada bem entumescida e falando pra outra: “- Toma, te serve.” Ela meteu a boca engolindo a porra e chupando. Tirava e passava a língua em volta da cabeça, acariciando, para em seguida fazer ele sumir de novo dentro da boca de puta experiente. “- Aaaahhh!, chupa vagabunda! Chupa que tá bom demais!” A prima pegou no meu saco e ficou acariciando enquanto a outra trabalhava na minha piroca doida, aumentando a velicidade da chupada. “- Pára, porra! Pára e me dá tua buceta senão eu gozo!” Segurei sua cabeça impedindo-a de continuar com a chupada e levantei. “- Agora quero chupar buceta!” Coloquei as duas deitadas na cama, uma ao lado da outra: “- Vou me fartar de chupar bucetão!”

Aquelas duas putonas deitadas lado a lado, com as pernas abertas e as bucetas esperando a minha boca era o paraíso na Terra. Toquei nas bucetas com cada uma das minhas mãos e elas estavam molhadinhas. “- Já está no ponto pra receber minha boca… Tu vai ser a primeira, abre a buceta com a mão para o grelinho ficar todo pra fora.” Ela expôs o grelinho, de tamanho médio, e eu avancei, enterrando a cara naquela maravilha, envolvendo o grelo com meus lábios molhados e chupando-o suavemente. Ela gemia e arqueava o bucetão, enfiando mais a porra na minha boca. Eu passava a língua no grelo e descia até a porta do buraco da buceta, voltando depois e chupando o grelinho duro. “- Chupa essa buceta, desgraçado, que eu me acabo na tua boca!” A prima putona também gemia, porém baixinho, batendo uma siririca olhando pra nós. “- Eu também quero, tu vai deixar minha buceta sozinha?” Voltei-me para ela: “- Então me mostra teu grelo para eu ver se ele merece uma chupada gostosa.” Ela abriu a buceta deixando-me ver um grelinho, que apesar de pequeno, estava bem durinho, doido pela minha boca chupadora. “- Tu merece minha puta, tu merece e vai ganhar.” Caí de boca na prima buceta e a vadia começou a gemer alto. Era das escandalosas, do jeito que eu gosto. Eu chupava o grelo da puta e ela gritava: “- Chupa que eu sou vadia, eu gosto de muitos machos me fudendo! Chupa filho da puta!!” E agarrou minha cabeça com as duas mãos empurrando-a de encontro à buceta, me sufocando nela. Adoro me sufocar em buceta! A putona remexia os quadris, grudada na minha cabeça, fazendo um escândalo, até se acabar gritando: “- Aaaaahhh!!!, eu gozo, eu gozo, eu gozo na tua boca! Toma meu gozo poraaaa!” Porra, aquela gozada foi foda!

Tirei a cara daquela buceta encharcada, peguei uma camisinha coloquei no pau que pingava e falei pra outra “- Vou fuder tua buceta e me acabar nela! Dá essa porra pra mim putona!” Ela escancarou bem as pernas pronta pra receber meu caralho no seu buraco quente e molhado. Não perdi tempo e apontei para a entrada, enterrando tudo numa estocada forte. Do jeito que estava só levaria alguns segundos para me esporrar todo, não tinha mais controle sobre o meu tesão. Com alguns vai-e-vens frenéticos e violentos, senti o gozo chegando, vibrando meu corpo, contraindo meus músculos em espasmos repetidos, para em seguida relaxar. “- Toma minha porra putaaaa!” Gozo violento, cheio de tesão. Desabei em cima dela, feliz com a putaria.

A putona reclamou por não ter gozado, só eu e a prima. “- Eu não tenho vez? É só vocês?” “- Minha puta, só tem um jeito de tu gozar agora…” Fiz as duas encaixarem uma buceta na outra e ordenei: “- Mexam, esfreguem as bucetas até gozar!” Elas iniciaram uma esfregação, um espetáculo para mim, o primeiro do tipo. A putona que ainda não tinha gozado agarrava a prima puxando-a e gemendo, ao que a prima correspondia em gemidos também. Elas se esfregavam e aumentavam os gemidos e o ritmo, até que a putona se agarrou mais ainda à prima e se acabou na buceta dela. “- Aaaaahhh, que gozo, que gozo! Tô gozandooooo!”

