Sempre gostei muito de fotografia e inclusive já fotografei profissionalmente, época em que tinha um laboratório fotográfico da minha preferência, onde sempre levava os filmes para revelar. Um dia quando cheguei lá encontrei uma funcionária nova atendendo no balcão. Era muito simpática, branquinha com corpo muito bem feito e cabelos até os ombros, crespos e escuros. Sorria o tempo todo e fiquei encantado com ela, não apenas porque era gostosa, mas também porque a sua alegria era contagiante. A boca, bem delineada e carnuda, parecia um imã que irresistivelmente atraÃa os meus olhos e lábios. Conversamos muito durante o atendimento, que foi longo, mais do que o habitual, quando soube nessa conversa que ela era casada. Uma pena. Senti uma grande atração por ela e a vadia era casada - que bosta! Como é que eu ia fuder aquela puta?!
Apesar de saber que ela era casada, logo, uma mulher não disponÃvel, me sentia atraÃdo de tal maneira que, sempre que ia ao laboratório, não conseguia deixar de ficar conversando com ela mesmo depois de ter sido atendido. Gostava de olhar seus lábios e seu corpo delicioso, de pernas grossas e gostosas, com uma bundinha durinha, linda, e de sorriso encantador. Eu sei, ela era casada, mas será que não aceitaria um convite meu para sair? Eu não conseguia deixar de pensar naquela puta, em beijar seus lábios, sua boca magnética, em tocar e acariciar todo o seu corpo, sentindo o arrepio na sua pele, suas tetinhas pequenas em minhas mãos e, finalmente, meu pau invadindo sua buceta enchendo-a de porra quente. Caralho! Eu precisava fuder aquela puta!
A cada vez que ia ao laboratório eu me sentia mais tentado a convidá-la para sair, e o pior é que não sentia mais apenas tesão, estava mesmo começando a gostar da vagabunda coxuda. Durante uma de nossas conversas, depois de ser atendido, resolvi que tinha de arriscar o convite. O máximo que poderia acontecer seria receber um não, mas pelo menos me livraria daquele sofrimento, saberia que não teria chance alguma com ela. Se ela recusasse, foda-se!, o mundo não ia acabar por isso, eu só iria deixa de fuder uma das putas mais gostosas que já conheci. Resolvi que era o momento porque não conseguia me controlar mais e arrisquei: “- Minha querida, tu aceitarias um convite meu para sair?” e fiquei esperando o não… “- Aceito sim, onde tu quer ir?”. Iiiiiêêêêbaaaa! O primeiro passo tinha tido sucesso, eu ia sair com a vagabunda!!
Fomos a um barzinho tomar uns drinks e conversar, eu queria conhecer mais aquela putinha que despertava tanto tesão em mim. Era dia de semana e não pudemos ficar muito tempo porque precisávamos trabalhar no dia seguinte. Durante todo o nosso papo ela não falou uma vez sequer sobre o marido, o que era bom, pois quando encontro uma casada que não pára de falar no marido é uma bosta. Além disso, poderia significar algo positivo com relação à s minhas intenções de fudê-la bastante - já que ela não falava no marido podia ser que não fosse tão ligada a ele, podendo rolar uma foda extra-conjugal. Meu olhar estava sempre voltado para aqueles lábios carnudos e eu queria muito beijá-los e mordê-los, mas não rolou oportunidade enquanto estávamos no barzinho. SaÃmos para voltar pra casa e entramos no carro, que eu havia deixado no estacionamento de um parque em frente. Conversamos mais um pouco dentro do carro, eu tentando criar uma situação para beijá-la, mas como não conseguia, pensei: “- Foda-se, vai sem situação mesmo” e avancei para aquela boca, ávido por grudar nela e não largar mais. Ela aceitou e retribuiu o beijo, que foi longo, com mordidas nos lábios. Que boca! Por algum tempo ficamos naquele namorinho, mas sem nada de putaria, só beijos, suaves, loucos, de todo jeito. Estava muito bom mas tÃnhamos de voltar pra casa. Uma pena…
Depois desse incentivador encontro, me senti mais à vontade para convidá-la a ir lá em casa. Jantamos juntos e depois começou a rolar a putaria, que terminou no quarto. Após a foda ficamos deitados conversando, quando ela me falou: “- Eu preciso te dizer que eu conto tudo que me acontece ao meu marido.” “- Isso significa que tu vai dizer a ele que transou comigo?!” “- Vou, mas na verdade ele já sabe.” “- Porra, tu tá louca?!” “- Não fique preocupado, ele não se importa e até gosta.” “- Como assim, gosta?” “- Ele se excita quando sabe ou me vê transando com outro. Na noite em que fomos ao barzinho ele nos seguiu e ficou nos observando enquanto estávamos no carro.” Aquilo me deixou com uma sensação meio estranha, não sabia o que pensar, não sabia como reagir. Mas enfim, foda-se… Não rolando problema para mim, estava tudo bem e eu poderia continuar fudendo aquela putinha gostosa.
