Putaria no restaurante

Horário de almoço. Resolvi aproveitar para ir a uma sexshop comprar um brinquedinho de putaria para brincar com a minha esposa putinha à noite. Quando vi aquelas bolinhas tailandesas no expositor, imaginei logo o que faria com elas e não pensei duas vezes, comprei. Essa noite ia ser de putaria intensa, daquelas de fazer o ar faltar.

À noite no banheiro enquanto a Angel tomava banho, eu, já de banho tomado fazia a barba. Perguntei a ela meio desinteressado: “-Meu amor, vamos jantar fora hoje? Estou com vontade de ir a algum lugar, sair um pouco de casa.” Ela respondeu também sem parecer lá muito animada: “-Pode ser.” “-Ótimo, então eu escolho o restaurante!” Terminei de me barbear, ela terminou o banho e fomos nos preparar para sair. Ela ainda não imaginava o que eu tinha em mente. No quarto, escolhendo a roupa para vestir, pedi a ela: “-Meu amor, será que você pode vestir aquele vestido preto justinho e curto que eu gosto?” Ela ficava um tesão naquele vestido. Delineava seu corpo, mostrando a sua bunda absurda e coxas fantásticas, assim como suas tetas médias e deliciosas. “-Claro que posso, mas você sabe que aquele vestido eu só posso usar sem calcinha porque senão fica aparecendo a marca dela.” Era isso mesmo que eu queria. Adorava sair com ela e saber que ela estava sem calcinha. “-Não tem problema, prometo que não vou ficar com muito ciúme por você estar nuazinha sob o vestido…” “-Você sabe o que vai acontecer, os homens vão ficar me comendo com os olhos…” “-Minha putinha, é impossível não te comerem com os olhos, você é um tesão de mulher e mostra tudo com aquele vestido.” “-Você é muito safado. É o meu safado…” e me deu um beijo com seus lábios úmidos e macios.

Escolhi um restaurante com ambiente romântico e aconchegante e ficamos numa mesa encostada à parede. Não sentei em frente a ela, como era habitual, mas ao lado dela. “-Quero ficar pertinho de você.” “-Você só pode estar aprontando alguma… Fala logo o que é.” “-Nada meu amor, relaxa.” A luz não era muito clara, perfeita para o que pretendia. Nos beijamos. Um beijo doce, suave, acariciando os cabelos dela. Ao afastar o meu rosto do dela rocei de leve o seu seio, que ficou com o biquinho duro. Ela sentiu um arrepio inesperado e sorriu. Aquele sorriso era foda.

“-Você sabe que é a minha putinha safada, não sabe?” “-Sou a sua puta safada, vadia e vagabunda…” “-Então, já que vc é assim, puta, safada, vadia e vagabunda, faz uma coisa pra mim…” e retirei discretamente do bolso do blazer as bolinhas tailandesas e coloquei nas mãos dela falando: “-Enterra essas bolinhas na sua buceta.” “-Agora?! Aqui?!” ela perguntou surpresa. “-Claro que sim meu amor, quero que você enfie tudo e depois me diga o que está sentindo, sabendo que está sentada à mesa desse restaurante e com essas bolinhas dentro da buceta.” “-Você está maluco?!” “-Não, estou com tesão mesmo e te quero cheia de bolinhas pra depois eu tirar.” “-Mas as pessoas vão ver!” “-Ninguém vai ver, é só você ser discreta.” “-Como é que eu posso ser discreta enfiando isso na buceta? Você acha que eu não vou sentir nada, que não vou ficar com tesão, que não vou querer gemer? Na verdade, eu já estou com tesão!” “-Mas é justamente por isso que vai ser mais excitante minha putinha, porque você vai ter de se controlar para ficar quietinha e ninguém perceber que você está fazendo essa putaria em pleno restaurante, em público.” Ela olhou para as bolinhas e em seguida para mim. “-Você não tem jeito não é? Está sempre inventando uma história diferente. E eu adoro essas putarias que você inventa, que brotam da sua cabeça.” “-Brotam naturalmente porque eu te adoro e te desejo alucinadamente. Você é a minha puta inspiradora.” Ela olhou de novo para as bolinhas, sorrindo. “-Está bem, mas se nos expulsarem do restaurante você me paga…”

