
Clique e veja a galeria (16 fotos).Existe um planeta que fica localizado fora da Via Láctea e que se chama Kørmansu. Os kørmansianos são um povo essencialmente swinger e se juntam em casais com o único objeivo de fazerem troca-troca. É uma característica da sua cultura, não havendo lá sexo a dois, entre macho e fêmea. Eles consideram os terrestres adeptos do swing como seres mais evoluídos, assim como eles mesmos são. Com tecnologia super avançada, os kørmansianos viajam por todo o universo em busca de povos interessantes com quem possam fazer putaria com troca de casais. O status social é adquirido tanto pelo tempo que um casal fica junto quanto pela quantidade de casais com quem transam. Um povo singular.
Encontrei um casal de kørmansianos quando passava férias na Ilha de Itaparica, na Bahia, com uma namorada. Estávamos acampados numa praia deserta distante alguns quilômetros de um lugarejo chamado Cachapregos. O lugar era belíssimo e, estando só nós dois na praia, aproveitávamos para fuder ao ar livre. Uma experiência fantástica! Uma noite, sentados na praia apreciando o mar com reflexos enluarados, abraçados como namorados apaixonados, avistamos algumas luzes no céu que pareciam se deslocar. Ficamos intrigados e observamos as luzes com atenção, percebendo que se aproximavam cada vez mais de nós. Sob a luz do luar pudemos distinguir que as luzes pertenciam a uma nave que, definitivamente, não era terrestre. Um frio me gelou o peito e a minha putinha me apertou com força, buscando segurança. A nave pousou algumas dezenas de metros adiante de nós, na praia. Dela desceram dois seres de estatura alta - considerando-se a nossa - e caminharam em nossa direção. Não sabíamos o que fazer nem tínhamos reação alguma, paralisados pela situação inusitada, mas a curiosidade se sobrepôs ao medo.
A primeira coisa que nos chamou atenção nos dois seres foi certamente a aparência física deles. Muito altos e esguios, sem cabelos ou pêlos no corpo, não usavam nenhum tipo de roupa. Os órgãos genitais não eram aparentes (órgãos genitais? que porra é essa? isso aqui é um site de putaria! é caralho e buceta mesmo!). Tanto as mãos quanto os pés só tinham duas espécies de dedos, muito grossos e longos. Uma das coisas mais curiosas é que eles não tinham boca ou orelhas e seus olhos pareciam como óculos escuros embutidos na face. Tampouco percebemos nariz.
Quando chegaram em frente a nós, estranhamente o medo cedeu lugar a um sentimento de tranqüilidade. Estávamos curiosos, sim, mas definitivamente não com medo. Eles tocaram nossos rostos e começamos a sentir um tesão leve, que foi aumentando aos poucos. Como era possível? Nem sequer achávamos os seres atraentes fisicamente. Só depois pudemos entender o que se passava e era o motivo pelo qual eles não tinham boca ou orelhas: eles não falavam nem ouviam, mas transmitiam seus sentimentos diretamente e influenciavam os nossos. Nós não “ouvíamos” nenhuma voz falando dentro das nossas cabeças, apenas percebíamos o sentimento deles. A excitação aumentou e o meu pau cresceu dentro do calção. Minha putinha falou para mim: “- Meu amor, não sei porque estou ficando toda molhada.” “- Eu também já estou de pau duro!” E os seres se aproximaram mais e começaram a nos acariciar. A fêmea não tinha tetas porque eles não eram mamíferos, mas pude notar uma reentrância na sua testa que se abria aos poucos à medida em que o clima ficava mais tenso sexualmente. Ela me abraçou e senti uma vontade irresistível de agarrá-la. Olhei para minha putinha e o outro ser estava também quase colado a ela. Percebi que uma protuberância aumentava na sua testa e a essas alturas o que eu queria era fuder muito aquela puta extra-terrestre (é fêmea, é puta, mesmo que seja extra-terrestre).
O macho seguia acariciando a minha namorada e aquela porra estranha na sua testa continuava crescendo. Além disso, uma outra surgia na altura da sua pélvis. A fêmea que estava comigo exibia agora um buraco na testa e quando olhei para sua pélvis vi que outro buraco se abria lá. Mas que caralho seria aquele? Então compreendi tudo. Eles nos transmitiram que tinham dois órgãos sexuais cada um, na testa e na pélvis. Ao transarem, o macho penetrava os dois buracos da fêmea. Ela não produzia ovos ou óvulos, sendo que cabia ao macho a produção dos dois, tanto dos ovos quanto dos espermatozóides (equivalentes aos nossos). Quando o macho gozava, lançava por cima os óvulos e por baixo os espermatozóides, que se encontravam dentro da fêmea, fecundando-a. Extraordinário! E entendi tudo aquilo sem precisar ouvir uma única palavra. Aquela era decididamente a mulher ideal: não falava e ainda por cima tinha duas bucetas!