Aconteceram outras poucas transas, sempre lá em casa e eu estava preocupado por estar me apegando a ela. Acho que por isso ela me disse que em situações desse tipo eles costumavam manter uma relação a três. “- Sabe como é, eu não quero que tu venha a gostar de mim e depois sofra com isso. Eu tenho uma boa relação com o meu marido e pretendo que continue assim.” É, eu sabia como era…
Havia um barzinho que eu frequentava muito na época e ia sempre para lá, geralmente sozinho, e encontrava eventualmente amigos. Ela sabia disso e, não sei se por coincidência ou não, naquela sexta à noite o casal apareceu por lá. Ela me apresentou a ele, conversamos, bebemos, comemos e foi ficando tarde. Estava na hora de ir pra casa. “- Tu pode nos dar uma carona? Estamos sem carro.” “- Não tem problema.” Ninguém disse nada com relação ao lugar para onde estávamos indo, mas talvez, instintivamente, eu segui para minha casa. Estacionei na garagem e pegamos o elevador que nos deixou no último andar, onde morava.
Estávamos na sala conversando, bebendo e ouvindo música, quando resolvi ir para a sacada. Eles desligaram a luz e toda a casa foi tomada pela penumbra. Ela veio até mim e me beijou, enconstando-se no meu corpo, esfregando-se no meu pau, que começou a inchar dentro da calça. Quando abri os olhos após o beijo, ele estava atrás dela, beijando-lhe a nuca. Ele tirou a blusa dela, que estava sem soutien, e passou as mãos em volta das suas tetinhas, acariciando-as e deixando-me mais excitado. Era como se ele me oferecesse as tetas dela e eu não resisti, abocanhnado-as, mamando-as, mordiscando os seus biquinhos. Respirávamos aquele tesão solto no ar, numa situação que nunca tinha vivido. Foi então que ele tirou a calça dela, exibindo uma calcinha de renda branca, assim como ela. Virou-a de costas para mim e pude ver a bundinha muito bem feita, toda exposta pelo fio dental, que passei a acariciar enquanto ele tomoava o meu lugar chupando as tetas dela, que gemia: “- Adoro um homem na frente e outro atrás…” Tirei a camisa e enconstei nas suas costas, sentindo a pele macia, para logo em seguida tirar o pau de dentro da calça e esfregar ele, molhado, naquela bundinha deliciosa, ainda virgem para mim. Eu esfregava o pau na bundinha gostosa e ela rebolava nele dizendo: “- Quero sentir dois cacetes hoje dentro de mim, quero me acabar com dois machos me fudendo…” A minha vara já estava pronta, dura como uma rocha, para a deliciosa empreitada…
Fomos para o quarto, deitei-a na cama, tirei a sua calcinha, escancarei suas perna deixando ver toda a sua buceta completamente molhada e caà de boca, chupando o seu grelinho. Até hoje nunca chupei buceta mais cheirosa que aquela! O marido dela ajoelhou-se na cama ao lado da sua cabeça e imediatamente ela segurou o cacete e fez desaparecer dentro da boca, chupando feito louca. A bucetinha de pêlos curtinhos não parava quieta na minha boca e eu segurei-a pela bunda macia e durinha para chupar melhor. A minha lÃngua subia e descia entre os lábios e o grelinho estava durinho, mostrando o seu tesão. Lambi em volta dele e em cima, arrancado-lhe mais gemidos sufocados pelo caralho dentro da boca. Abri bem as coxonas e expus o grelinho ao máximo, envolvendo-o com os lábios molhados e chupando, ao mesmo tempo em que tocava a pontinha dele com a lÃngua. Ela se arqueava, empinando a buceta, deixando-a ainda mais disponÃvel para a minha boca chupadora de xotas. Então ela gemeu mais forte e tirou o pau do marido da boca para gritar: “- Continua chupando assim gostoso que eu tô gozando na tua boca porraaa!! Tô me acabando com essa chupada!!” O marido incentivou: “- Goza meu amor, goza com o teu outro macho, adoro te ver gozando com outro, assim bem puta!”