Depois de toda aquela putaria absurda, elas me disseram que nunca tinham feito aquilo de gozar se esfregando, mas que tinha sido bom. Eu sinceramente não acreditei porque o beijo de verdade que elas trocaram foi com muito tesão, com muito tesão demais. Pra mim aquelas duas priminhas já tinham feito muita putaria juntas e já deviam ter gozado uma com a outra de diversas formas. Mas isso não importava, eu tinha acabado de ter uma das melhores experiências com duas putas juntas que já tive na vida. E isso considerando até hoje. Fizemos vários outros programas juntos, os três, mas aquele primeiro foi o que mais marcou, o que me faz ainda hoje lembrar batendo uma punheta.

Foda-se o título!

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Há tempos construi minha armadura. Reluzente. Tanto, que apenas ela se vê, deixando o seu interior passar despercebido. Há tempos me escondi na putaria, cheia de sensações e vazia de sentimentos. Uma escolha natural para um mundo fútil, de valores distorcidos, onde não se é, mas se tem. Já não sonho mais com a minha vida de tigre, que nunca tive. Já não sonho mais com ela, que nunca virá. Já não sonho.

A vida não é esse parágrafo, a vida é putaria e, após um minuto de recaída, retomo-a ansioso. Ansioso pela segurança que só encontro nela, no seu absoluto nada. Vamos a ela!

Meu puteiro favorito. Bêbado. Minha puta favorita. Hidromassagem, chupada, punheta, etc, etc, etc. Sempre igual. Volto ao salão e sento numa das mesas onde várias putas conversam. Rio, riem. Uma delas eu não conheço ainda. “- Minha querida, vou chupar tua buceta!” “- Mas tu saiu de um programa agora…” “- E quem disse que eu preciso de programa para chupar uma buceta?” Segurei-a pela cintura, corpo perfeito, bundinha durinha, que apalpei enquanto afastava seu soutien de renda vermelho e expunha tetinhas magníficas. Muito boa puta. Bati de leve em cima da mesa e disse: “- Senta aqui e abre as pernas.” Era obediente a putinha. Puxei a calcinha para o lado e meti a boca na sua buceta, buscando o grelo com a língua. Lambi, suguei, etc, etc, etc. Sempre igual. Mais uma tulipa de chopp garganta abaixo, anestesiando a vida.

Sempre estive bêbado nos puteiros, justamente porque putaria é sempre igual. O que torna a putaria diferente é o sentimento. Daí, todas as vezes são diferentes, todos os toques são únicos, todos os gozos são estarrecedoramente religiosos. Sem o sentimento o que sobra são as sensações desprovidas de sentido. Sensações possíveis de serem descritas através de frias equações matemáticas e teorias físicas. O toque amoroso jamais poderia ser expresso pela matemática nem teorizado pela física. Elas capturam o sentido tátil, mas lhes escapa o sentido emocional. Este, para mim, é ilusão esquecida.

Meu primeiro puteiro

Meu primeiro puteiro foi uma sauna (ou terma, como acho que chamam em outros estados), que atualmente já não existe mais. Não tinha a menor experiência nessas coisas e nunca tinha estado com uma puta antes, o que me deixava muito nervoso. Fui de cara, sem ter bebido nada (acho que foi a única vez) e quando cheguei fiquei impressionado com a casa: no primeiro ambiente um salão enorme onde se encontrava um bar muito bonito e uma mesa de snooker; num segundo ambiente atrás do bar com uma piscina enorme, a maior dentre as de todas as saunas da cidade, ficando os banheiros e as saunas seca e a vapor ao fundo. Ao lado do deck da piscina uma boa churrasqueira, tudo me apresentado pela hostess do puteiro, uma mulher muito bonita, alta e gostosona, que viria a se tornar minha amiga, depois de alguns anos frequentando a casa.

Eram quatro da tarde e a casa estava com lotação média de putas, com muito poucos clientes. Sentei numa mesa e imediatamente veio uma puta falar comigo, oferecendo uma bebida. Pedi um chopp e, depois de ter voltado com a bebida, sentou-se comigo. Começamos a conversar e eu disse que era a minha primeira visita a um puteiro, que estava meio nervoso e não sabia exatamente o que fazer. Ela tentou me relaxar um pouco falando que não tinha nada demais, aquele era um lugar com outro qualquer, só que tinha putas, mas fora isso eu poderia beber, conversar, fazer sauna, tomar banho de piscina, enfim, tudo que eu faria num lugar comum, com o benefício de eu poder fuder uma ou mais putinhas. O papo dela, apesar de bem intencionado, não estava me ajudando a relaxar, mas a bebida com certeza estava e eu tomava um chopp atrás do outro para ver se deixava o nervosismo de lado e entrava no clima.