Ela enfiou a mão por baixo do vestido que deixava as coxas todas à mostra e, na buceta já molhada, enfiou a primeira das cinco bolinhas. O rosto dela mudou para uma expressão de prazer. “-Lembre que não pode gemer. Tem de ficar quietinha, como se nada estivesse acontecendo.” “-Você daria um bom torturador. Ficar quieta enfiando essas bolas na buceta é foda!” E enfiou a segunda. Eu, ao seu lado, ia olhando o progresso das bolinhas que entravam no seu buraco quente. A terceira bolinha desapareceu. “-Eu não aguento, estou morrendo de tesão, quero gritar!” “-Mas não pode, tem de aguentar.” “-Esse tesão está alucinante, estou com aquele frio na barriga, quero você em mim.” “-Continua meu amor, continua que vai ficar ainda melhor.” A quarta bolinha quase tirou um gemido da sua boca quando entrou. O seu rosto estava puro tesão. “-E se alguém ver seu sacana?” “-Pode ser que alguém veja, por isso é tão excitante ver você enfiando essas bolinhas aqui no restaurante.” E finalmente a quinta bolinha foi engolida pela sua buceta ardente e suculenta. “-Pronto, enfiei todas, só tem a argola de fora.” “-Agora eu vou puxar essa argola e tirar as bolinhas bem devagar.” Puxei pela argola lentamente e a primeira bolinha saiu. Suas pernas tremiam e seu rosto não escondia o prazer. Continuei puxando e a segunda bolinha apareceu. “-Huummm…” “-Não pode gemer minha putinha, não pode. Fica quieta.” “-Isso é muita tortura seu sacana, seu filho da puta.” Mais uma bolinha surgiu, a terceira. Pensei que ela fosse gritar e gozar alí mesmo. Quarta bolinha e seu corpo estava todo inquieto. Ela apertava as coxas e mordia os lábios deliciosos. Na saída da quinta bolinha ela se desmanchou. “-Meu amor, eu te quero agora dentro de mim, preciso gozar.” “-Você vai gozar, mas não posso meter em você aqui. Bate uma siririca pra eu te ver gozando aqui na mesa.” O tesão dela não permitia que ela raciocinasse e sua mão foi, obediente, direto pra buceta, tocando o grelo entumescido. Eu a abracei, beijei seu ombro e fiquei olhando ela quase se descontrolar com a siririca. Quanto mais ela acelerava o ritmo do dedo no grelo mais eu a apertava, com meu pau explodindo dentro das calças e todo molhado. “-Meu amor, vou gozar, vou gritar porra!” Subitamente ela puxou a minha mão colocando-a na sua buceta e gozou apertando as coxas com força. Estava ofegante e extasiada. “-Seu doido!” “-Por você…”

Não ousamos olhar em volta para ver se alguém tinha notado aquela putaria toda. Meu tesão estava na estratosfera. Precisava chegar logo em casa e fuder muito com ela. Beijei-a com uma mistura de paixão e tesão. “-Minha vida, agora quem não aguenta mais sou eu. Vamos terminar isso em casa. Meu pau precisa da sua buceta, minha boca precisa do seu grelo.” Saímos do restaurante abraçados sem olhar para os lados, ela com as pernas moles, e fomos para casa. Chegando lá a putaria foi absurda, como só poderia ser com essa puta adorada e maravilhosa, mas aí já é outra história a ser contada…

Obrigado pela visita e divirta-se!

Putaria no clube de swing

Essa história de hoje não foi vivida por mim, foi imaginada por mim. É uma história fictícia. Ela é ambientada num clube de swing com a minha esposa e eu não tenho esposa. Prometi a uma certa putinha amadora, safada e fogosa que escreveria essa pra ela.

Eu nunca estive num clube de swing nem nunca fiz troca de casais, mas sinto muita vontade. Essa história é da minha imaginação, pois não sei como funciona um clube de swing. Se você faz troca de casais e conhece clubes do tipo, escreva-me contando como as coisas acontecem lá dentro para que a minha próxima história seja mais real.

