
Clique e veja a galeria (16 fotos).Em dezembro de 2005 resolvi passar um mês no Rio para reencontrar familiares que moram atualmente lá e estar com eles no Natal e Ano Novo. Fiquei impressionado com as putas amadoras e profissionais de lá, pois ao contrário das daqui, elas não têm mania de terem corpos magricelos como modelos de passarela, pelo contrário, são realmente gostosas. Outra surpresa boa foi a bunda delas. Putz!, cada bunda fenomenal! Como são rabudas as cariocas! Gostosas e rabudas! Claro que eu tinha de conhecer um puteiro carioca, sobretudo depois de ter visto tanta puta gostosa pelas ruas, passeando com suas bundas absurdas.
Um dia estava num bar com o meu sobrinho, depois de já termos tomado todas na casa dele. Nunca vi um bar como aquele, aqui. Sentamos numa mesa que tinha uma torneira de chopp. Uma torneira de chopp só para nós em nossa mesa! Tavam de sacanagem comigo… Depois dizem que não existe paraíso na Terra… Eu parecia uma criança que tinha ganhado um presente novo no Natal. Eu e minha torneira de chopp. Um caso de amor à primeira vista, ou melhor, ao primeiro gole. Depois de trocentos chopps, resolvi que não precisava mais de um copo intermediando a minha relação com a torneira e meti a boca diretamente abaixo dela, quase engasgando com o precioso líquido. Na segunda bocada veio um garçom me dizer que não podia fazer aquilo. “- Como não? É a minha torneira de chopp! Posso fazer o que quiser com ela!” “- Infelizmente são regras da casa”, disse o puto, estragando a minha apaixonada bebedeira. Tínhamos entrado já pela noite quando meu sobrinho me disse: “- Tio, vamos a um puteiro!” “- Puteiro? Não sou homem de andar em puteiro, tá pensando o quê? Onde é?” “- Não é longe daqui, de táxi dá uns 10 ou 15 minutos.” “- Cara, tem dessas putas rabudas daqui?” “- Pô tio, só vou te levar em lugar decente. Só tem puta gostosa!” “- E tem mesa com uma torneira de chopp só para mim?” “- Pô, aí também tu já tá querendo demais!” E nos fomos a procurar um táxi…
O puteiro era realmente decente. Passamos pela recepção bem cuidada e entramos no vestiário, onde deixamos nossas roupas no armário e vestimos o roupão da casa. No mesmo andar ficava a sauna e chuveiros. Subimos e encontrei um salão bem decorado, apesar de pequeno, com um bar muito simpático e, ao centro, a pista de dança. As putas eram realmente uma história. Nunca tinha visto putas com corpos tão bem feitos. Sentamo-nos, pedimos uma cerveja e puxei papo com duas putinhas que estavam próximas. Enquanto conversava não tirava os olhos das outras que estavam pelo salão. Caralho! Eu não acreditava naquelas putas! A maioria usava biquíni minúsculo, deixando ver seus corpos, todos com bundões muito perfeitos. Eu não sabia o que fazer, para onde olhar, com quem fuder. Precisava da ajuda do Nosso Senhor dos Passos para exterminar a dúvida e me ajudar com o que vinha pela frente. Na verdade, o que eu queria era que uma das putinhas que estavam comigo me batesse um punhetão enquanto eu olhava as outras no salão. Só assim eu comeria todas! “- Quer mais uma cerveja?” Uma das minhas putinhas estava perguntando e eu voltei à realidade para responder “- Sim, muito obrigado meu amor.” Dei um pouco mais de atenção a elas e contei a diferença das putas daqui para as de lá. Estava boquiaberto com aquela passarela de corpões e bundas gostosas. As duas tinham tetinhas pequenas, mas uma era mais branquinha. Quando a morena foi buscar a cerveja eu finalmente a vi em pé e pude admirar a sua bunda fantástica e corpo escultural. Quando ela voltou eu pedi para a outra se levantar para eu poder ver seu corpo que ainda não tinha visto. A branquinha perdeu. A morena era muito mais gostosa, tinha uma bunda bem mais bunda e eu já fui passando a mão. “- Minha querida, tua bunda é fantástica, lá em Porto não tem disso.” E enchi a mão de bunda. “- Agora mostra as tetinhas para eu ver se é tudo mesmo que eu estou pensando…” “- Só no quarto…” ela falou passando a mão nas tetas por cima do biquíni e me olhando com cara de quem queria me estuprar. A putinha sabia provocar. Não tinha problema, eu ainda ia mamar muito naquelas tetas.