Depois do gozo o marido dela colocou-a deitada de costas com a cabeça junto à borda da cama e abriu suas pernas, pronto para o abate. Enterrou o pau com força na sua buceta e fudeu-a violentamente. Fiquei em pé acima da sua cabeça e direcionei o cacete para a sua boca, empurrando-o para dentro. Fudi a sua boca e ela mantinha a cabeça parada, apenas recebendo o caralho duro que eu tirava e botava sem parar, segurando-me pela bunda. Mantivemos a foda no mesmo ritmo, ele na buceta e eu na boca, enterrando até a raiz, fazendo-a engasgar. Não dava para me controlar, tinha de tirar o pau daquela boca quente senão iria gozar, mas ela protestou: “- Me dá esse caralho, quero dois em mim, volta pra cá!” Esperei um minutinho para aliviar a vontade de gozar e meti de novo o pau na sua boca, que me acolheu com as lábios carnudos, molhados. Os gemidos dela ficaram mais fortes e eu pressenti outro gozo seu, que veio em seguida, com o marido enterrando-lhe a vara violentamente na buceta, causando-lhe espasmos de prazer pelo corpo. Aquilo estava gostoso, um tesão descontrolado, eu não iria aguentar por muito tempo mais.
“- Agora vamos fazer um sanduiche que ela adora ficar no meio de dois homens! Eu vou na buceta e tu no cu.” Ele deitou de costas e ela montou nele, enterrando o cacete todo na buceta ensopada. Olhei para a bundinha linda, gostosa e me aproximei pra molhar o cuzinho. Passei a lÃngua naquele cu guloso, molhando bastante e encostando a cabeça inchada do pau e esfregando na porta do buraquinho. “- Enterra essa porra, não fica me provocando! Quero pau no cu!” Como um amante subserviente, obedeci e meti a cabeça no cu molhado, enterrando aos poucos até que chegou à raiz. Tirei devagar e enterrei de novo enquanto o marido parava esperando eu me ajeitar. O cuzinho já estava relaxado, recebendo bem o meu caralho duro e comecei a fudê-lo mais rápido, acompanhado por ele, que voltou a meter num vai-e-vem de pau na buceta. Ela gemia, gritava alucinada: “- Eu quero maaais! Eu quero três, quero quatro, quero todos os paus do mundo pra chupar e fuder!” A putinha falava muita putaria e isso me excitava mais ainda, me deixando totalmente descontrolado, enterrando mais rápido no seu cuzinho arregaçado e começando a sentir o corpo todo tremer. “- Porraaa! Não dá! Tô me acabando nesse cuzinho! Toma meu gozo, tomaaaa!!” O gozo foi violento e eu me senti fraco, tirando o pau do seu rabo gostoso e sentando na cama. Os dois não pararam, fudiam mais alucinadamente até que ela gozou de novo gritando e se enterrando no pau do marido. Depois foi a vez dele, que se acabou segurando a putinha pela cintura enquanto ela cavalgava seu pau. Os três extenuados com a putaria absurda de gostosa.
Fiquei na cama descansando enquanto eles iam para o banho, pensando e lembrando de tudo aquilo. Depois do meu banho eles foram embora e eu me senti meio vazio. A foda tinha sido muito boa, com certeza, mas não passou disso, uma foda. Isso não era bom porque eu estava gostando dela e estava sendo apenas um instrumento para o prazer dos dois. Seria ótimo se eu sentisse apenas tesão por ela, nada mais, mas não era o caso. Eles me procuraram várias vezes depois, mas eu evitei repetir a experiência e passei alguns anos sem vê-la. Eu a reencontrei depois desse tempo num show e trocamos um beijo carinhoso. Ela estava então com uma filha e separada. O marido não aguentou ficar sem saber se a criança era dele. Nunca mais a vi depois disso.