Ela me chamou para ir sentar numa das mesas no deck da piscina e ficamos nós dois lá atrás sozinhos, conversando. A puta era absurda! Alta, com os cabelos lisos e longos até quase a bunda, pretos. Seu rosto era muito bonito e o corpo muito gostoso, fazendo realmente o estilo gostosona e não o tipo magricela, com seios tamanhos médios, que ela fez questão de me mostrar para saber se eu aprovava. Aprovadíssimos! “- Pode pegar, não tem problema, afinal tu precisa conhecer a mercadoria antes de comprar…” Peguei naquelas tetas deliciosas, meio tímido, mas com muito tesão. O caralho já protestava com a falta de espaço dentro da calça. “- A minha buceta é peladinha, tu gosta de buceta pelada?” Disse isso e puxou a calcinha para o lado deixando-me ver aquela maravilha, com pêlos ralos e aparados apenas em cima. “- Se tu passar a mão nela ela fica molhadinha bem rápido!” Putz!, como dá para recusar um convite desses? Olhei pra buceta, ela com as pernas abertas, e timidamente toquei de leve na parte de baixo, onde senti a pele macia, bem depilada e que deveria estar cheirando muito bem; cheiro de buceta! Procurei o grelinho e encontrei um pequeno, aguardando a hora de ser abocanhado, chupado, babado, lambido, a coisa que mais gosto de fazer na putaria (por que você acha que eu tenho esse apelido?). No meio dessa brincadeira toda me aparece uma putinha, a coisa mais linda do mundo! Eu não a tinha visto no salão quando entrei, ela tinha chegado naquele momento. Porra, a putinha era muito linda, muito gostosinha! A putona me apresentou pra putinha e depois dos beijos ela ficou em pé ao meu lado, com meu braço em volta da sua cintura, podendo sentir a pele macia e jovem dela sob a minha mão. O cacete tava louco, molhado, querendo fuder logo, mas eu gosto das coisas bem saboreadas, caminhando no seu tempo, sem pressa. Putaria tem de ser muito bem curtida para se aproveitar ao máximo e não feita às carreiras sem sequer se sentir o gosto de momentos como aquele.

“- Tu te importa que ela sente conosco?” “- Claro que não! Senta aqui ao meu lado minha querida…” Ela sentou e eu coloquei a mão na sua coxa, já relaxado pelo efeito do álcool. Resolvi que tinha de fuder aquela putinha recém-chegada e disse pra ela que queria fazer um programa já! A putona ficou ofendida. “- Pô, mas eu fico um tempão contigo, te fazendo relaxar e tu faz isso comigo? Vai fazer programa com outra?! Eu podia estar com outro cliente que fosse fazer programa comigo!” Puta é assim mesmo, chantagista, ainda mais que eu era novato em puteiro e não sabia das manhas delas ainda. Mas não teve jeito, eu queria era fuder com aquela putinha lindinha, que estava toda desconcertada com a situação, ou pelo menos fazia de conta. Ela tentando não atrapalhar o programa da outra, me disse: “- Olha, não vai dar pra fazer programa hoje porque estou menstruada.” “- Pô, mas então pra que tu veio pra cá? Enfim, não tem problema, eu não me importo, te como menstruada mesmo!” “- Mas eu não gosto, não faço programa quando estou menstruada.” Àquelas alturas eu comecei a desconfiar que puta é mentirosa, coisa que se confirmou depois, com os muitos anos como putanheiro. Não estava acreditando que a putinha estva menstruada, achava que ela estava mentindo para não criar caso com a putona. “- Tá bom, então se tu tá menstruda me mostra que eu quero ver.” “- Não vai aparecer nada porque eu estou usando algodão.” “- Tá usando o quê?” “- Algodão, lá dentro da buceta, para o sangue não sair.” Porra, aí é que eu não acreditei mesmo! Nunca tinha visto ou sabido de alguém que colocasse algodão dentro da buceta quando está menstruada. OB tudo bem, mas algodão?! “- Tá minha querida, vamos fazer o seguinte então: vamos lá no banheiro que tu vai me mostrar esse tal de algodão. E ele vai ter de sair vermelho!” Enchi o saco da putinha até que ela foi comigo ao banheiro para me mostrar. Entramos e ela abaixou o biquini mostrando que a menstruação não aparecia. “- Mas eu quero conferir, deixa eu meter o dedo.” Meti o dedo e senti algo, porém não dava pra saber se era algodão ou algum absorvente. Tirei o dedo e ela enfiou dois pra dentro, tirando uma bola de algodão vermelhinho e me mostrando. “- Tá satisfeito agora?” A puta era doida, enfiava algodão na buceta! Voltamos para a mesa e não me restava outra opção a não ser fazer o programa com a putona indignada pelo meu tesão pela putinha. A putona era um baita de um mulherão, mas eu endoidei pela putinha.

