Querida putinha tÃmida, fiquei muito contente por te deixar molhadinha com minhas histórias. Imagina então como te deixaria se te encontrasse pela frente… Tua bucetinha iria ficar pingando e eu faria questão de pegar tua cachoeira com a lÃngua e levá-la de volta à buceta, lambendo-a com todo o carinho que mereces. Sim, claro que uma história nossa seria muito louca, porque sexo para mim tem de ser muito louco. Peço que notes que não sou um grosso, sou até muito sensÃvel e costumo tratar as putinhas muito bem, com algumas excessões, pois após muitas pauladas na cabeça a gente acaba aprendendo. Dedico a ti essa minha história de hoje que aconteceu com a putinha do post anterior, só que dentro do cinema. Foi muito gostoso e tremendamente excitante. Espero que gostes e que fiques ainda mais molhadinha.
Estávamos nós em Floripa almoçando quando ela me confessou que tinha a maior vontade de fazer uma putaria no cinema. Aquela coisa do perigo que ela adorava e a excitava tremendamente. Como gosto da putaria braba, falei pra ela: “- Por que não vamos ao cinema hoje à tarde?” Imagina se ela recusou… Antes de terminarmos o almoço ela me disse que estava com a buceta molhada ante a expectativa da putaria no cinema e me convidou a constatar o fato. Como estávamos sentados à mesa um em frente ao outro, achei melhor recusar o convite, relutante, mas contituar livre de acusações de atentado ao pudor.
SaÃmos do restaurante e compramos um jornal para podermos escolher um filme. Ela queria um de ação, com muito barulho de tiros e explosões para que não nos ouvissem. Escolhemos um com o Jean-Claude Van Damme porque era perfeito: tinha muita ação e nós não precisarÃamos assistir a ele. Era no cinema de um shopping. Fomos para lá, compramos os ingressos e demos um passeio pelo shopping enquanto esperávamos pelo horário do filme. O tempo demorava a passar e nós estávamos num tesão enlouquecedor. Eu também nunca havia feito uma putaria de verdade num cinema, no máximo uns beijinhos com ex-namoradas. Ela quis fazer várias vezes com o ex-marido mas ele não gostava desses perigos. Passeávamos, olhávamos lojas, tomamos sorvete e nada da hora do inÃcio do filme chegar. Entramos numa loja de lingerie e comprei um conjunto para que ela usasse à noite, no hotel. Adoro lingerie. As mulheres ficam absurdas usando-as. É um verdadeiro fetiche para mim.
Finalmente a hora se aproximava: faltavam 15 min e fomos para o cinema, ansiosos. Assim que liberaram, todos que estavam na sala de espera entraram na sala de projeção. Ela escolheu um lugar onde a maioria estava sentada à nossa frente, mas vários estavam atrás de nós. Isso daria o toque de perigo à nossa putaria, pois fundão não tem graça. As luzes se apagaram e nós já começamos naquele roça-roça de braço com braço, braço nas tetas, pega aqui, pega acolá, mas ainda sempre sobre as roupas. Ela usava uma saia e eu um calção. Quando o filme estava já mais adiantado, meti a mão na sua buceta sob a saia, porém sobre a calcinha. Ela estava toda molhada, com a calcinha ensopada por aquele lÃquido delicioso, escorregadio. Eu não ficava atrás, com o meu cacete inchado todo molhado. Sentia a minha molhação dentro da cueca. Fiz muito carinho sobre a calcinha dela, passando a mão em toda a sua buceta cheia de tesão, sentindo o quanto ela estava lubrificada. Sussurrei pra ela: “- Afasta a calcinha pro lado minha putinha…” e ela prontamente me atendeu, deixando aquela porra gostosa livre para as minhas carÃcias. Toquei no grelão, que nem precisava de puxar a pele para ficar exposto, estava todo inchado, querendo meus carinhos, minha boca em volta dele. Fiquei acariciando ele suavemente e a minha putinha arfava, gemia baixinho, dizia que não aguentava de tesão. Juntei os três dedos, indicador, médio e anular e molhei bastante com saliva (adoro fazer isso) para em seguida encostá-los no grelão dela, que gemeu mais ainda. “- Sacana, tu me mata de tesão com essa tua mão na minha buceta…” e continuava gemendo quase em silêncio. Eu estava louco, minha respiração era totalmente descontrolada, queria logo sentir aquela mãozinha macia e molhada no meu cacete duro. Puxei o calção e a cueca pro lado com a outra mão e pedi que ela pegasse nele. Ela o envolveu com carinho e começou uma punheta leve, se concentrando na cabeça latejante. Porra! Não dá pra escrever como foi isso, o que senti. Foi muito foda! Aquele friozinho, meu conhecido, tava doido num sobe-e-desce alucinante. Com uma mão eu apertava bastante a raiz do meu pau para que ele ficasse cada vez mais inchado. Ela alÃ, castigando na punheta macia, colocando mais saliva (adoro isso, é demais!), brincando com a cabeçorra, apertando ela em movimentos sucessivos e rápidos. Porra, eu tava pra gozar! Que punheta a minha putinha batia!