Há tempos que eu e a minha esposa estávamos pensando em experimentar a troca de casais, ou swing. Finalmente nos decidimos e resolvemos ir a um clube de swing para fazermos uma putaria arrasadora com outros casais. Procuramos pela Internet algumas casas do tipo e nos decidimos por uma da qual gostamos das fotos. O ambiente era bem bonito e parecia acolhedor, apesar de grande. Na noite combinada, excitados e nervosos, fomos para lá.

O salão era bem bonito com várias mesas e cadeiras circundando um palco onde as mulheres faziam strip-tease. Um bar ao fundo, de aspecto luxuoso, dava uma impressão de requinte. Escolhemos uma mesa e nos sentamos em confortáveis cadeiras esperando que alguém viesse nos atender. Prontamente uma jovem e bonita mulher veio nos perguntar o que queríamos. Pedimos uísque. Olhamos em volta e vários casais estavam conversando e outros já se pegando. Beijos e apalpações por sobre a roupa e a luz em intensidade perfeita aumentava a nossa excitação. Duas putinhas de corpos deliciosos faziam um strip no palco. A minha esposa, ansiosa, meteu logo a mão no meu pau e perguntou quando iríamos conhecer outros casais. “-Calma meu amor, ainda nem sabemos como funciona isso aqui…”

Ela me apontou as duas putinhas no palco e perguntou qual das duas eu achava mais gostosa. “-Aquela das tetinhas menores é a minha preferida. Olha a bundinha dela como é bem feita e durinha…” “-E o que você gostaria de fazer com ela?” “-Meu amor, você sabe que quando penso numa mulher a primeira coisa que quero é chupar a buceta…” Nós tínhamos essa coisa de sentir tesão ao imaginarmos o outro transando com alguém. Ela era louca para me ver chupando a buceta de uma vadia, assim como eu tinha muita vontade de vê-la recebendo vara de outro e gritando. A minha esposa putinha estava doida pra dar a buceta gostosa para alguém.

Chamamos a garçonete e perguntamos como funcionava a coisa alí e como conhecíamos outros casais. “-Aqui no salão é que acontece os encontros, onde os casais se conhecem para depois decidirem se vão ficar juntos. Tem também um quarto aberto onde vários casais, que se conhecem ou não, apenas chegam e transam.” A minha vadiazinha gostou dessa história de quarto aberto e me disse: “-Meu amor, assim a gente não perde tempo conhecendo casais e parte logo pra putaria! Vamos, vamos!” Decididamente ela estava ansiosa para dar aquela buceta greluda.

O quarto tinha uma cama enorme onde vários casais já se encontravam em pleno ato, ou melhor, numa putaria louca. Em volta, enconstados à parede, sofás onde outros tantos casais assistiam a putaria e se pegavam também. O ambiente era carregado de tesão. Sentamos num sofá e ficamos observando como a coisa rolava. Um casal puxando assunto nos perguntou se vínhamos muito à casa e dissemos que era a nossa primeira vez. O papo entre nós estava rolando quando ele elogiou a minha esposa dizendo que ela era muito gostosa. E realmente é. Tetas médias, bundão e coxuda. Na cama é uma alucinada. Retribuí o elogio dizendo que a dele também era e que eu tinha gostado das tetinhas pequenas dela. Aquilo parece ter sido um sinal para os dois e ela levantou e perguntou se podia sentar entre eu e a minha mulher. Ela sentou e colocou a mão sobre a minha perna, fazendo um carinho discreto. O marido dela, menos discreto, disse: “-Gosto de tetas assim, como as da sua”, e já meteu a mão. Começou a amassar as tetas da minha vadia, que já devia estar molhando o sofá. Vê-la alí, sendo tocada por outro me fez o pau edurecer de imediato. A sua esposa parece ter percebido, pois meteu a mão comentando: “-Hummm… Já está pronto, hein?” A putaria começou a rolar entre nós alí no sofá. O tesão era intenso como nunca havia sentido antes e os gemidos ainda tímidos da minha puta inundavam meus ouvidos e faziam o meu cacete endurecer mais ainda.