Acertamos o programa e fomos para o quarto. Espaçoso, bem decorado, banheiro bom e com uma cadeira erótica alta, diferente das que eu conhecia. Sentei na cadeira da putaria e puxei ela pela cintura, abraçando-a e beijando o seu pescoço e a sua orelha, enquanto as mão desciam avidamente para a sua bunda durinha. Acariciei bastante aquela bunda, sem pressa, sentindo o perfume no seu pescoço. “- Agora eu quero ver essas tetinhas, tira o soutien, tira minha rabuda.” Ela desatou o biquíni atrás e tirou fora o soutien. Porra! Caralho!! Que tetas eram aquelas!? Absurdas!! Bem pequeninhas para caralho! Lindas! Avancei com as mãos, acariciando-as suavemente, pegando nos biquinhos com as pontas dos dedos e em seguida metendo a boca para chupar aquelas tetinhas divinas. Chupava e passava a língua nos biquinhos enquanto agarrava a bunda dura e apertava, encostando meu cacete duro no corpo dela. A porra doía de tão duro e eu pedi: “- Agarra meu caralho, agarra minha gostosa…” E tirei a vara de dentro da cueca, segurando e oferecendo a cabeça já molhada. “- Pega bem na cabeça inchada minha putinha…” Ela envolveu a porra pulsante com a mão e segurou com firmeza. “- Pega de leve e punheteia de leve, somente na cabeça molhada.” Ela obedeceu, punheteando sem apertar enquanto com uma mão eu segurava o pau e com a outra as tetas dela. “- Agora segura pela raiz e aperta o meu caralho com toda força!” Ela meteu a mão lá embaixo e apertou com vontade, fazendo a cabeça inchar mais ainda. “- Aperta porra! Aperta esse caralho!” Ela apertou mais ainda e eu coloquei o cacete entre as suas pernas, molhando as suas coxas e segurando na sua bunda. O tesão estava estratosférico e parecia que eu gozaria com ela apertando, sem mexer com a mão.
“- Deixa eu tirar tua calcinha e te ver nuazinha”, disse já começando a puxar a calcinha para baixo. Ela ficou nua e eu pedi que virasse de costas para mim. Bundão!!! Bundão, porra!!! “- Ah, minha puta, enconsta nessa cadeira e empina a bunda pra cima para eu poder ver essa maravilha.” Porra, a visão daquilo era algo que não tenho palavras para descrever. Se o programa fosse só para ficar olhando aquela bunda, para mim já estaria ótimo! Mas eu queria mais, eu queria aquele bundão nas minhas mãos e fui em busca dele. Acariciei leve e demoradamente, admirando-o. Uma perfeição! Com ela inclinada na cadeira empinando a bunda, cheguei próximo e, segurando o caralho, rocei ele na bunda-maravilha de baixo para cima, de cima para baixo. A cabeçorra encharcada e latejante molhava o meio do seu rego deixando tudo escorregadio. “- Eu vou comer esse cu, vadia! Mas não estou com pressa e vou antes chupar teu bucetão…”
Levei a puta pra cama e deitei-a de costas, abrindo as suas pernas e me deliciando com a surpresa: greluda! “- Abre mais as pernas putinha…” Ela escancarou tudo e eu enterrei a cara na buceta. Grelo bom de chupar, grandinho, durinho. A vadia, ao sentir eu envolver o grelo com os lábios soltou um gemido: “- Ai, aí… bem aí…” Eu caprichei na chupada, hora colocando o grelo todo na boca, hora lambendo rápido e suavemente. A puta gemia feito uma louca mas não gozava. Três milhões de anos depois eu continuava chupando e nada de gozo. Fiquei intrigado: ou a puta tinha dificuldade de gozar ou era daquelas que se controlam para não gozar num programa. Isso pra mim é um desafio. Donde que eu vou chupar uma buceta pra puta não gozar? Não tem jeito… E eu continuei castigando, aumentando a velocidade, chupando e lambendo alternadamente de forma suave até que venci. A vagabunda gozou sem muito estardalhaço. Não era das que gritam. Uma puta daquelas merecia ser escandalosa.
