
Clique e veja a galeria (20 fotos).Muita gente gosta de fazer troca de casais. Eu não tenho nada contra troca de casais, acho até muito interessante e muito excitante, mas como não sou casado no momento, não posso fazer troca de casais por motivos óbvios. Porém, putanheiro que sou, adoro uma troca de putas. Fuder uma, fuder outra, ver as duas fudendo e ajudá-las.
A minha primeira puta passou a trabalhar num outro puteiro porque o anterior fechou. A prima dela, que trabalhava na recepção do antigo puteiro, passou a fazer programas juntamente com ela. Nas minhas idas a esse puteiro onde elas passaram a trabalhar, sempre ficava bebendo e conversando com elas, principalmente com a prima, de quem gostava muito e que sempre cuidava de mim nas minhas bebedeiras.
Estava lá mais uma vez, sentado à mesa com elas, conversando e fazendo uma putariazinha no salão, quando disse para elas: “- Vocês se beijam de verdade?” “- Claro que sim!” “- Então quero ver. Beija aí…” Elas se beijaram, mas não considerei aquilo um beijo de verdade, não só porque tinha sido curto, mas porque não tinha sido exatamente com vontade, com tesão. “- Não gostei. Vamos fazer o seguinte: levo vocês duas para um programa, mas vai ter de rolar beijo de verdade, com muito tesão.” “- Tá combinado!” Chamei o garçom e assinei o programa com as duas. Era a primeira vez que eu fazia um programa com duas putas naquele puteiro e me surpreendi com a regra deles: tinha de pagar por dois quartos, já que estava levando duas putas. Achei aquilo muito foda, sem sentido e, como sou chato, disse: “- Tudo bem, mas já que estou pagando por dois quartos, quero as chaves dos dois.” Eles tiveram de me entregar as chaves de dois quartos e usei os dois. Claro, que porra é essa?
Entramos no quarto e elas se livraram logo das roupas. Elas não eram putas nem putinhas, eram putonas. Tinham quase a minha altura, cabelos longos até a cintura, escuros, e corpos do tipo gostosos, não eram magrinhas. A prima tinha tetas médias e a outra pouco maiores que médias. Fiquei ali meio besta olhando para aqueles baita mulherões e nem sabia por onde ou por quem começar. Definitivamente não iria conseguir dar conta de tanta puta, pensei com meu caralho. Agarrei a prima pela cintura, por quem tinha muito tesão - afinal ela me atendia antes no outro puteiro apenas na recepção e nunca tinha feito programa com ela - e meti a boca nas tetas macias, chupando e lambendo os bicos, enquanto descia a mão para a sua super bunda e apalpava e apertava enlouquecido. Porra, acho que o sangue do meu corpo todo estava no cacete. A porra estava mais dura do que sempre.
A outra chegou junto, agarrou meu caralho duro e começou a punhetear de leve. “- Molha a mão com saliva minha putona, molha bastante.” A puta encheu a mão de saliva e envolveu a cabeça do meu pau, fazendo uma punhetinha bem suave concentrada na cabeça. Putz, que delícia! Eu continuava agarrado na bunda da prima putona e mamando nas suas tetas gostosas. Com uma das mão livres puxei a outra e a abracei, parando com a chupada de tetas. Estava de pé, abraçado àquelas duas putaças, com uma grudada na minha vara e a outra agora acariciando meu saco. “- Deixa um pouco o saco, minha puta, e segura com vontade na raiz do meu caralho. Aperta bastante para a cabeça ficar bem inchada e a punheta mais gostosa.” A putona apertou a raiz tanto que eu pensei que a porra da cabeça fosse explodir, de tanto que inchou. A punheta da outra estava um tesão e eu agora agarrava as bundas das duas, apertando, dando palmada e passando a mão nos regos, tocando nos cuzinhos, enquanto elas castigavam meu vergalhão. Aquilo estava saindo melhor que a encomenda.
“- Agora tá na hora do beijo!”, disse eu. Se não desse uma paradinha naquela putaria iria me esporrar todo antes da hora. Elas se abraçaram e trocaram um longo beijo. “- Ainda não tá bom, tem de ser com tesão!” “- Tu quer ver beijo de verdade? Tu vai ver.” A putona disse isso e agarrou a prima, tascando um beijo realmente cheio de tesão, é o que me pareceu. Elas se abraçavam e continuavam naquele beijo molhado, violento, que me deixou mais doido ainda. Eu acariciava as costas, bunda e coxa das duas enquanto elas se beijavam como se eu nem estivesse ali. Aquilo era um beijo! “- Satisfeito? Gostou?” “- Agora sim, posso dizer que vocês se beijaram.” “- Deita na cama que nós vamos fazer um boquete pra ti nunca esquecer.” Deitei e a prima agarrou meu pau pela raiz, apertando, empurrando a mão em direção ao meu corpo, deixando a cabeçorra já toda molhada bem entumescida e falando pra outra: “- Toma, te serve.” Ela meteu a boca engolindo a porra e chupando. Tirava e passava a língua em volta da cabeça, acariciando, para em seguida fazer ele sumir de novo dentro da boca de puta experiente. “- Aaaahhh!, chupa vagabunda! Chupa que tá bom demais!” A prima pegou no meu saco e ficou acariciando enquanto a outra trabalhava na minha piroca doida, aumentando a velicidade da chupada. “- Pára, porra! Pára e me dá tua buceta senão eu gozo!” Segurei sua cabeça impedindo-a de continuar com a chupada e levantei. “- Agora quero chupar buceta!” Coloquei as duas deitadas na cama, uma ao lado da outra: “- Vou me fartar de chupar bucetão!”