Resolvemos ir para a camona e fazer a coisa acontecer de verdade. Tiramos nossas roupas e pude ver as tetinhas maravilhosas da putinha com quem estava. Pequeninhas e bicos “almofadados” cor de rosa. Ela deitou na cama de costas e eu pedi: “-Abre as pernas.” Ela abriu e me mostrou uma bucetinha peladinha bem carnuda, boa de morder. Aproximei-me e meti a boca. Lambi ela toda por fora, mordisquei e lambi de novo. Chupei os lábios enfiando a língua na rachinha e a puta gemeu. Com as mãos abri os lábios da xana e lambi de baixo para cima até o grelo. Fiquei nesse sobe-e-desce de língua e por vezes beijava o grelinho dela quando ela me falou: “-Olha como a tua mulher já está bem à vontade com o meu marido…” Olhei para trás e vi a minha esposa com o caralho do sujeito todo enterrado na boca, chupando feito uma louca. Aquilo fez o meu tesão subir até a estratosfera e senti vontade de vê-la mais assim, sendo fodida por outro. Recostei-me na parede e puxei a cabeça da putinha para o meu caralho doido, que começou a chupá-lo. Chupava e batia uma punheta bem molhada. Porra, eu não aguentava mais, estava para explodir a qualquer momento. Uma chupada com punheta daquelas e vendo a minha mulher chupando o caralho de outro. Tava muito foda!

A minha vadia tarada parou de chupar o caralho do marido da puta que me chupava e olhou para mim sorrindo e com um olhar de puro tesão. Ficou de quatro bem em frente a mim e se ofereceu toda para o caralho duro que ela estivera chupando. O cara não pensou duas vezes e segurou-a pela bunda enfiando a piça na sua buceta. Segurava ela com as duas mãos pela cintura e metia a porra com vontade. Eu olhando ela receber vara e ela olhando eu ser chupado. Caralho! O sujeito aumentou o ritmo dos movimentos enterrando com vontade o caralho na buceta dela e eu assistindo a tudo com o cacete enfiado na boca competente daquela vagabunda de tetinhas lindas. A minha mulher gemia mais, com o olhar fixo no meu e eu sentia o frio de tesão subindo da minha barriga até o peito e descendo de volta. Não aguentava mais. Meu pau atolado numa boca e a minha esposa atolada num pau. Os olhares fixos um no outro, vendo o tesão que nós estavávamos sentindo por ver o outro tendo prazer. A minha mulher, enlouquecida fudendo com um estranho na minha frente, começou a empurrar a bunda para trás se enterrando mais ainda e gemendo gostoso. O gôzo chegou para ambos de forma violenta, olho no olho. Eu estava exausto de tanto tesão. A minha mulher veio deitar ao meu lado, apoiando a cabeça no meu peito. Eu acariciava os seus cabelos e costas me sentindo satisfeito, sentindo que estávamos mais unidos do que nunca.

Mais tarde em casa, fudemos como nunca fudemos antes, relembrando a putaria no clube de swing. Com certeza aquela tinha sido apenas a primeira vez de muitas outras…

Obrigado pela visita e divirta-se!

Putaria extra-terrestre

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Existe um planeta que fica localizado fora da Via Láctea e que se chama Kørmansu. Os kørmansianos são um povo essencialmente swinger e se juntam em casais com o único objeivo de fazerem troca-troca. É uma característica da sua cultura, não havendo lá sexo a dois, entre macho e fêmea. Eles consideram os terrestres adeptos do swing como seres mais evoluídos, assim como eles mesmos são. Com tecnologia super avançada, os kørmansianos viajam por todo o universo em busca de povos interessantes com quem possam fazer putaria com troca de casais. O status social é adquirido tanto pelo tempo que um casal fica junto quanto pela quantidade de casais com quem transam. Um povo singular.