Estando satisfeita, ela veio cuidar de mim. Deitei de costas e ela enfiou a boca no meu caralho irado, enquanto segurava as bolas, chupando deliciosamente. Engolia tudo até a raiz, tirava da boca e ficava olhando pro cacete para em seguida meter na boca de novo. Eu estava todo molhado, com saliva escorrendo pelo saco, quando a puta começou uma punheta gostosíssima. Puxei a bunda dela pra próximo de mim e segurei o bundão enquanto ela punheteava. “- Vai na punheta com boquete meu amor…” E ela não esperou eu pedir de novo, metendo a boca e punheteando ao mesmo tempo. Porra, assim eu ia gozar sem nem me aproveitar daquela bundona-maravilha. “- Pára putinha, pára porque eu quero gozar mas é dentro desse teu cu de ouro!” “- Quer cuzinho, quer?” “- Quero muito, quero lascar teu cu, encher ele de porra!” Ela ficou de quatro, empinou a bunda e com uma mão abriu a banda mostrando o buraco: “- Quer esse cuzinho mesmo? Quer meter nele? Quer gozar nele?” Ela falava e rebolava. Eu disse que a vadiazinha sabia provocar… Segurei a bundona com as mãos, afastando as bandas e, deixando o cu todo exposto, pedi: “- Abre esse cu pra mim, abre…” Ela fez força e me mostrou um buracão sem fundo, negro. Meti a língua, enfiando e tirando, enfiando e tirando e depois apertei as bandas com a língua lá dentro, sentindo aos poucos sufocar. Queria morrer naquele cu, com o pau entumescido. Saí lá de dentro sem fôlego: “- Aahhh!, vadia, vou socar o cacete todo nesse buraco arrombado! Vou fuder esse cuzão!” Disse e, incontinente, vesti o uniforme sexual, lascando a porra do caralho duro pra dentro do cu arregaçado da putona. O buraco estava quente, encharcado pela minha saliva e eu socava nele cada vez mais rápido e com mais força, os músculos das minhas coxas já começando a estremecer quando a porra explodiu: “- Bunda gostooosaaa! Putaaaaa tô te esporraaandoooo!!” O gozo foi violento pra caralho, me deixando sem forças. Desabei na cama e ela veio deitar ao meu lado. Abracei-a e fiquei acariciando-lhe os cabelos castanhos enquanto me refazia. Nada como abraçar uma putinha que acabei de comer e com quem gozei muito. Gosto de sentir a pele macia de encontro à minha, sentir o cheiro do seu suor, o seu coração batendo mais forte e se acalmando aos poucos. Pura paz.
Tomei um banho e desci, encontrando meu sobrinho que tinha acabado de sair de um programa também, com uma puta muito linda. Voltamos para casa e, no dia seguinte aquela bunda e tetinhas não me saíam da cabeça. Bati cinco punhetas durante o dia lembrando da putinha. São muito boas as putas cariocas, tanto que no final do ano meu destino já está certo: puteiros cariocas!
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