Combinamos o programa e fomos para o quarto. Chegando lá ela me beijou e disse que ia cuidar bem de mim e não iria me deixar nervoso, sabia como era assa coisa de primeira vez e já tinha lidado com essa situação muitas vezes. Era uma puta experiente. Ficamos nos beijando, eu pegando nas tetas dela, amassando sua bunda e roçando no seu coxão. Era uma baita coxuda a putona! Ela tirou minha camisa, minha calça e depois seu soutien, mostrando as tetas fantásticas onde eu meti a boca, mamando, mordiscando e deixando seus biquinhos bem durinhos. Ajoelhou-se à minha frente e tirou a minha cueca, olhando com olhos gulosos o meu cacete duro e mohado, segurando em seguida na raiz da porra e abocanhando a cabeçorra. Ela apertava a raiz e mamava na vara, me deixando louco de tesão, babando o pau, deixando muito mais molhado e inchado ainda. Sabia chupar a putona! Como chupava! Meteu uma bola na boca enquanto batia uma punheta encharcada para mim, depois trocou de bola, seguindo firme na punheta. Tudo que eu queria era gozar, mas ainda estava cedo para eu me acabar na punhetinha bem batida. Levantei-a, coloquei-a na cama e tirei a calcinha, tocando na sua buceta quente que estava realmente molhada. Abri aqueles coxões e fiz o que queria muito: caí de boca engolindo o bucetão molhado! Lambia o grelo, chupava os lábios, enfiava o nariz no buraco da buceta quase sufocando; mas seria uma morte feliz, por asfixia dentro daquela buceta suculenta, arrombada, que fudia muito todos os dias. Eu chupava e a puta gemia, não parava quieta na cama, segurava minha cabeça e puxava para si pedindo que eu chupasse mais, que engolisse o grelo dela para ela gozar. Veio um gozo violento cheio de tesão e o grito: “- Gozei nessa boca gostosa, porraaa!!” A putona era muito vadia, muito gostosa e eu não aguentava mais, precisava meter o cacete logo. Coloquei uma camisinha, botei a cabeça na porta da grutona escura e dei uma estocada, enterrando a porra toda. Ela gemeu e eu comecei num vai-e-vem louco, cada vez mais rápido até me acabar gritando: “- Aaaaaaahh, putonaaaaa!”, e depois desabei em cima dela cansado pelo gozo. Puta foda!

Descansei um pouco e depois fomos tomar banho, nos beijando e acariciando. Na saída prometi voltar outras vezes pois tinha gostado muito de fuder com ela. Não sabia eu ainda que aquela tinha sido a primeira vez de outras incontáveis fodas com aquela putona muito gostosa e muito carinhosa. Fiquei freguês.

Mijadeira no puteiro

Um dia como outro qualquer em casa e eu me embriagando com a minha vodka preferida: Natasha. Em verdade vos digo que a minha vodka preferida não é realmente a Natasha e sim a Absolut, mas para todo dia tomar um litro tem de ser da mais barata, senão não sobra nada pros puteiros. Com meio litro nas veias e circulando alegremente pelo meu cérebro, o telefone chama. Era uma puta conhecida já de alguns anos. “- Meu amor, abriu uma sauna nova e eu estou trabalhando nela. Vem aqui pra me ver e conhecer a casa.” “- No momento eu estou ocupadíssimo levando um papo com a minha amante russa, a Natasha, mas assim que der eu vou. Tem puta nova aí ou eu já conheço todas?” “- A maioria tu não conhece e a casa é ótima, vem que tu vai gostar!” Desligamos e continuei com o meu processo de embriaguez, pois afinal não poderia deixar a minha amante russa na mão, abandonando-a pela metade. Quando finalmente a minha Natasha já tinha se incorporado toda em mim, não tinha mais nada para fazer em casa e resolvi que estava na hora de conhecer o puteiro novo.