Aquelas duas putonas deitadas lado a lado, com as pernas abertas e as bucetas esperando a minha boca era o paraíso na Terra. Toquei nas bucetas com cada uma das minhas mãos e elas estavam molhadinhas. “- Já está no ponto pra receber minha boca… Tu vai ser a primeira, abre a buceta com a mão para o grelinho ficar todo pra fora.” Ela expôs o grelinho, de tamanho médio, e eu avancei, enterrando a cara naquela maravilha, envolvendo o grelo com meus lábios molhados e chupando-o suavemente. Ela gemia e arqueava o bucetão, enfiando mais a porra na minha boca. Eu passava a língua no grelo e descia até a porta do buraco da buceta, voltando depois e chupando o grelinho duro. “- Chupa essa buceta, desgraçado, que eu me acabo na tua boca!” A prima putona também gemia, porém baixinho, batendo uma siririca olhando pra nós. “- Eu também quero, tu vai deixar minha buceta sozinha?” Voltei-me para ela: “- Então me mostra teu grelo para eu ver se ele merece uma chupada gostosa.” Ela abriu a buceta deixando-me ver um grelinho, que apesar de pequeno, estava bem durinho, doido pela minha boca chupadora. “- Tu merece minha puta, tu merece e vai ganhar.” Caí de boca na prima buceta e a vadia começou a gemer alto. Era das escandalosas, do jeito que eu gosto. Eu chupava o grelo da puta e ela gritava: “- Chupa que eu sou vadia, eu gosto de muitos machos me fudendo! Chupa filho da puta!!” E agarrou minha cabeça com as duas mãos empurrando-a de encontro à buceta, me sufocando nela. Adoro me sufocar em buceta! A putona remexia os quadris, grudada na minha cabeça, fazendo um escândalo, até se acabar gritando: “- Aaaaahhh!!!, eu gozo, eu gozo, eu gozo na tua boca! Toma meu gozo poraaaa!” Porra, aquela gozada foi foda!
Tirei a cara daquela buceta encharcada, peguei uma camisinha coloquei no pau que pingava e falei pra outra “- Vou fuder tua buceta e me acabar nela! Dá essa porra pra mim putona!” Ela escancarou bem as pernas pronta pra receber meu caralho no seu buraco quente e molhado. Não perdi tempo e apontei para a entrada, enterrando tudo numa estocada forte. Do jeito que estava só levaria alguns segundos para me esporrar todo, não tinha mais controle sobre o meu tesão. Com alguns vai-e-vens frenéticos e violentos, senti o gozo chegando, vibrando meu corpo, contraindo meus músculos em espasmos repetidos, para em seguida relaxar. “- Toma minha porra putaaaa!” Gozo violento, cheio de tesão. Desabei em cima dela, feliz com a putaria.
A putona reclamou por não ter gozado, só eu e a prima. “- Eu não tenho vez? É só vocês?” “- Minha puta, só tem um jeito de tu gozar agora…” Fiz as duas encaixarem uma buceta na outra e ordenei: “- Mexam, esfreguem as bucetas até gozar!” Elas iniciaram uma esfregação, um espetáculo para mim, o primeiro do tipo. A putona que ainda não tinha gozado agarrava a prima puxando-a e gemendo, ao que a prima correspondia em gemidos também. Elas se esfregavam e aumentavam os gemidos e o ritmo, até que a putona se agarrou mais ainda à prima e se acabou na buceta dela. “- Aaaaahhh, que gozo, que gozo! Tô gozandooooo!”
Depois de toda aquela putaria absurda, elas me disseram que nunca tinham feito aquilo de gozar se esfregando, mas que tinha sido bom. Eu sinceramente não acreditei porque o beijo de verdade que elas trocaram foi com muito tesão, com muito tesão demais. Pra mim aquelas duas priminhas já tinham feito muita putaria juntas e já deviam ter gozado uma com a outra de diversas formas. Mas isso não importava, eu tinha acabado de ter uma das melhores experiências com duas putas juntas que já tive na vida. E isso considerando até hoje. Fizemos vários outros programas juntos, os três, mas aquele primeiro foi o que mais marcou, o que me faz ainda hoje lembrar batendo uma punheta.
Se gostou do site, por favor vote no concurso TOP69,
clicando aqui. Obrigado.
Este artigo está licenciado sob uma Licença Creative Commons.