Tirei a mão dela do meu pau e disse que não queria gozar logo, ainda tinha muito filme pela frente… Me ajeitei na poltrona e fiquei mais virado para o lado dela. Agora podia dar toda a atenção que aquela buceta e grelo mereciam. Molhei mais os três dedos com saliva e castiguei na siririca, bem suavemente. Ela tentava fazer de conta que estava atenta ao filme, para que ninguém percebesse o que estávamos fazendo, mas estava louca, estava muito putinha, de grelão duro querendo gozar. A respiração forte e rápida, os gemidos sufocados e o pedido sussurado: “- Me faz gozar, me faz gozar como uma puta, me faz gozar como a tua putinha, por favor…” E eu dizia pra ela baixinho como sempre: “- Não, só quando eu disser que pode, só quando eu autorizar…” Passava os dedos naquela buceta-cachoeira, naquele grelão entumescido e eu próprio não me aguentava de tesão. Queria a mão dela no meu pau, queria a sua punheta, a sua boca quente, queria sentir o interior infernal da sua buceta encharcada. Dei umas estocadas com o dedo na sua xota tesuda e voltei para o grelo. Alà que ela se acabava, perdia o controle e se tornava a minha puta. Acariciava em volta do grelo carinhosamente e rápido, passava os dedos de cima pra baixo. Ela empinava a pélvis e me pedia: “- Me deixa gozar agora, por favor meu amor, deixa…” Eu aumentei o ritmo dos movimentos e disse num sussurro: “- Te acaba minha putinha, goza tudo, encharca a minha mão com o teu gozo, dá tudo isso pra mim que eu deixo.” Ela se entregou. Mandou o controle pra puta que pariu e gozou intensamente, longamente, as pernas tremendo. “- Meu amor, o que tu faz com a minha buceta não tem explicação, não tem como dizer, só dá pra sentir.” Beijei-a com carinho e com toda a paixão que sentia por ela. Beijo longo, suave e violento no final.
Ela arrumou a saia, a calcinha, se ajeitou toda na poltrona, como se fosse assistir ao filme que ainda não tÃnhamos assistido. Eu, com o caralho duro e molhado pra fora do calção, reclamei: “- Tá, pega aqui, agora é a minha vez.” “- Não porque tu vai gozar e melecar a poltrona e o chão todo também.” “- Porra minha putinha, tu tá de sacanagem… Bate esse punhetão que só tu sabe bater.” “- Não, quando a gente chegar no hotel a gente transa.” Porra, eu não acreditava! Não é que a minha putinha não me fez gozar mesmo? Não teve jeito de fazê-la pegar no meu pau de novo, por mais que eu pedisse, que dissesse que se ela gozou eu também podia gozar. “- Mas eu não esporro quando gozo.” E ficou assim mesmo. Eu doido de tesão, com o pau que não baixava nunca e ela se negando a me fazer gozar. Não teve jeito.
Ao final do filme voltamos para o hotel, mas só transamos à noite, com ela usando o conjunto de lingerie que eu tinha dado à tarde. Foi ótimo porque eu estava com tesão guardado, acumulado. Fizemos uma boa putaria junto à janela do hotel, que dava para a rua da frente. Mas isso fica pra outra história…
Apesar de não ter gozado, a experiência com ela no cinema foi inesquecÃvel e gostosÃssima. Uma das putarias mais gostosas que fizemos durante o nosso tempo de namoro. Lembro com saudade, não só pelo tesão como também pelo carinho e paixão que sentia por ela. Uma grande putinha que chegou e passou pela minha vida, deixando um grande vazio por muito, muito tempo…