Encontrei um casal de kørmansianos quando passava férias na Ilha de Itaparica, na Bahia, com uma namorada. Estávamos acampados numa praia deserta distante alguns quilômetros de um lugarejo chamado Cachapregos. O lugar era belíssimo e, estando só nós dois na praia, aproveitávamos para fuder ao ar livre. Uma experiência fantástica! Uma noite, sentados na praia apreciando o mar com reflexos enluarados, abraçados como namorados apaixonados, avistamos algumas luzes no céu que pareciam se deslocar. Ficamos intrigados e observamos as luzes com atenção, percebendo que se aproximavam cada vez mais de nós. Sob a luz do luar pudemos distinguir que as luzes pertenciam a uma nave que, definitivamente, não era terrestre. Um frio me gelou o peito e a minha putinha me apertou com força, buscando segurança. A nave pousou algumas dezenas de metros adiante de nós, na praia. Dela desceram dois seres de estatura alta – considerando-se a nossa – e caminharam em nossa direção. Não sabíamos o que fazer nem tínhamos reação alguma, paralisados pela situação inusitada, mas a curiosidade se sobrepôs ao medo.

A primeira coisa que nos chamou atenção nos dois seres foi certamente a aparência física deles. Muito altos e esguios, sem cabelos ou pêlos no corpo, não usavam nenhum tipo de roupa. Os órgãos genitais não eram aparentes (órgãos genitais? que porra é essa? isso aqui é um site de putaria! é caralho e buceta mesmo!). Tanto as mãos quanto os pés só tinham duas espécies de dedos, muito grossos e longos. Uma das coisas mais curiosas é que eles não tinham boca ou orelhas e seus olhos pareciam como óculos escuros embutidos na face. Tampouco percebemos nariz.

Quando chegaram em frente a nós, estranhamente o medo cedeu lugar a um sentimento de tranqüilidade. Estávamos curiosos, sim, mas definitivamente não com medo. Eles tocaram nossos rostos e começamos a sentir um tesão leve, que foi aumentando aos poucos. Como era possível? Nem sequer achávamos os seres atraentes fisicamente. Só depois pudemos entender o que se passava e era o motivo pelo qual eles não tinham boca ou orelhas: eles não falavam nem ouviam, mas transmitiam seus sentimentos diretamente e influenciavam os nossos. Nós não “ouvíamos” nenhuma voz falando dentro das nossas cabeças, apenas percebíamos o sentimento deles. A excitação aumentou e o meu pau cresceu dentro do calção. Minha putinha falou para mim: “- Meu amor, não sei porque estou ficando toda molhada.” “- Eu também já estou de pau duro!” E os seres se aproximaram mais e começaram a nos acariciar. A fêmea não tinha tetas porque eles não eram mamíferos, mas pude notar uma reentrância na sua testa que se abria aos poucos à medida em que o clima ficava mais tenso sexualmente. Ela me abraçou e senti uma vontade irresistível de agarrá-la. Olhei para minha putinha e o outro ser estava também quase colado a ela. Percebi que uma protuberância aumentava na sua testa e a essas alturas o que eu queria era fuder muito aquela puta extra-terrestre (é fêmea, é puta, mesmo que seja extra-terrestre).

O macho seguia acariciando a minha namorada e aquela porra estranha na sua testa continuava crescendo. Além disso, uma outra surgia na altura da sua pélvis. A fêmea que estava comigo exibia agora um buraco na testa e quando olhei para sua pélvis vi que outro buraco se abria lá. Mas que caralho seria aquele? Então compreendi tudo. Eles nos transmitiram que tinham dois órgãos sexuais cada um, na testa e na pélvis. Ao transarem, o macho penetrava os dois buracos da fêmea. Ela não produzia ovos ou óvulos, sendo que cabia ao macho a produção dos dois, tanto dos ovos quanto dos espermatozóides (equivalentes aos nossos). Quando o macho gozava, lançava por cima os óvulos e por baixo os espermatozóides, que se encontravam dentro da fêmea, fecundando-a. Extraordinário! E entendi tudo aquilo sem precisar ouvir uma única palavra. Aquela era decididamente a mulher ideal: não falava e ainda por cima tinha duas bucetas!

