A minha vida não poderia estar melhor: descobri um puteiro simples na esquina da rua onde estou, em Copacabana. É simples, porém bem limpo e com ótimas putinhas. Cheguei já com quatro cachaças com limão na cabeça. A entrada é bem discreta, com uma porta de grade e um interfone, que toquei para abrir a porta. Subindo a escada, cheguei à sala, onde tinha um bar e muitas putas esperando clientes. Muita putinha bonitinha e gostosa, pra vários gostos. Depois de ser levado para conhecer a casa, pedi uma cerveja, que tinha um preço bem bom para puteiro. Geralmente a latinha gira em torno de 5 a 6 pila, mas lá custa apenas 3. O programa também é barato, porém com tempo curto: 30 minutos.
Já com minha lata na mão, parei em frente às putas todas e perguntei quem queria tomar um cerveja comigo. Só aí já dá para perceber um pouco quais são simpáticas e quais as chatas. “-Eu quero é fazer sexo!”, disse uma delas. “-Minha querida, é preciso tomar uma cervejinha antes e conversar um pouco para saber se eu vou querer algo com quem está comigo.” Daí, uma outra que me pareceu muito simpática, começou a falar comigo e eu prontamente a convidei. Fomos sentar num canto, beber e conversar. A putinha era, além de realmente bem simpática, bonita, com um corpinho pequeno e magrinho, com cabelos compridos e negros. As tetinhas eram algo de absurdo! “-Meu amor, eu estou desconfiando que tuas tetinhas são uma delícia, mas não posso ter certeza vendo assim por cima da roupa…” Ela de imediato puxou a parte de cima do vestido preto para o lado, me deixando ver aquelas tetíssimas pequenas e pontudas. Caralho! “-Hoje eu vou passar bem”, pensei comigo. Depois de esvaziar incontáveis latas de cerveja, acertei o programa com a puta chefe, uma gordinha muito bonita e gostosa, e fomos para o quarto.
O quarto era simples e limpo como o resto do puteiro. Uma cama redonda e uma cadeira, mais nada. O banheiro ficava fora, comum a todos os quartos. Baixei a alça do vestido dela, expondo as suas tetíssimas deliciosas, deixando o vestido cair até os pés, para então meter a boca naquelas maravilhas. Mamei apalpando a sua bundinha dura e macia. Tirei a roupa e joguei-a na cama. “-Abre as pernas meu amor, que eu vou chupar muito essa bucetinha pequena.” A putinha abriu as pernas todas, colocando as pernas na cabeça e me deixando ver um grelo grande, doido pela minha boca. “-Putz!, que grelão gostoso. Te vendo assim pequena nem dá para imaginar a surpresa desse grelo.” Afastei a capa e comecei a passar a língua bem molhada, suavemente. A putinha gemeu e abriu mais a buceta com as mãos. Lambi, descendo até a caverna do dragão e subindo de novo até o super grelo. Daí, não teve outra, abocanhei o grelaço e comecei a chupar com tesão, suave e firmemente. Senti o grelo inchar na minha boca e me grudei nas tetas dela, apertando e chupando cada vez num ritmo maior. “-Assim eu gozo meu amor…” Não dava para responder porque eu estava com a boca ocupada no paraíso. Em mais um tempo, a putinha gozou, tremendo o seu corpinho e segurando a minha cabeça. Delícia o gozo dela. “-Agora é sua vez”, disse ela, me deitando de costas e enfiando meu caralho mole na boca. Porra, que bosta! Eu bebi para caralho e agora tava broxa. A vadiazinha se esforçava, mas não tinha jeito. Foi quando bateram na porta: “-Tempo!”. Esse negócio de tempo é foda. Fui pro banho lavar meu cacete mole e depois segui para a sala de novo.
Na sala, fiquei conversando com uma putinha totalmente gostosa, com um par de coxas que não tinha mais tamanho e uma bunda oceânica. Alisei suas coxas enfiando a mão entre elas. Putz!, que coisa gostosa! “-Minha querida, vamos fazer um programa? Não consegui gozar no primeiro e, quem sabe, tu consegue o impossível: fazer meu pau de bêbo ficar duro.” Lá fui eu de novo acertar o programa com a puta chefe. Quarto de novo. Essa puta era muito mais do meu tipo físico, muito gostosa, cheinha, tetas pequenas, um absurdo. Entramos e ela foi tirando logo a roupa, exibindo aquele corpo que levantava até pau de defunto, mas parece que não levantava pau de bebum. Me grudei na putinha, apalpando ela toda, para depois colocar ela na cama, de quatro. Com aquela bunda que não tinha mais tamanho olhando para mim, abri as bandas para ver melhor o buraquinho do cu e não tive dúvida: caí de língua no poço sem fundo. Lambi e enfiei a língua, fazendo força para fuder aquele buraco com a minha língua dura. Não me demorei porque o tempo era curto e eu queria poder gozar. Deitei de costas e pedi: “-Engole meu pau minha putinha, vê se consegue fazer essa porra endurecer.” Ela engoliu a porra mole, chupando e vez por outra batendo punheta. Não tinha jeito, a porra não endurecia. Ela ficou naquela missão impossível um tempo, até que eu perdi a paciência e puxei ela pro meu lado. Ficamos conversando e trocando carinhos até o tempo acabar. Pau de bêbo é uma bosta.
Voltei para a sala depois de outro banho e continuei a alcoolização. Ouvi muita música na jukebox e até encontrei um gremista perdido na cidade maravilhosa, devidamente uniformizado. A putinha super gostosona, antes de sair, passou para mim o seu número de telefone e nos despedimos. “-Liga para mim!” “-Pode deixar meu amor.” Eu amo todas elas.
Pouco tempo depois voltei para o apartamento bêbo para caralho e liguei pra Fada Safada para encher o saco dela com conversa de bêbo. Ela passou no teste de paciência com louvor. Agora à tarde, já resolvi: voltarei ao puteiro para terminar o que comecei. Dessa vez sem bebida para poder aproveitar a putaria. À noite programa sério: show do Chico no Canecão. Como você pode ver, estou me divertindo para caralho, então, aproveite também e divirta-se!