A minha putinha já estava adiantada e em plena ação: livrara-se das roupas e feito uma louca chupava o cacete da testa e punheteava o caralho de baixo. Mais que depressa tirei minhas roupas e dei uma linguada na testa da ET, que imediatamente segurou meu pau e começou a acariciá-lo com seus dois dedos grossos e macios. Eu lambia a buceta da testa, enfiava a língua, mas não encontrava grelo. Foi quando ela me “disse” que não tinha um grelo, que as terminações nervosas que existiam no grelo humano e que causavam a sensação de prazer, estavam espalhadas pelas paredes internas das suas duas bucetas. Era a informação que me faltava: não tirava mais a língua de dentro da buceta-testa, lambendo o seu interior e fazendo-a tremer. Com a buceta a mais dela, não tive dúvida: soquei dois dedos pra dentro da de baixo e fiquei naquela de chupada e dedada em dois buracos diferentes.
A minha puta, enlouquecida, estava trepada no ET dela, com as pernas em volta da sua cintura e o caralho de baixo todo enterrado na buceta, enquanto chupava o de cima freneticamente. Puxei minha puta ET pro chão e nos deitamos na areia. Soquei o pau rochoso na buceta aberta (a de baixo) enquanto chupava a de cima. Aquela era uma verdadeira extra-terrestre, tinha uma buceta extra. E como eram gostosas as duas bucetas dela. Quis experimentar fuder a xota da testa e virei, enterrando a piça enquanto minhas bolas batiam na sua cabeça com o meu movimento de vai-e-vem. Língua ocupada no buraco de baixo, muito alargado agora, eu estocava o pau cada vez com mais força e mais rápido. Ela tremia como se estivesse tendo uma convulsão.
O ET que comia minha namorada, agora deitado com ela no chão, afastou gentilmente a minha cabeça da buceta de baixo da sua fêmea e, com o bucetão dela agora livre, lascou-lhe uma testada. E continuou naquela, fudendo a sua fêmea com o caralho da testa enquanto fudia a minha putinha com o cacete de baixo. Eu, como só tinha um pau, só precisava de uma buceta e continuei a meter bravamente. Mudamos as posições: agora eu metia na buceta de baixo e ele testava a testa da fêmea, mas continuando firme na buceta da minha puta, que gemia e gritava até não mais poder. Era incrível a coordenação do ET ao fuder as duas bucetas das duas fêmeas alucinadas. Quado o pau de baixo entrava o de cima saía e vice-versa. E seguia nessa meteção dupla perfeitamente coordenada, quando a minha puta ET começou a dar umas tremelicadas muito fortes e de repente ficou imóvel. Tinha gozado. O ET tirou o pau lambuzado da testa dela e meteu na boca da minha puta que parecia prestes a explodir. Fudeu-a com vontade, fazendo com que a putinha tivesse um gozo que nunca tinha visto antes. Também pudera, o cara tinha dois caralhos… Quem pode competir com isso?
Por mais que eu fudesse a vadia ET eu não conseguia nem chegar perto do gozo. Já estava sem fôlego quado ela me transmitiu que estava controlando o meu gozo e não deixaria que eu me acabasse dentro dela. O marido dela tinha gozado na buceta da testa com o pau da testa, que é por onde saem os óvulos e, se eu gozasse em baixo, lançando meus espermatozóides nela, poderia ser que eu e seu marido a fecundássemos, ficando então um etzinho brasileiro perdido no universo. Pelo mesmo motivo ele não gozou com o pau de baixo na minha puta. Então senti uma vontade incrível de meter o pau na minha namoradinha, que já me esperava com as pernas abertas e seu bucetão exposto pronto para receber mais um caralho. Soquei-lhe a piça e logo me veio um gozo muito intenso que me tomou as forças fazendo-me cair sobre seu corpo. Abracei-a e adormecemos logo, juntinhos e exaustos.
Acordamos com o sol já alto queimando-nos a pele. Tomamos um banho de mar comentando sobre a aventura da noite anterior e até aventando a hipótese de ter sido um sonho. Questionamo-nos se voltaríamos a ver os nossos amigos kørmansianos swingueiros para mais uma troca de casais, mas nunca mais os vimos. É uma dessas coisas que só acontecem uma vez na vida. Ficou em nós o gosto pelo swing e sempre que podíamos fazíamos uma boa putaria com outro casal, sempre lembrando dos simpáticos ETs.
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