A minha putinha já estava adiantada e em plena ação: livrara-se das roupas e feito uma louca chupava o cacete da testa e punheteava o caralho de baixo. Mais que depressa tirei minhas roupas e dei uma linguada na testa da ET, que imediatamente segurou meu pau e começou a acariciá-lo com seus dois dedos grossos e macios. Eu lambia a buceta da testa, enfiava a língua, mas não encontrava grelo. Foi quando ela me “disse” que não tinha um grelo, que as terminações nervosas que existiam no grelo humano e que causavam a sensação de prazer, estavam espalhadas pelas paredes internas das suas duas bucetas. Era a informação que me faltava: não tirava mais a língua de dentro da buceta-testa, lambendo o seu interior e fazendo-a tremer. Com a buceta a mais dela, não tive dúvida: soquei dois dedos pra dentro da de baixo e fiquei naquela de chupada e dedada em dois buracos diferentes.

A minha puta, enlouquecida, estava trepada no ET dela, com as pernas em volta da sua cintura e o caralho de baixo todo enterrado na buceta, enquanto chupava o de cima freneticamente. Puxei minha puta ET pro chão e nos deitamos na areia. Soquei o pau rochoso na buceta aberta (a de baixo) enquanto chupava a de cima. Aquela era uma verdadeira extra-terrestre, tinha uma buceta extra. E como eram gostosas as duas bucetas dela. Quis experimentar fuder a xota da testa e virei, enterrando a piça enquanto minhas bolas batiam na sua cabeça com o meu movimento de vai-e-vem. Língua ocupada no buraco de baixo, muito alargado agora, eu estocava o pau cada vez com mais força e mais rápido. Ela tremia como se estivesse tendo uma convulsão.

O ET que comia minha namorada, agora deitado com ela no chão, afastou gentilmente a minha cabeça da buceta de baixo da sua fêmea e, com o bucetão dela agora livre, lascou-lhe uma testada. E continuou naquela, fudendo a sua fêmea com o caralho da testa enquanto fudia a minha putinha com o cacete de baixo. Eu, como só tinha um pau, só precisava de uma buceta e continuei a meter bravamente. Mudamos as posições: agora eu metia na buceta de baixo e ele testava a testa da fêmea, mas continuando firme na buceta da minha puta, que gemia e gritava até não mais poder. Era incrível a coordenação do ET ao fuder as duas bucetas das duas fêmeas alucinadas. Quado o pau de baixo entrava o de cima saía e vice-versa. E seguia nessa meteção dupla perfeitamente coordenada, quando a minha puta ET começou a dar umas tremelicadas muito fortes e de repente ficou imóvel. Tinha gozado. O ET tirou o pau lambuzado da testa dela e meteu na boca da minha puta que parecia prestes a explodir. Fudeu-a com vontade, fazendo com que a putinha tivesse um gozo que nunca tinha visto antes. Também pudera, o cara tinha dois caralhos… Quem pode competir com isso?

Por mais que eu fudesse a vadia ET eu não conseguia nem chegar perto do gozo. Já estava sem fôlego quado ela me transmitiu que estava controlando o meu gozo e não deixaria que eu me acabasse dentro dela. O marido dela tinha gozado na buceta da testa com o pau da testa, que é por onde saem os óvulos e, se eu gozasse em baixo, lançando meus espermatozóides nela, poderia ser que eu e seu marido a fecundássemos, ficando então um etzinho brasileiro perdido no universo. Pelo mesmo motivo ele não gozou com o pau de baixo na minha puta. Então senti uma vontade incrível de meter o pau na minha namoradinha, que já me esperava com as pernas abertas e seu bucetão exposto pronto para receber mais um caralho. Soquei-lhe a piça e logo me veio um gozo muito intenso que me tomou as forças fazendo-me cair sobre seu corpo. Abracei-a e adormecemos logo, juntinhos e exaustos.

Acordamos com o sol já alto queimando-nos a pele. Tomamos um banho de mar comentando sobre a aventura da noite anterior e até aventando a hipótese de ter sido um sonho. Questionamo-nos se voltaríamos a ver os nossos amigos kørmansianos swingueiros para mais uma troca de casais, mas nunca mais os vimos. É uma dessas coisas que só acontecem uma vez na vida. Ficou em nós o gosto pelo swing e sempre que podíamos fazíamos uma boa putaria com outro casal, sempre lembrando dos simpáticos ETs.