Cheguei lá e avisei na recepção: “- Quero falar com a minha amiga puta.” Fui levado para o salão, que era grande e encontrei a minha puta sorridente. “- Como tu demorou, pensei que não vinha mais!” “- Tu acha que eu ia perder de conhecer um puteiro novo? Claro que não!” O salão estava cheio de putas, a maioria que eu realmente não conhecia, e só eu de homem. Situação fantástica! Primeiro fui conhecer a casa, que tinha dois andares, sendo os quartos em cima. Era realmente uma boa casa, apesar de não ser luxuosa. Depois do “tour” sentei-me numa das mesas com a minha puta para beber. Ela chamou algumas das putinhas para me apresentar e convidei duas para sentar conosco. Bebemos, conversamos e eu falei para as duas novatas: “- Os peitinhos de vocês me parecem ser bonitinhos, mas não consigo ver sobre o soutien. Mostra para eu ver.” Elas puxaram o soutien para o lado deixando ver aqueles dois pares de peitinhos pequenos, durinhos. “- Tá, visualmente está aprovado, agora só falta o teste táctil!” Meti as mãos nas tetinhas das duas e fiquei acariciando, mas realmente teve um daqueles pares de tetas que eu tinha gostado mais e seria provavelmente o meu programa. Gosto de tetinhas que tenham os biquinhos “almofadados”, como chamo e os daquela putinha eram assim. Mama-los-ia em breve!

Chamei a putinha dos biquinhos almofadados para jogar uma partida de snooker e durante o jogo já comecei com a putaria. Pegava nas tetinhas, roçava na bundinha e ela empinava mais a porra para ficar colada no meu pau. Perdi o caralho do jogo e voltamos pra mesa onde estavam as outras duas. Ficamos nos beijando e peguei na buceta dela, enfiando a mão por dentro da calcinha e tocando no grelinho. Botei as tetinhas pra fora e abocanhei aqueles biquinhos maravilhosos, chupando bem de leve. Ela pegou no meu pau sobre a bermuda e ficou alisando, dizendo que queria ele todo dentro dela, que queria me fazer gozar bastante. Aquela putaria estava ficando cada vez melhor.

“- Minha putinha, vamos aqui na cozinha porque estou precisando muito de chupar tua buceta.” E fui puxando ela pelo braço. “- Calma que eu preciso ir ao banheio fazer xixi!” “- Tu faz mais tarde, vamos que eu quero logo meter a boca pra sentir o gosto da tua bucetinha.” “- Mas eu não tô aguentando!” “- Aguenta sim, tu aguenta!” E arrastei a putinha pra cozinha. Sentei ela em cima de uma mesa, tirei a calcinha e abri suas pernas. Que buceta peladinha! Sentei numa cadeira e caí de boca, passando a língua de cima a baixo, metendo a língua nos lábios para depois chupá-los. Adoro chupar lábios de buceta pelada! Abri a buceta peladona, coloquei o grelinho pra fora e lambi com movimentos suaves, chupando vez por outra. “- Porra, agora eu não aguento mais, quero mijar!” “- Então mija minha putinha, se mija toda na minha boca!” “- Tu tá doido? Não posso mijar aqui na cozinha, vai molhar tudo!” “- Não tem problema, depois a gente seca, mija logo na minha boca, na minha cara… Mija porra!” Ela relaxou e daí a pouco veio aquele mijo abundante, em jato forte, enchendo a minha boca e molhando meu rosto e camisa. A puta mijava e gemia. “- Maluco, olha o que tu tá me obrigando a fazer… sacana…” A mijada foi longa, ela estava realmente cheia e o meu tesão muito grande. Quando ela acabou eu levantei o rosto, olhei a bucetinha toda mijada e dei um tapa gostoso. “- Pega uma camisinha na bolsa que eu preciso fuder esse buraco molhado, esse buraco quente, arrombado!” Coloquei a camisinha e enterrei o caralho duro todo na buceta da puta. A mesa rangia e eu fudia com mais força, num tesão alucinante, prestes a me acabar todo naquele poço sem fundo. “- Porraaaa putinhaaaa!” Um gozo bom, de tremer as pernas, encaixado entre as coxas dela e segurando nos seus quadris. Olhei pra ela, relaxado, as pernas bambas, satisfeito com a putaria, com a mijada da puta.

Na recepção, quando saí, o dono do puteiro me disse: “- Me disseram que tu tava fazendo programa na cozinha e eu não acreditei!” “- Putaria não tem lugar companheiro, vai onde der!” Fui pra casa guardando mais uma lembrança, a daquela putinha de pernas escancaradas se mijando toda… Essa vida é boa!!